Minha Experiência em Sites de Relacionamentos

Uma pessoa me falou que quem fazia perfil em site de relacionamento era loser.

Discordo.

Para quem, como eu, que mora em local pequeno, a única forma de encontrar novas pessoas é pela internet.

Eu já me inscrevi em site assim antes e de fato encontrei pessoas legais e muitos malucos também.

Para ter uma boa exeriência em sites assim, dou aqui meu depoimento.

Escolha um site com boa reputação.

Eu escolhi o ParPerfeito.com.br.

Faça um perfil sincero. Ou seja, coloque o quer e principalmente o que não quer e atenha-se as suas escolhas.

Explico: eu quero conhecer ateus. Assim, se um perfil diz que é cristão devoto, eu já passo reto.

Crie uma conta de email genérica, tipo hotmail. (ainda acho que o MSN só sobrevive por causa de sites de relacionamento.)

Faça uma conta de MSN, 99% só usam o MSN, com esse email genérico.

Daí, é só esperar para ver quem vê seu perfil e te manda mensagens.

Gente que eu não tenho a ver, nem respondo.

Gente que usa fotos de atores famosos!!! ou que não tem fotos eu nem respondo.

Gente que escreve que é “geralmente fiel” eu não respondo nem entendo. Visto que meu objetivo é encontrar alguém sério e não putaria. Nada contra putaria, mas não é a minha. Aliás, esses sites são ótmos para cair na farra, se é que vocês me entendem.

Eu sou uma pessoa muito seletiva e só passo para a próxima etapa, responder emails, quando vejo que o perfil tem a ver comigo e achei a foto do sujeito simpática.

Eu particularmente dou preferência a perfis escritos em inglês, que é uma forma de triagem.

Google translator, nem pensar.

Enfim, se o perfil é sincero, o seu e do outro, as chances de atingir seu objetivo, qualquer que seja ele, casar, namorar, sexo, são maiores.

Mas como saber se um perfil é sincero?

Preste atenção nos indícios. Escrever corretamente, fotos verdadeiras, emails padrões, inconsistências nas informações, você percebe logo de cara qual é a do outro.

Por exemplo, tem um sujeito me mandando emails com a foto do Mark Whalberg. Pelamor, né?

Outro botou foto do George Clooney!!! HAhahahahaha

Então, mesmo que não ache o seu parceiro(a) logo de cara, pelo menos você vai rir muito.

E as sugestões do site? É pra rir também. Parece que eles não levam em conta nada além da idade e local. Pontos importantíssimos são ignorados e acabo recebendo sugestões de gente nada a ver comigo.

Por uma única vez recebi uma sugestão de um homem que eu já conhecia fora da internet!! Quais as chances? Incrível!

E vale a pena pagar nesses sites?

Eu só respondo quem tem o mínimo de condição de pagar por um plano. Gente que não está disposta a investir uma grana para achar você, nem tem chance comigo.

Ah, mas são tantos detalhes…

Conform for me lembrando, eu vou colocando aqui.

Assim, vamos nos divertir juntos nesse mundo encontros virtuais.

PS- para quem entender a referência, Must Love Dogs, é minha catch frase no perfil. O cara que reconhecer a frase, tem grandes chances comigo ;)

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    Liliana | Minha Opinião Vale Ouro!,Tecnologia para viver | Tuesday, September 28th, 2010

    Para mim, o uso de computadores se divide em duas Eras: a Era Pré-WiFi e a Era do WiFi.

    Antes do WiFi, usar o computador era algo estático, por isso a maioria das pessoas tinha um desktop num lugar especial da casa e provavelmente outro no trabalho. A interação com o computador tinha hora certa, lugar certo.

    Depois do WiFi, qualquer lugar da casa era lugar de computador, justificando então uma máquina portátil, o notebook.

    Filmes na cama, trabalho na mesa do café da manhã, navegar na internet na sala vendo televisão. Até no banheiro.

