Nossa Campanha Continua. Para o Alto e Avante!

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A chuva no final da passeata que reuniu neste domingo milhares de filiados e simpatizantes do PPF* não diminuiu o abrilhantamento do evento que levou às ruas uma multidão de gente com boa vontade mas sem computador. Por isso, apesar do apoio incondicional das bases, você ainda tem que votar.

Estamos em primeiro lugar no Concurso apesar das campanhas dos nossos valorosos concorrentes.

Amigo, conto com seu voto!

Obrigada,

Liliana, a Herege.

*Partido do Patinho Feio

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  • A Polêmica Morte do Cachorro

    Vamos por partes.

    Eu leio o Inagaki.

    Vi o post sobre a morte do cachorro.

    Fiquei quieta.

    Hoje, de novo no Inagaki, um link para assinar uma petição on line para boicotar o cara de aparecer numa outra exposição.

    Assinei a petição porque é a única coisa que eu posso fazer de onde eu estou, porque nem no mesmo país do cara eu me encontro.

    Mas dessa vez não aguentei.

    PUTAQUEOPARIU! NÃO TINHA NENHUM FILHODAPUTA QUE PODIA TER ARRANCADO O CACHORRO A FORÇA DA TAL INSTALAÇÃO DO IDIOTA SÁDICO E TER LEVADO NO VETERINÁRIO?

    O CACHORRO ESTAVA PRESO COM UMA MÍSERA CORDINHA, PORRA!

    ERA SÓ CARREGAR O COITADO NO COLO E LEVAR EMBORA, CARALHO!

    BANDO DE GENTE BUNDONA!

    VÃO TOMAR NO MEIO DO SEUS CÚS!

    Tenho dito.

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  • Horário de Verão

    Liliana | Admirável Mundo Velho,Política não vivemos sem. | Saturday, October 13th, 2007

    Eu também odeio horário de verão.

    Quando começo a me acostumar, ele acaba.

    Acho um absurdo mexerem com nossos relógios biológicos assim.

    Um absurdo.

    E não me venham com as justificativas de sempre, que economiza energia e coisa e tal.

    Antes de mexer com meu organismo eles têm que mexer em coisas muito mais sérias, como a corrupção que rola solta, a educação do povo que está uma porcaria.

    Depois de consertar esses pequenos detalhes, daí sim vamos falar em horário de verão.

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    Liliana | Admirável Mundo Velho,Blogworld,Política não vivemos sem. | Thursday, October 11th, 2007

    Alexandre Carvalho dos Santos escreveu um texto o qual assino embaixo.

    Não poderia escrever melhor.

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  • Resolução de Primeiro Mundo

    Liliana | Admirável Mundo Velho,Política não vivemos sem. | Monday, October 8th, 2007

    O Conselho da Europa aprovou uma resolução que rejeita que o criacionismo seja ensinado nas escolas.

    Isso é Primeiro Mundo.

    Fonte: DA

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  • Vocês precisam ver esse post

    Liliana | Admirável Mundo Velho,Blogworld,Política não vivemos sem. | Thursday, September 13th, 2007

    Impressionante o post. Fiquei arrepiada.

    Parabéns ao blogueiro do 30 e alguns.

    Passa informação e sentimento. Tudo junto.

    Vocês precisam ver.

    Muito legal.

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  • Gostei da Idéia

    Liliana | Admirável Mundo Velho,Blogworld,Política não vivemos sem. | Thursday, September 13th, 2007

    Vergonha Nacional.

    Participe você também.

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    Liliana | Admirável Mundo Velho,Política não vivemos sem. | Thursday, September 13th, 2007

    Crianças, vocês ainda tinham alguma esperança?

    Alguma dúvida do resultado?

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  • Onde eu estava em 11 de Setembro de 2001

    Liliana | Admirável Mundo Velho,Política não vivemos sem. | Tuesday, September 11th, 2007

    O Ricardo me convidou para um Meme Histórico: onde eu estava em 11 de Setembro há 6 anos atrás?

    Essa é fácil.

    Eu ainda trabalhava no posto de saúde aqui de São Francisco Xavier. Era contratada como clínica geral do posto e trabalhava no período da manhã.

    Eu lembro que estava com um paciente e fui ver uma medicação na nossa farmácia quando reparei que alguns funcionários estavam paralisados na frente da televisão no postinho de enfermagem que ficava atrás da recepção. Eu olhei rapidamente pela porta e perguntei o porque do movimento e me disseram: um avião se jogou no Empire State lá em Nova York.

