Sobre Emails e Comentários

Liliana | Blogworld, Comentando Comentários, Etiqueta ou o Óbvio Repassado | Monday, February 9th, 2009

Quando alguém me telefona mas não consegue falar comigo, eu procuro retornar a ligação assim que eu posso.

Às vezes, eu não recebo o recado que a pessoa me procurou: o celular aqui em São Francisco Xavier não é muito confiável. E  eu simplesmente não sei que me telefonaram.

Outras vezes, eu só recebo o recado muito tarde, então deixo para telefonar no dia seguinte. Pois eu sigo a Regra das 10 horas: não telefono antes das 10 da manhã ou depois das 10 da noite.

Outras vezes ainda, só estou disponível para telefonar de volta tempos depois, pois estou trabalhando, viajando, em um compromisso, etc.. Mas, a Regra da Boa Educação é que se retorne telefonemas em 24 horas.

Se eu telefono para alguém e a pessoa não me retornou em 24 horas, eu ligo de novo pois a princípio eu entendo que a pessoa não recebeu meu recado.

E emails?

Eu procuro levar as mesmas regras do telefone para os emails: tento respondê-los em 24 horas.

Porém, existe uma nova classe de emails para quem se expõe na internet como eu: os emails solicitando coisas. Respostas, consultas, dúvidas, etc.: todos eles de gente entrando em contato comigo mas que não me geram renda, apenas trabalho. Esses, eu procuro responder depois de acabar as minhas tarefas que me geram renda, pois são “pro bono”.

O que tenho observado no entanto e que me deixa muito chateada é que pessoas com as quais tenho relações profissionais não tem nem acusado o recebimento de emails nem tenho tido respostas. Isso é falta de educação e de profissionalismo. É inadmissível.

Quando se manda emails pedindo favores é uma coisa. Quando se manda emails de trabalho, é outra.

Assim, eu sugiro fortemente aos profissionais que acusem o recebimento dos emails de seus clientes.

E Comentários nos blogs?

Deixar um comentário num blog não é garantia que se vai receber uma resposta. Ainda mais um comentário que pede algo. Este fica a critério do autor do blog que vai analisar sua disponibilidade de tempo para responder e acatar o pedido, ou não. Blogs podem ser diálogos. Podem ser. Mas às vezes o autor do blog não quer falar com ninguém, ou não pode. Eu tento responder na medida do possível também dentro de minha vida corrida.

O Leonardo comentou sobre isso e eu entendo bem o que ele sente. Eu tenho sentido o mesmo.

Posts Relacionados

  • Comentários
  • Comentários
  • Problemas
  • Sobre Consultas e Tratamentos
  • Comentários Encadeados, Uma Novidade


  • O Ser Gentil

    Liliana | Etiqueta ou o Óbvio Repassado | Wednesday, January 28th, 2009

    Faço minhas as palavras da Sam Shiraishi neste post onde ela fala que não tem sentindo não ser gentil.

    O post me lembrou de uma história que me aconteceu há muitos anos.

    Uma vez quando ainda era casada, há muito tempo atrás, fomos meu ex-marido, meus sogros e eu almoçarmos num restaurante na Aldeia da Serra, um condomínio fechado tipo campestre perto de São Paulo.

    A fila de espera do restaurante estava enorme e o dia estava muito quente. E  nenhum de nós estava gostando daquela situação. 

    Lá pelas tantas eu pedi para meu ex-marido ir conversar com o maitre sobre nossos lugares mas o que se seguiu nos pegou de surpresa.

    Minha sogra surtou: ela começou a gritar comigo dizendo que se eu não estava satisfeita que fosse embora dali.

    Eu fiquei tão passada que imediatamente me afastei dela e fui para o jardim.

    Meu ex-marido foi atras de mim para que eu voltasse para o restaurante justificando que a mãe dele estava daquele jeito porque tinha perdido um filho e desde então ela estava se comportando daquela forma e que eu tinha que entender.