    Há quase 3 anos eu comprei meu Macbook. E a forma de eu interagir com um computador mudou pela incrível interface dele. Literalmente eu passei a carregá-lo a todo lugar da casa que eu ia, até na varanda. E passei a usar tudo que ele oferecia. Ele pesa um quilo e pouco e o seguro com uma mão. Já me acostumei com a tela de 13 polegadas e acho totalmente satisfatória e suficiente para eu ver filmes e faço meus trabalhos como nunca fiz. Até atendo pacientes nele no meu consultório aqui em casa.

    Eu o levei algumas vezes para o trabalho no posto pois ele tem uma enorme biblioteca médica além do acesso aos sites médicos que eu frequento. Não deu certo. Mesmo pesando pouco, era pesado para carregar até o trabalho e lá não tinha WiFi, apenas o Edge da Vivo que deixava tudo lento e impraticável. Também ele ocupava um espaço que eu não tinha na minha mesa já que eu trabalho com um desktop lá, numa intranet.

    Dai, em maio desse ano, veio o iPhone e todo meu atendimento médico mudou de uma forma que nunca poderia imaginar. Os aplicativos offline dele e a facilidade de entrar na internet, mesmo no Edge, disponibilizaram informações precisas, atuais e imediatas. Eu posso trabalhar perfeitamente só com o iPhone me dando cobertura. O problema do iPhone é que ele é muito pequeno para se trabalhar colocando dados nele. Eu podia acompanhar minha timeline nele sem problemas mas pensava duas vezes se iria escrever algo. Confesso que nunca vi nenhum filme no iPhone. A tela é pequena para isso na minha opinião. Só escutei músicas nele uma vez. Prefiro meu iPod Classic que tem efetivamente toda minha biblioteca musical. Assim, eu usava o iPhone como , pasmem, telefone e consultas de material médico.

    A história podia acabar por aqui e eu ainda viveria feliz para sempre com os dois. Porém, tive uma oportunidade de ter um iPad.

    Eu não estava sedenta por um iPad nem via necessidade de um. Mas…

    Há cerca de uma semana o iPad chegou.

    Minha sensação é que ele é um iPhonão sem ser telefone.

    Meu atendimento médico continuou exatamente igual com ele. Inclusive, hoje dei uma saída para um cigarro e estudar um caso e esqueci o iPad, fui só com o iPhone e estudei o caso normalmente. No meu caso, todos os aplicativos médicos do iPhone funcionam no iPad e vive versa.

    O iPad cabe na minha bolsa gigantesca. E o carrego com muita facilidade sendo perfeito para levar para qualquer lugar.

    Tentei ver filmes nele na cama, como faço toda noite e a imagem é linda, mas tenho que ficar de pernas dobradas para apoiá-lo. Então, voltei para o Macbook.

    Tentei trabalhar com ele na mesa da cozinha, como faço todas as manhãs mas a posição dele faz doer meu pescoço. Eu já encomendei uma capa com apoio lá no Dealextreme e assim que chegar acho que esse pequeno incomodo vai ser resolvido.

    Pontos positivos do iPad? Ele é maravilhosamente lindo. Uma peça incrível de tecnologia e eu sei com certeza ainda não estou totalmente familiarizada com todas as possibilidades e sua inovadora interface.

    Tudo num iPad é lindo.

    Lindo mesmo.

    Acredito que eu ainda nem arranhei a superfície de coisas legais dele.

    Eu sei que não é um iPhonão. Sei que a culpa de não aproveitá-lo totalmente é minha e sei que é só uma questão de tempo.

    Eu vejo o Cardoso com o iPad dele e parece que ele está usando outro aparelho que eu. Impressionante.

    Se eu recomendo o iPad?

    Um grande SIM! O iPad supre todas as deficiências do iPhone. E o iPhone volta a ser um telefone. Um telefone maravilhoso.

    E o Macbook? Continua sendo meu queridinho e centro nervoso de minha vida digital.

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  • Meu atendimento mudou com o iPhone

    Eu adoro o que faço.

    Todo dia recebo pacientes com as mais diferentes queixas que englobam diversas especialidades. Eu sou a clínica geral da pequena cidade que moro e o acesso a especialistas é muito difícil. Assim, eu procuro resolver os problemas que aparecem por aqui mesmo, enquanto o paciente aguarda a consulta com o especialista que pode nem acontecer.