    Eu comecei a dar risada sem entender nada e fui continuar a consulta. Atendi o paciente e voltei correndo para a frente da televisão. Quando vi a cena eu falei para o povo: gente, não é o Enpire State Building. São as Torres Gêmeas, o World Trade Center. E comecei a ver as reprises dos aviões entrando nas torres. Peguei o celular e liguei correndo para o Denis.

    -Denis, vai para casa! Você tem que ligar a televisão! Você não vai acreditar! Uns caras jogaram uns aviões no World Trade Center! Que idéia genial! Não acredito!

    Eu fiquei em choque porque não conseguia parar de rir. Tudo se confundiu. Parecia que eu estava vendo um filme. Eu admirava a audácia e a genialidade dos caras. Mas também achava tudo aquilo um absurdo. Inacreditável. Uma loucura. E pensava:

    “Agora os americanos vão ficar muito putos. É guerra na certa. Tudo pode acontecer.”

    Foi difícil acabar de trabalhar. Não dava para me concentrar mais. Afinal, qualquer coisa poderia vir dos americanos naquelas circunstâncias.

    Voltei para casa e encontrei o Denis grudado na televisão. A cidade estava vazia. Ninguém nas ruas.

    Ficamos aguardando uma retaliação dos americanos. Poderia ser o fim do mundo, sei lá.

    Nossa televisão ficou ligada na CNN por mais de um dia inteiro até termos certeza que o mundo não ia acabar através das mãos do senhor Bush.

    Aos poucos a vida foi entrando no normal de novo. Dia após dia.

    Mas 11 de setembro de 2001 foi um dia que eu senti que uma coisa muito ruim passou muito perto de nós.

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  • Pai Denis

    Liliana | Admirável Mundo Velho,Blogworld,Política não vivemos sem. | Thursday, August 30th, 2007

    Com um marido desses, eu não preciso de cartomante.

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  • Nós podemos sim.

    Liliana | Admirável Mundo Velho,Blogworld,Política não vivemos sem. | Thursday, August 30th, 2007

    Desde pequenos somos ensinados que o indivíduo não vale grande coisa. Ou melhor, não vale nada. Nossa estrutura de ensino valoriza a transferência de conhecmento pura e simples sem a formação e valorização da personalidade de cada criança, salvo raras exceções de escolas alternativas. Assim, quando vamos para a escola pequenininhos já estamos sendo preparados para sermos adultos nulos do ponto de vista político.

    Toda a estrutura de nossas vidas e dos meios de comunicação em massa reforçam a idéia que o indivíduo não vale nada. Você não é nada. Seu voto não muda nada porque é só um. E a vida em si é de uma exigência tal que somos cobrados tão massacrantemente a nos mantermos vivos que vemos apenas o nosso entorno imediato. Isso acontece porque nos ensinaram assim. E isso é reforçado todo dia, toda hora.

    E há o medo. Todos temos medo de fazer algo e sofrermos as consequências por termos ido contra a maioria. Porque as sanções costumam ser individualizadas. Contra aquela determinada pessoa. Porque fomos ensinados a pensar individualmente, não em grupo.

    E nossa auto-estima como indivíduo foi tão minada durante nossa formação e nossa vivência em sociedade que nem imaginamos que a união de meros indivíduos tenha alguma força.

    Mas isso é uma ilusão. Uma ilusão que fazem o possível para manter.

    Imaginem o que aconteceria se todos os correntistas de um grande banco resolvessem retirar todo o seu dinheiro ao mesmo tempo desse banco. Todos resolvessem sacar suas economias no mesmo dia. O banco quebraria.

    Imaginem se todos resolvessem fazer determinada coisa ao mesmo tempo de comum acordo. A coisa aconteceria.

    O difícil é que todos tenham o mesmo propósito. O difícil é a organização. O difícil é convencer a todos que sua participação é fundamental para a ação dar certo. O difícil é a valorização do indivíduo.

    Eu ainda insisto que os blogueiros não se dão o devido valor como grupo. Li a matéria sobre o debate no Estadão e o post do Edney e disseram que os blogueiros brasileiros não somos capazes de retirar alguém do governo.

    Eu acredito que podemos fazer coisas que ainda nem imaginamos, inclusive influenciar a política do país. É só querermos e nos organizarmos dessa forma maravilhosamente anárquica que a blogosfera é.

    Mas para isso temos que estar cientes de nosso valor e nunca duvidarmos dele. Nunca.

    Nós somos Órgãos de Mídia Independente singulares. E vou morrer repetindo isso.