    Eu expliquei então que só permaneci no local porque não tinha um carro para ir embora, visto que estávamos juntos no carro dos meus sogros. E principalmente, que nada justificava ser indelicada comigo, nem a perda de um filho há meses atrás. E lhe disse que eu mesma, então nessa lógica dela, teria motivos suficientes para ser indelicada com ela e com todo mundo visto ter acabado de ter sido operada de um câncer maligno e que sofrimento por sofrimento eu também estava sofrendo.

    Ele não teve como rebater o que eu disse.

    Finalmente nossa mesa ficou pronta e fui convidada para entrar no restaurante. E lá dentro, repeti meu discurso para minha sogra a respeito que não se justificava sua indelicadeza para comigo.

    Falei tudo e esclareci meu ponto de vista na cara de minha sogra porque era uma pessoa que eu teria que conviver de qualquer jeito e que me era cara, mas concordo com a Sam quando ela fala em cortar relações com os grosseiros.

    Minha sogra concordou comigo na hora e fizemos as pazes ali mesmo. E nosso relacionamento foi muito bom até o fim. E o comportamento dela melhorou no geral também com todos.

    O que eu gostaria de dizer é que nós não sabemos que sofrimentos e desgraças pessoais cada um está passando. Todo mundo tem sua tragédia pessoal acontecendo o tempo todo e ninguém merece e suporta mais um peso na forma de grosseria, indelicadeza, maus tratos além do que a vida já nos faz suportar.

    Não sejamos nós que pioremos a vida do outro com palavras ríspidas e comportamentos agressivos.

    Eu procuro conviver com gente gentil. E quando uma das pessoas de minha convivência tem um comportamento fora do seu normal, de gentileza, eu fico de orelha em pé porque algo muito grave está acontecendo. Para mim a pessoa não está bem, está doente.

    Gente que é grosseiro contumaz eu simplesmente não convivo.

    Posts Relacionados

  • BlogBlogs
  • Querido Diário


  • Creative Commons X Copyright

    Liliana | Etiqueta ou o Óbvio Repassado | Sunday, January 25th, 2009

    Eu vejo muito por aí discussões acaloradas entre partidários do CC e do ©.

    Lembra torcida de time.

    E tem gente que não admite que se torçam pelo outro time.

    Cada um escolhe a melhor licença que se lhe aprouver.

    Ambas tem vantagens e desvantagens.

    Eu escolhi Copyright.

    A princípio, tudo que eu faço tem Todos Os Direitos Reservados. Tudinho.

    Em compensação, eu sou uma pessoa que disponibiliza em tudo que eu faço uma forma das pessoas entrarem em contato comigo. Eu sou muito acessível.

    Então, se alguém quer fazer alguma coisa com algum conteúdo meu, é só entrar em contato comigo.

    E trocar algumas palavras no mínimo.

    Estou pedindo muito? Acho que não. Eu gosto de ter o feedback do que eu faço. E do que querem fazer com o que eu faço.

    Se eu já neguei o uso de algo meu? Que eu lembre não.

    Mas já conheci várias pessoas bacanas por causa disso.

    E até fiquei sabendo que um de meus textos virou um monólogo num teatro.

    Muito legal.

    Posts Relacionados

  • No related posts


  • Eu te sigo no Twitter

    O Cardoso acabou de comentar comigo que o Penn Jillette, aquele mágico superbacana do Bullshit ficou superfeliiz quando uma fã disse para ele que o seguia no Twitter.

    O Penn Jillette (@pennjillette) é um cara famoso, importante, faz shows em Las Vegas, programas de televisão e fica feliz de saber que uma pessoa o segue no Twitter.

    Quando fui ao BlogCamp SP no ano passado, fui falar com uma das pessoas que eu seguia no Twitter também, afinal, seguir alguém no Twitter é compartilhar a vida daquela pessoa de alguma forma. E esperava que essa pessoa tivesse a mesma satisfação do Penn.