    É impossível saber toda a Medicina de cor. E é aí que entra o iPhone.

    Baixei aplicativos médicos que recorro mesmo na consulta para ter sempre a possibilidade de oferecer o que há de mais moderno e completo mesmo numa pequena vila da Serra da Mantiqueira.

    Meu preferido é o Medscape.com. Eu tenho estudado por esse site e me atualizado há vários anos e fiquei muito contente de achar a maior parte da literatura para download.  Assim, nem preciso conexão de celular ou WIFI para ler os textos.

    Outro aplicativo é o MedCalc. Uso para calcular coisas como o IMC.

    O CID-10 também está disponível assim como uma lista de Genéricos.BR.

    Minhas últimas aquisições são um Guia de ECG com dezenas de exemplos de traçados que está quebrando um galhão porque um laudo de ECG pelo cardio demora até 6 meses para chegar. (ECG Guide)

    E também um Manual de Dermatologia cheio de fotos (A2Z-Derm).

    Também tenho o Epocrates mas confesso que nunca precisei usar. Tirei.

    Sem dúvida o iPhone tornou meu trabalho muito mais completo, de melhor qualidade, divertido e desafiador. Não tem volta.

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  • Mas, doutora! Eu não como nada! – Como emagrecer

    A maioria das pessoas não faz idéia do que come.

    Recebo muitos pacientes que se queixam que “não comem nada” mas não emagrecem ou até mesmo engordam.

    Eu oriento a todos e pessoalmente sigo essa orientação (eu faço o que eu falo) de anotar tudo que se come por pelo menos 3 dias para haver uma conscientização do que se ingere.

    Anote tudo que entra pela sua boca.

    Emagrecer é ingerir menos calorias do que se gasta. Então, tem tudo a ver estudar e destrinchar o que se come.

    Além de anotar a quantidade e a qualidade de comida e bebida que se ingere, também é possível calcular quantas calorias cada coisa tem. Existem tabelas de calorias por toda a internet e o que você precisa é uma balancinha de cozinha.

    Por exemplo, eu estava acostumada a comer salada de frutas toda noite. Quando calculei a quantidade de calorias que estava comendo, percebi que era demais e neutralizava todo o regime correto que eu fiz durante o dia.

    Também encontramos na internet sites e aplicativos que ajudam a fazer esse registro de alimentos. Eles mesmos possuem tabelas de calorias.

    Atualmente eu estou usando o Perfect Diet Tracker. Eu completo com os alimentos que ainda não estão na tabela deles e minhas adições passam a fazer parte do banco de dados mundial. Gostei bastante do aplicativo que está disponível para Mac, PC e Linux.

    Perder peso ou manter-se no peso ideal é uma conscientização constante, um estado de espírito. Ainda bem que temos muitas ferramentas par nos ajudar.

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    Esta semana no Twitter um cara desabafou sobre sua péssima experiência com um Mac. Ele ficou tão chateado que devolveu o computador para a loja. Não satisfeito, escreveu um longo post enumerando sua insatisfação.

    Eu fui usuária Windows por muitos anos até pouco mais de dois anos quando entrei em contato com um Mac pela primeira vez na vida.

    Quando vi a facilidade de rolagem de tela com apenas dois dedos no touchpad fui convencida e comprei meu primeiro Macbook.

    Mas como encarar um novo sistema operacional que eu nunca tinha mexido?

    Simples, exatamente como um idioma que eu nunca tinha falado. O que era a pura verdade.

    Esqueci como se usava o Windows e comecei do zero com o OS X. Não tentei comparar um com o outro nem usar o que sabia de um no outro. Sabia que eles eram linguagens completamente diferentes. Nada a ver.

    A dica mais valiosa que recebi de como entrar em contato com o OS X pela primeira vez veio do Cardoso que me falou: se você quiser fazer uma coisa, pense na resposta mais simples e essa é  a certa.

    E era verdade. Muitas vezes eu não queria acreditar que era só arrastar algo para lá ou para cá para que a coisa estivesse feita. Era tudo muito simples.