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  • Aquecimento Global: sou inocente ou culpada?

    Desde que comecei a ler no 1001 Gatos sobre “Aquecimento Global: Culpado ou Inocente?”, fiquei com uma coceirinha de falar minha opinião. Ninguém me perguntou nada. Mas como eu não preciso que me perguntem para falar. Então lá vai:

    Eu me considero INOCENTE.

    E vou explicar porque.

    Muito antes desse assunto virar moda, vários amigos, meu marido e eu já estávamos fazendo nossa parte. Por nossa conta, sem ninguém pedir nada e sem ganhar nada em troca. Pelo contrário. A gente tem mais é que pagar para ser correto em termos de meio ambiente. Você tem que investir em tecnologias novas, modificar e construir seu ambiente para impactar ao mínimo a natureza. E essas tecnologias novas costumavam ser mais caras que as que faziam mal ao meio ambiente. Sem falar no trabalho extra que a gente tinha.

    Assim, anos depois, vivendo uma vida correta do ponto de vista ambiental, é claro que eu quero mais é dizer de boca cheia que eu sou inocente.

    Começando pela água aqui de casa, mesmo tendo toda a água do mundo vinda de um poço, restringimos o seu uso a uma caixa de água por semana. E toda ela é jogada num sistema de fossas sépticas especial que retorna esta água para o jardim, devolvendo-a para a natureza limpinha. Minha grama está sempre verde e toda água usada é devolvida para onde foi tirada.

    Minha casa foi construída com estruturas de madeira de reflorestamento autorizado e cuja procedência é atestada. Todo o aquecimento de água é com painéis solares e quando não há sol, a gente não toma banho quente. Cada ambiente tem apenas uma lâmpada econômica de longa duração. E só não trocamos para energia elétrica solar total porque teríamos que trocar as baterias a cada 3 anos e elas são resíduos muito tóxicos. Temos uma lixeira dividida em 3 compartimentos para separar o lixo e separamos. Usamos até o cocô dos cachorros para adubar as árvores do jardim.

    Tudo aqui em casa é usado até acabar. Nossa televisão durou 16 anos e morreu semana passada após ir ao conserto por 3 vezes. A média de vida dos nossos aparelhos domésticos é de mais de 10 anos. E quando foram quebrando foram trocados por aqueles de baixo consumo e de menor impacto.

    Somos contra o consumismo desenfreado e nossos carros são velhos e usados raramente. Meu jipe usa biodiesel e tem mais de 10 anos. O Denis tem um Gol 1000 de 4 anos.

    Só compro o que preciso e tenho roupas com mais de 20 anos no armário. A média de idade de minhas roupas e sapatos é maior que 3 anos. Mas tenho muitas peças de quando eu morava em São Paulo, de 10 anos atrás.

    Fundei uma ONG de proteção aos animais e fui conselheira de outra para o meio ambiente e ainda faço trabalho voluntário com cães abandonados por conta própria. Participo de atos públicos sobre questões ambientais relevantes. Procuro esclarecer as pessoas ao meu redor sobre questões políticas ambientais sempre que posso sem ser chata.

    Sou vegetariana e minha casa é vegetariana.

    Além de comprar terrenos com mata nativa para preservação, eu ainda refloresto com mudas de espécies nativas da Mata Atlântica os locais desmatados. Meu sítio é totalmente auto-suficiente em lenha para as lareiras apenas com os galhos que caem das árvores que plantamos. Minha casa é isolada termicamente para se manter fresca no verão e quente no inverno para não precisarmos gastar muita lenha para aquecimento ambiente ou ter ar condicionado. Com o reflorestamento do nosso sítio, toda a fauna que havia desaparecido aqui, retornou. Mantenho áreas de mata sem cerca para que os animais possam circular livremente.

    Nossa produção de lixo é mínima.

    Ufa. Acho que lembrei de tudo. Que desabafo. (Denis, se eu esqueci de algo, por favor, escreva aí.)

    Dito tudo isso, agora podem vir conversar comigo a respeito de aquecimento global e meio ambiente.

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    Liliana | Admirável Mundo Velho,Blogworld,Política não vivemos sem. | Wednesday, August 8th, 2007

    Vocês estão achando que é brincadeira a história do juíz que deu uma sentença preconceituosa num processo de um jogador de futebol?

    Não é não. É verdade verdadeira.

    O caso é muito sério porque demonstra um retrocesso importante no pensamento social. E este retrocesso não atinge apenas os gays. Atinge quem é diferente. Quem ousa pensar diferentemente do “padrão”.