    A reação, pelo contrário foi oposta.

    O dito cujo do indivíduo fez cara de nojo e “quem diabos é você?” como se fosse a coisa mais natural do mundo ele ser seguido no Twitter. E nem se dignou a trocar UMA palavra comigo.

    Claro que parei de segui-lo imediatamente. Óbvio.

    Tem gente muito equivocada quanto a fama na Blogosfera e a utilidade do Twitter.

    Nos dias de hoje, que as relações sociais na internet são tudo, o contato com o próximo é ao mesmo tempo bem individualizado e magnificado. E as repercussões são imediatas. E nossa “persona” vai se definindo e se estabelecendo no meio para todo mundo ver.

    Simplificando, um cara como o que eu me aproximei não passa de um zero enquanto o Penn Jillette bem… É o Penn Jillette.

    Posts Relacionados

  • Incluindo
  • Microblogging
  • Twittei
  • #sapomario
  • Receita de Epicuro para a Felicidade


  • Que Orgulho do Jonny

    Liliana | Blogworld, Etiqueta ou o Óbvio Repassado | Friday, November 28th, 2008

    O Jonny Ken, do Infopod e do Decodificando escreveu um maravilhoso texto sobre como resolver desavenças pessoais e profissionais.

    Eu não poderia ter escrito melhor. Por isso, indico o texto do Jonny para vocês lerem.

    Posts Relacionados

  • O Rei do PhotoShop
  • Links – Diário Ateísta
  • Prêmio Amigos Virtuais
  • Carnaval 2008
  • A Verdade Sobre Miss Cangaíba


  • Adoção de Crianças – Um Ato Normal

    Liliana | Admirável Mundo Velho, Etiqueta ou o Óbvio Repassado | Monday, November 10th, 2008

    Fui convidada para fazer um post sobre adoção de crianças.

    Tenho que frisar que é sobre crianças porque o mais comum para mim é adotar cachorros. Porém, se eu um dia tivesse filhos humanos, seria através da adoção de uma criança. Não tenho vontade nenhuma de engravidar. E para mim, tanto faz se meu filho viesse através de minha vagina ou através de adoção, é a mesma coisa: filho é filho.

    Eu cresci com essa percepção da adoção porque meu pai foi adotado.

    Ele tinha 4 anos de idade quando ficou órfão e foi adotado pelos meus avôs. Então, não vejo nada de mais, nenhuma diferença entre o adotado e o parido. Minha mãe foi parida pela mãe dela e meu pai, adotado. Ambos tiveram alegrias e os problemas normais de todos os filhos com seus pais.

    Eu sempre digo que o ser humano adora complicar as coisas.

    A primeira complicação é colocar essa diferença: “Ó, ele é adotado!” Besteira! Não tem.

    A segunda é complicar o processo de adoção. Outra besteira.

    A terceira é insistir em querer espalhar seus próprios genes por pura vaidade. Ridículo.

    Para mim, adoção de crianças é uma coisa supernormal.

    Filho é filho. Simples assim.

    Um dia esse assunto será tão corriqueiro e normal que não será mais necessário se fazer uma postagem especial para ele. E espero que seja logo.

    Posts Relacionados

  • Putaqueopariutreisvezes
  • Ser Adulto
  • Notícias da Joom
  • Mágoa dos Pais
  • Renan


  • Follow You, Follow Me

    Para quem mora num sítio afastada de tudo e de todos, a internet é uma forma real de interação social como qualquer outra.

    Uma amizade via internet tem o mesmo peso que uma amizade corpo a corpo. Não há mais a diferença entre real e virtual. Tudo é real.

    A internet é apenas outra forma de comunicação entre amigos, como o telefone, ou cartas ou uma vista na casa da pessoa.