    Mas entender essa simplicidade necessita de uma mente sem preconceitos ou preidéias.

    Você tem que estar aberto a novas soluções e não pensar em “Windows”. Você está falando outra língua.

    Eu demorei dois dias para estar familiarizada com o Mac e até hoje aprendo dicas novas no videocast da Apple: Quick Tips.

    Cada um pode escolher que idioma quer falar. Eu gosto de aprender a falar vários idiomas.

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  • Mais um da série: eu amo meu jipe

    Eu não canso de dizer que eu amo meu jipe.

    Faz uns dias que eu reparei que o pedal da embreagem estava muito baixo.

    Já fiquei superpreocupada imaginando que ia ter que levá-lo para São Paulo na autorizada, ter que alugar outro carro porque é impossível ficar sem carro aqui no sítio, enfim… Mil coisas.

    Estava com tanto medo de ser uma coisa séria e que ele ia quebrar na viagem para a oficina que resolvi dar uma passadinha no Badaró, o mecânico aqui de São Francisco que conserta fusca com arame e faz qualquer negócio, para me preparar para a viagem propriamente dita.

    Pois o Badaró abriu o capô, abriu o receptáculo de fluido de embreagem e constatou que estava vazio.

    E era esse o problema.

    Só isso.

    Ele acha que o fluido acabou porque não devem ter completado nesses dez anos de vida do carro.

    Bem, o pedal já está voltando ao normal. E estou de olho se o fluido vai baixar de novo. Se baixar é que tem vazamento. Mas não acredito nisso.

    Ai, que carrinho bonitinho!

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  • Facas

    Eu gosto de facas.

    Ou melhor, eu adoro facas.

    Eu admiro uma bela faca feita artesanalmente como um obra de arte. Coisa clássica, para durar a vida toda, perfeita na sua função.

    Existem várias coisas que eu gosto que se encaixam nesse perfil, como o meu carro por exemplo, mas hoje quero falar de facas.

    Desde pequena tenho atração por facas e canivetes.

    Quando cresci, fui ser neurocirurgiã e meu instrumento de trabalho era um bisturi.

    Todo cirurgião aprende que se consegue fazer qualquer cirurgia se você tiver o instrumento certo. Verdade.

    E eu gosto de buscar o instrumento perfeito para cada coisa. Sou assim com as facas.

    Quando vim morar aqui em São Francisco Xavier, passava pela Rodovia Dutra e via uma loja capenga que anunciava “Facas Zakharov”. Fiquei curiosíssima e eventualmente parei e entrei na loja. Eu tinha achado o Paraíso das Facas.

    Conforme fui conversando com amigos e pessoas que encontrava a respeito das tais facas fui aprendendo que elas eram uma das melhores facas do mundo! Hoje mesmo um amigo disse: Zakharov? É a melhor faca do mundo!”

    Então eu tinha que ter uma faca daquelas. Para cozinhar, claro.

    Comecei com uma pequenina, tímida, de cabo de madeiras nobres e tinha até medo de usar para não estragar e macular a lâmina. Mas que faca!

    Eu tinha ciúmes dela e não deixava ninguém usá-la além de mim.

    Tempos depois, me aventurei numa faca maior que já usava sem dó. Linda. Na minha fase vegetariana, própria para legumes e vegetais.

    Demorou anos para me dar uma coceira e comprar a terceira faca, para carnes especialmente. E a chaira. Nome bonito esse: chaira, aquele treco redondo comprido para amolar. Embora eu goste mais de minha pedra de amolar.

    Eu eu sou do tipo que se eu gosto de uma coisa e descubro algo excepcional eu quero compartilhar com quem eu gosto. Então, dou facas de presente. Dessas maravilhosas. Obvio que eu só dou facas para quem eu sei que vai apreciá-la como eu. Bem, não exatamente como eu, mas que vai gostar e usar.

    Apenas 5 pessoas receberam dessas facas de mim. Na minha língua é que elas são pessoas especiais como as Zakharovs.