    Se você é ateu, comunista, vegetariano, gay, de minorias, ou se simplesmente tem idéias originais, você está frito.

    Imagina pegar de frente um juíz de direito do fórum central da comarca de São Paulo que te condena a princípio só porque não aceita alguém diferente dele?

    O artigo no Sítio Paineira Velha explica bem o caso, inclusive tem a sentença completa do meretíssimo juíz, que já foi afastado do cargo. Ainda bem.

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    Liliana | Política não vivemos sem. | Thursday, August 2nd, 2007

    No Dicionário de Filosofia de Nicola Abbagnano, o termo Política significa mais comumente “a ciência de dirigir as ações livres na sociedade civil ou no Estado”, definição de Wolff.

    Explicando melhor, nossa forma de nos relacionarmos com outras pessoas é a Política em si. Por isso que usamos a expressão “política de boa vizinhança”. A forma que a direção de uma empresa trata seus funcionários é a Política dessa empresa para com seus funcionários. O jeito que um governo lida com o povo faz parte da Política desse governo.

    Todos os relacionamentos têm interesses para as partes. É uma constatação nua e crua. Se não houvesse interesse no relacionamento, não haveria de existir o mesmo. E se é a Política que rege esses relacionamentos, a Política às vezes parece que é apenas uma forma de se conseguir benefícios para alguém. Por isso que hoje a palavra Política tem uma conotação tão ruim para certas pessoas.

    Porém, como seres sociais, somos todos seres Políticos necessariamente. Ninguém está fora da Política. Pode estar fora da política governamental, não se interessar pela política estatal, mas faz parte da política social. E principalmente está do outro lado da relação de política do governo. Ou seja, não existe o apolítico. Tudo é Política.

    Conforme se vai usando certas regras e ações determinadas de comportamento e diretrizes políticas em comum com outras pessoas, a tendência dessas pessoas é de se agruparem. Assim, surgem as associações, os clubes, os grupos sociais, as tribos, os partidos políticos, as religiões, enfim, pessoas que pensam e agem igualmente e têm interesses em comum ficam próximas. Tomam partido. Assim, para mim, não existe quem é apartidário. Pode ser que a pessoa não seja filiada a nenhum partido político registrado no Tribunal Eleitoral, mas que ela compartilha de pensamentos de algum grupo, compartilha, pois ninguém é totalmente original.

    Eu, por exemplo, sou anarquista e atéia. Não tenho partido político nem religião. Mas compartilho dos pensamentos dos meus grupos. Eu tomo partido.

    Escrevi tudo isso porque queria me posicionar frente à Campanha Cansei e aos seus opositores.

    Eu não compartilho os pensamentos e ideais do grupo de pessoas que criou o Cansei, nem concordo com a política atual de nosso governo em todos os níveis, municipal, estadual e federal.

    Eu não estou cansada.

    Posso ficar desanimada de vez em quando. Mas cansada de fazer a minha parte, apontar o que eu vejo de errado e tentar mudar para melhor, jamais.

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    Hoje é aniversário do meu maridão gostoso bonito charmoso alto moreno e sensual. Escolhemos ficar em casa que está uma delícia. O dia está maravilhoso e começamos com um bando de pica-paus de peito amarelo nos dando bom dia. Dá para resistir?

    Minhas compras chegaram de Hong Kong direitinho, mas tive que ir pegar no Correios porque teve uma pequena taxa de importação que, pasmem, o Strawberrynet vai me reembolsar! Assim, eu recomendo para vocês usarem a loja deles. Comprar maquiagem, cosméticos e perfumes importados em lojas aqui do Brasil nunca mais! Strawberrynet.com.

    ACM morreu. Mais de dez mil passaram no velório. A maioria para ter certeza que o cara tinha morrido mesmo. Mas deve ter muita gente triste com a morte do coronel: aqueles que adoram paternalismo.

    Fomos ver Harry Potter. Gostei mas não foi lá essas coisas. Sei lá. Acho que eu é que não estava num bom dia ontem. Mas sou fã da série.

    Passei naquela loja de sapatos que eu adoro e que estava em liquidação e não comprei nada. Milagre!

    Só faltam 5 quilos para eu perder. Os jeans ainda não entram. Falando em roupas conheci um blog pelo blog da Tina que eu adorei: o Shoe Me!. Morro de rir.

    Estas são as notícias fresquinhas aqui do Sítio. Podemos voltar a qualquer instante com uma edição extraordinária.

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