    Tenho vários amigos que me comunico pela internet. E as formas de comunicação com eles varia de acordo com o programa usado, a interface escolhida.

    Varia também com a familiaridade deles com a tecnologia. Há alguns que mal sabem mandar emails. Outros já preferem usar webcams em Macs. Isso passando pelo Orkut.

    Além de minhas amizades, também tenho contatos profissionais pela internet pelas mesmas ferramentas. E confesso, que às vezes tenho que fazer uma limpeza para não confundir alhos com bugalhos.

    Por exemplo, hoje peguei o Twitter.

    Fiquei sabendo de um site que indica quem segue você e você não está seguindo, e quem você está seguindo e não te segue. O link para o site é esse: Friend Or Follow.

    Primeiro eu tive que ver para que me serve o Twitter, uma ferramenta superimportante de midia social. O que eu quero dele?

    Em primeiro lugar, contato com pessoas que eu me importo. E, com pessoas que se importam comigo, óbvio.

    Em segundo lugar, me manter informada de novidades em tempo real através de pessoas legais e confiáveis, de preferência que estejam no primeiro grupo.

    E em terceiro lugar, conhecer novas pessoas e novas idéias retribuindo “followers”. Dando uma chance dessas pessoas se expressarem.

    No decorrer do dia, ao trabalhar no meu computador, o Thwirl vai piscando com os microposts. Às vezes algum me chama a atenção e eu paro o que estou fazendo, outras, apenas passa batido. Porém, percebo que aos poucos essas pessoas que tuítam vão fazendo parte do meu dia a dia. Não sei como é com vocês. Mas para mim é muito interessante. Sinto que enriquece meu dia.

    Posts Relacionados

  • Teste de Tipo de Inteligência
  • Que espécie você é?


  • Detesto Gente Covarde

    Liliana | Admirável Mundo Velho, Etiqueta ou o Óbvio Repassado | Saturday, September 13th, 2008

    Eu gosto de tomar meu café da manhã vendo notícias e emails no computador. E nada melhor para acompanhar uma xícara de café com leite que um cigarrinho.

    Como não estou na minha casa e sim, no restaurante da pousada, tomo o cuidado de perguntar para todas as pessoas que estão a minha volta se eles se importam que eu acenda um cigarro.

    Antes de qualquer coisa, o ambiente é aberto. Não tem paredes, só teto e uns troncos de madeira dando sombra. O ar circula livremente pelo restaurante e quando chove, a gente se molha lá dentro. Parte do teto é de tabua e as janelas entre os troncos ficam abertas o tempo todo. Ou seja, eu pergunto por educação porque estamos num ambiente aberto.

    Como sempre, hoje perguntei para a única mesa ocupada atrás de mim se eles se importavam que eu fumasse. Um dos homens logo disse: não, pode acender, fique a vontade.

    Eu agradeci e me virei de costas e continuei fazendo o que estava fazendo.

    Logo depois, o gerente da pousada veio falar comigo.

    - Liliana, eu já tenho uma certa intimidade com você e queria dizer que os hóspedes reclamaram que você estava fumando no restaurante.

    Eu fiquei surpresa porque não havia outros hóspedes além daqueles a quem eu havia perguntado se se importavam que eu fumasse.

    - Foram eles mesmos.

    -Mas como? Era só dizer que não queriam. Por isso que perguntei.

    - Eles não reclamaram exatamente. Ficaram fazendo sinais e caretas para o Jaildo enquanto você fumava.

    -Humm.

    -Sabe, Fernando. Detesto gente covarde.

    - Jaildo, por que você não me avisou que os outros hóspedes estavam reclamando que eu estava fumando na hora que eu estava fumando? Daí eu poderia falar com eles. Porque eu tinha acabado de perguntar se eles se importavam que eu fumasse. Ia ser muito interessante conversar com eles.

    (Jaildo fica sem jeito)

    - Jaildo, quantos dias eles vão ficar hospedados?