    Assim, se um dia ganhar um faca de mim de presente, não estranhe.

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  • Mais 4 Aninhos de IPVA

    Liliana | Blogworld,Dinheiro: é bom e eu gosto.,Tecnologia para viver | Sunday, January 4th, 2009

    Acabei de ver no Anderssauro que meu jipinho ficará isento de IPVA aos 15 anos de idade.

    Eu gosto do meu Defender e de carros clássicos porque não precisa ficar trocando toda hora. São feitos para durar a vida toda, o modelo é sempre o mesmo, não envelhece.

    O jipinho completa 11 anos em fevereiro. Tá bonitinho ele.

    Carro para mim não é símbolo de status, nem extensão do meu penis inexistente imaginário. Muito menos sou consumista.

    O Defender é a minha cara.

    Homenagem ao Defender Land Rover

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  • Problemas com N73 da Nokia?

    Liliana | Celulares,Tecnologia para viver | Friday, January 2nd, 2009

    Eu adoro celulares e tecnologia móvel.

    Há um bom tempo atrás, comprei por uma pechincha numa promoção da VIVO um N73 da Nokia Musical Edition que roda Symbian S60 e ele me acompanha literalmente em todo canto.

    Eu adoro a Nokia, sempre gostei. E pelo jeito vai demorar para eu ceder aos encantos do iPhone…

    Porém, tem uns meses que meu N73 começou a falhar: ele desliga sozinho! A sorte é que eu ando com mais dois celulares e as pessoas acabam me encontrando de qualquer jeito. Mas, peralá! O telefone desligar sozinho… Não!

    Ele também começou a desligar durante as ligações. Do nada.

    Mais para frente, os aplicativos começaram a se comportar de um jeito bem esquisito.

    Afinal, qual o problema?

    Bem, dei um HARD RESET no celular.

    (Para dar um Hard Reset no seu N73, tecle *#7370# Código de fábrica é 12345)

    A maioria dos problemas desapareceu. No entanto o defeitinho de desligar sozinho não sumiu. E isso, como fui descobrir era um defeito do FIRMWARE antigo do aparelho.

    Eu não costumava atualizar firmware de Nokias, mas como descobri depois, justamente este defeito de desligar sozinho foi corrigido nessa última atualização. E eu achava que meu telefone estava perdido.

    Assim, se seu Nokia estiver dando problemas e começar a se comportar estranhamente, vá ao site da Nokia e veja se tem novos aplicativos para consertá-lo.

    Aqui, o link para a página do N73. Aqui, a página de Softwares para N73 incluindo o Firmware. E aqui, Download de Softwares da Nokia. Você vai precisar do programa  NokiaSoftwareUpdater em seu PC para poder atualizar seu aparelho. Infelizmente não tem uma versão para Mac, apesar da Nokia disponibilizar aplicativos da Apple tipo iSync e o Aparelho Como Modem, por exemplo.

    Espero ter ajudado, gente.

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  • Sobre Torrents

    Você já deve ter ouvido falar de gente que viu o episódio x de House ou y de Dexter e que você não fazia idéia do que estavam falando, não é?

    Ou já ouviu gente falar que “baixou” tal série ou episódio.

    Alguns já ouviram a expressão “torrent” e me perguntam o que é.

    Vou explicar.

    Tem gente que disponibiliza arquivos com episódios de séries de TV assim que eles são levados ao ar em algum lugar no mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo. Então, um episódio novo de House que foi transmitido nos EUA numa noite, é colocado na internet logo em seguida para outras pessoas acessarem por todo o mundo e as pessoas não têm que esperar passar na televisão meses depois. Isso é ilegal, certo? Pois o mesmo episódio está a venda em certas lojas online, de forma legal.

    Bem. O tal arquivo com o episódio fica a disposição em computadores de gente que “abre” seus computadores para que outras pessoas os acessem e transfiram os arquivos para seus próprios computadores. E essas pessoas que “baixam” os arquivos por sua vez, também os disponibilizam para outras pessoas da mesma forma, criando uma rede de downloads e uploads de computador para computador. Esses arquivos são os torrents.

    Então, torrent é um arquivo que está em computadores de pessoas que deixam você acessá-los para pegá-los e ao mesmo tempo, o outro deixaria outras pessoas acessarem o dele também para não quebrar a rede de distribuição e todos ficarem satisfeitos. O torrent tem uma característica de ser transferido mais rapidamente pois pode vir em pedacinhos fora de ordem e de vários computadores ao mesmo tempo, diminuindo o tempo de download.

    Para alguém entrar nessa rede de distribuição e recebimento de torrents, precisaria de um programa próprio. Para Mac tem o BitRocket. Para PC tem o uTorrent.

    Uma vez instalado o programa em seu computador, a pessoa acertaria suas preferências de acordo com a velocidade de sua banda larga.

    E então, existem os Leechers e os Seeds.

    Os Seeds são aqueles que possuem o arquivo inteiro para distribuição. Não adianta uma pessoa baixar um torrent se não há pelo menos um Seed transmitindo, pois daí ela não teria o arquivo inteiro. Os Leechers são aqueles que possuem partes do arquivo e estão baixando também. Quando um Leecher tiver 100% do torrent, ele será um Seed e poderá distribuir o torrent inteiro. O interessante dos torrents é que o Leecher, mesmo sem ter 100% do arquivo, pode transmitir as partes que ele já tem, mesmo que sejam poucas.

    Bem. Acertado o programa, a pessoa precisa achar de onde vai pegar o torrent.

    O site mais completo que ouvi falar é o Mininova.

    Como este post é sobre séries de TV. Ouvi falar também do EZTV. Parece que lá é o repositório mais completo de torrents de séries americanas e inglesas. Todas em inglês, claro. Sem legendas.

    Lembrem-se que a idéia dos torrents é compartilhar.

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  • Follow You, Follow Me

    Para quem mora num sítio afastada de tudo e de todos, a internet é uma forma real de interação social como qualquer outra.

    Uma amizade via internet tem o mesmo peso que uma amizade corpo a corpo. Não há mais a diferença entre real e virtual. Tudo é real.

    A internet é apenas outra forma de comunicação entre amigos, como o telefone, ou cartas ou uma vista na casa da pessoa.

    Tenho vários amigos que me comunico pela internet. E as formas de comunicação com eles varia de acordo com o programa usado, a interface escolhida.

    Varia também com a familiaridade deles com a tecnologia. Há alguns que mal sabem mandar emails. Outros já preferem usar webcams em Macs. Isso passando pelo Orkut.

    Além de minhas amizades, também tenho contatos profissionais pela internet pelas mesmas ferramentas. E confesso, que às vezes tenho que fazer uma limpeza para não confundir alhos com bugalhos.

    Por exemplo, hoje peguei o Twitter.

    Fiquei sabendo de um site que indica quem segue você e você não está seguindo, e quem você está seguindo e não te segue. O link para o site é esse: Friend Or Follow.

    Primeiro eu tive que ver para que me serve o Twitter, uma ferramenta superimportante de midia social. O que eu quero dele?

    Em primeiro lugar, contato com pessoas que eu me importo. E, com pessoas que se importam comigo, óbvio.

    Em segundo lugar, me manter informada de novidades em tempo real através de pessoas legais e confiáveis, de preferência que estejam no primeiro grupo.

    E em terceiro lugar, conhecer novas pessoas e novas idéias retribuindo “followers”. Dando uma chance dessas pessoas se expressarem.

    No decorrer do dia, ao trabalhar no meu computador, o Thwirl vai piscando com os microposts. Às vezes algum me chama a atenção e eu paro o que estou fazendo, outras, apenas passa batido. Porém, percebo que aos poucos essas pessoas que tuítam vão fazendo parte do meu dia a dia. Não sei como é com vocês. Mas para mim é muito interessante. Sinto que enriquece meu dia.

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    Como já repararam, eu não sou muito de microblogar. Tem dias que nem de blogar eu sou.

    E o tal de Twitter então era uma coisa chata porque eu não tinha um programinha para fazer ele ficar piscando no monitor. Então, eu precisava ir até a página web e ficar dando refresh o tempo todo.

    Eu sei que o Firefox tem aplicativos ótimos, mas eu não uso o FF. Eu uso o Safari do Mac.

    Por um tempo eu resolvi o problema com o Spaz. E pude tuitar a vontade. Mas nessa última mudança do Twitter o Spaz parou de funcionar. Foi então que finalmente cheguei ao Twhirl. Bem legalzinho. Recomendo.

    Outra coisa bem legal, que põe o Twitter no chinelo, mas que não pegou por aqui é o Utterli. Também estou lá e também não microblogo lá… Mas recomendo que conheçam e quando perceberem as possibilidades do serviço não vão querer outra coisa. O Utterli quem me indicou foi a Patricia, que sabe tudo de web.

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  • Quando cai o sinal da Internet

    Olha bem, vou contar um caso e quem tirar sarro da nossa cara vai ver, viu! A gente ficou bem chateada hoje e preferimos que não brinquem com a gente.

    Como vocês sabem, estamos nós 4 na casa da Lucia, a Morada das Deusas, Lu Monte, Nospheratt, eu e a Lucia, claro fora os gatos da Lucia e a Nezinha a empregada. Todo mundo precisando trabalhar para caramba nos 4 computadores da casa.

    O dia começou na agitação habitual com fila para o banheiro, café da manhã com as 4 falando todas ao mesmo tempo e litros e litros de café. Um telefonema para contar que a Lucia apareceu no Link do Estadão e que espinafraram aquele jornalista bobo da Veja e a gente adorou porque ele mereceu.

    Mas na hora de entrar na internet… Nada. Sem sinal.

    O WIFI mostrava que a rede Joaninha estava funcionando, mas nada de internet.

    A Lucia ligou na Net, mexeu, configurou, seguiu as instruções e necas.

    E acabou marcando a visita do técnico para as 19 horas! E era meio-dia.

    Demos um jeito de nos conectarmos pelos celulares com a Vivo e a Tim. Nessas, a Tim se saiu bem melhor que a Vivo, que acabou me dando uma canseira no Call Center de fazer querer jogar o smartphone na parede.

    Sete horas depois, o técnico chegou e simplesmente tirou o modem da Net da tomada e o roteador da tomada também. Depois ligou o modem na tomada, esperou uns segundos e ligou o roteador na tomada em seguida. E pronto. Tudo funcionava perfeitamente.

    E tirou sarro de nós todas.

    E todas nós, profissionais de internet, ficamos com cara de bobas porque nós fazemos esse mesmo processo o tempo todo: tirar tudo da tomada e colocar de volta primeiro o modem depois o roteador.

    Entenderam?

    TIRA TUDO DA TOMADA E COLOCA DE VOLTA PRIMEIRO O MODEM E DEPOIS O ROTEADOR!

    e não se esqueçam disso.

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  • Problemas Com MacBooks

    Liliana | Tecnologia para viver | Sunday, August 24th, 2008

    Diz o ditado: “If you go Mac, you don’t go back…”

    Link para o Video – MacBook Unboxing
    Para mim é verdade. Eu me dei muito bem com a interface Apple, com os programas, com o MacBook, com tudo. Mas tenho que admitir que nada é perfeito.

    Há menos de um ano comprei meu primeiro MacBook. E tive problemas durante uma atualização de sistema que me impediu de “copiar e colar” coisas até a atualização seguinte. Foi bem incomodo para não dizer outra coisa. Desde então tenho medo das atualizações da Apple.

    Meu MacBook, como já contei, amanheceu sem reconhecer o HD.

    Comprei um novo HD e troquei. Porém, o novo também não foi reconhecido.

    A assistência técnica Apple tem a fama de demorar meses para consertar as máquinas por não ter as peças disponíveis em estoque. E como eu precisava de um computador de backup arrumei outro MacBook.

    A sensação de tirar um MacBook da caixa é muito boa. Apertar o botão de ligar pela primeira vez é um parto muito bonito. Uma experiência e tanto.

    Logo que liguei o novo, ele me perguntou se eu queria transferir meu dados do outro computador através do Time Machine, um programa de backup do Leopard. Como eu havia feito o backup, transferi meu dados e pronto! Meu novo computador, após uma breve sincronização com minha conta MobileMe já estava com a cara do antigo.

    Daí vieram as atualizações.

    Dezenas de megabites em 7 atualizações de aplicativos e 1 atualização de firmware de 560 MB!

    O download começou.

    Os programas foram atualizados mas quando chegou na atualização do firmware a conexão WIFI caiu e apenas 10 MB foram baixados.

    E o MacBook fez o que não devia: atualizou apenas os 10 MB.

    E o MacBook novinho teve toda a parte de teclados desconfigurado. Ficou inútil.

    Então me vi numa situação surreal: com dois MacBooks mas nenhum funcionando.

    Ontem, sábado achei uma assistência técnica aqui em São Paulo, e voei para lá com as duas máquinas.

    A máquina mais antiga ficou para diagnóstico. O HD está estragado mesmo. Porém, ela não reconhece nenhum outro HD e deve ter outro problema mais sério que deve ter causado o dano no HD. Eles acham que é o conector do HD. Saberei na segunda-feira se tem o HD de 80 G em estoque aqui no Brasil ou se terei que esperar vir outro dos EUA e uma posição melhor quanto ao diagnóstico do problema.

    Quanto ao Mac mais novo, foi problema na interrupção da atualização do firmware mesmo. Eles conseguiram reinstalar todo o sistema operacional e “não havia dano na placa lógica”.

    Enquanto eu esperava o final das atualizações de firmware que eu pedi para serem feitas lá na assistência, fiquei conversando com o Fabio, supervisor de lá.

    Ele me falou que essas atualizações dão muito problemas e ele já viu um Mac ser totalmente inutilizado com dano permanente na tal placa lógica tendo que ser trocado por um novo após apenas um dia de uso. Na opinião dele, tais atualiazações que podem gerar defeitos em hardware deveriam acontecer em ambientes controlados.

    Outra coisa interessante que observei por lá foi a chegada de um MacBook Air para conserto. O dono me contou que ele estava colocando uma capa para proteger a tela e fez um movimento sutil e a tela rachou.

    O Fabio contou que este é um defeito até que comum em telas de LED e que vão acontecer mais já que os próximos Macs virão com essa tela no futuro.

    Ele me falou que o Air usa o mesmo HD do iPod e que é muito lento, embora tenha um processador mais rápido. Eu não sabia disso. Ele disse que a velocidade do HD do Air é de 4200 rpm contra os 5400 rpm do HD normal dos MacBooks convencionais e que o Air sai perdendo no final. Para mim foi uma surpresa.

    No final, o Mac novo saiu funcionando direito e o mais antigo ficou por lá e sabe-se quando o terei de volta.

    Gostei da assistência do pessoal do Dr. Finder.

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    Noite dessas, o bar de praia mais frequentado do pedaço foi arrobando e levaram todas as bebidas e o som.

    Estava eu andando tranquilamente, fazendo minha caminhada diária e ouvindo música com meus foninhos, e pensando em comprar um iPod para caber trocentas músicasa até que cheguei no tal bar.

    O mocinho que trabalha lá estava desolado com o silêncio.

    Ele olhou para meus foninhos e disse: Olá, Liliana! (sim, as pessoas já sabem meu nome) Veio trazer música pra gente?

    Olha que vim! Respondi. E tirei o plug dos fones de ouvido do Nokia N73.

    O som era tão bom, mas tão bom que parecia que tinham colocado umas caixas de som tudo de novo.

    Os pedreiros da casa do lado vieram tomar cerveja e perguntaram: ué, não tinham levado o som?

    E o bar ficou feliz de novo.

    (Pelo menos até eu ir embora e levar o celular junto.)

    Este post não é pago, não é patrocinado. Eu não ganhei o telefone de ninguém. Paguei por ele. E gosto dele e quis vir contar isso para vocês.

    Isso não impede que a Nokia possa me convidar para um evento legal em Buenos Aires. Certo, Nokia?

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