    - Não sei.

    - Vá ver, por favor.

    - Só uma diária, Liliana.

    - Só uma? Eu vou ficar pelo menos 24… Da próxima vez que alguém reclamar de mim pelas minhas costas, fale comigo na hora. Porque eu sou uma pessoa muito bem educada e não fumaria antes de pedir permissão das outras pessoas no ambiente.

    - E sabe, Liliana, depois que eles saíram, o homem acendeu um cigarro.

    Posts Relacionados

  • Simples assim
  • Eu Odeio Palhaço
  • Que Belo Inverno
  • 6 coisas aleatórias sobre mim
  • Como funciona a minha mente


  • Moda Praia Para Homens

    Vinicius
    http://ligeiro10.sites.uol.com.br |
    Estou gostando o seu blog. Muito legal mesmo. Bem escrito.
    Post tbm tá bem legal.
    Tudo bem q é para mulher, adoro saber dos assuntos alheios.
    Mas ainda bem que para homem, uma bermuda e um pé calejado para andar na calçada são o máximo.
    até

    Recebi esse simpático comentário do Vinícius e não pude deixar de escrever minhas impressões.

    Pensando nos adoráveis representantes do gênero masculino, eu só tenho para falar que em relação a moda praia para eles: quanto menos, melhor.

    Ou seja: o Vinícius está certo, uma bermuda é suficiente. Acompanhada de um certo bronzeado.

    Um par de óculos escuros e um boné também pode.

    Uma camiseta para ser usada fora da praia deve ser usada, porque sem camiseta, só na praia. É o mesmo conceito para as mulheres: quem quer mostrar seus atributos, vai para a praia.

    Calça compridas só se estiver frio, e de preferência de tecidos leves e cores claras. O corte pode ser largo, amarradas na cintura. Para usar a noite.

    Agora, se quiser arrasar com as mulheres, use camisas de algodão levinhas, meio abertas e com as mangas enroladas. Ai, ai.

    Camisetas sem mangas também são conhecidas como “mamãe tô forte”. Elas são horríveis e bregas. Vocês não precisam usá-las. Pode deixar que a gente sabe ver se vocês estão fortes ou não através de outras peças de roupas.

    Camisetas furadinhas também não. Vale o que escrevi acima.

    Em relação a agasalhos na praia, moletons e malhas ficam superbem. Principalmente se vocês nos oferecem quando estamos com frio. É supergostoso usar uma malha de homem larga.

    E speedos? Ahh. Difícil… São poucos os homens que ficam bem de speedos sem parecerem vulgares ou horrorosos. Tem que estar com o corpo em dia. Tem que estar com o bronzeado em dia também. E tem que ter uma postura elegante para não parecer garoto de programa fazendo michê na praia. Por isso, as bermudas não tem erro. Na dúvida: bermudas.

    E uma dica sobre bonés e camisetas: cuidado com o que está escrito em seu boné ou camiseta. As frases e marcas que você expõe falam muito sobre você. Ou você usa peças neutras, que não têm erro, ou escolha bem as mensagens que você quer passar, pois será julgado por elas.

    E sapatos? Bem. na praia é quando os homens podem usar sandálias a vontade. Havaianas, de tiras de couro, o único cuidado é para não usar aquelas que parecem que você roubou do seu avô. Tênis ficam bem a noite e mocassins para ocasiões mais formais. E de preferência, sem meias, para a gente ver o bronzeado do tornozelo.

    Acessórios. Bem, tem uns caras cujos únicos acessórios são umas lindas tatuagens. E não precisam de mais nada. Tem outros que usam brincos. Brincos são legais mas têm que combinar com o conjunto. Eu gosto, mas o que vale é o quadro geral harmônico. Pulseiras de couro, fitinhas, também valem. Bem másculas, é claro. Anéis de prata e colares dependendo do porte de quem usa fica lindo. O importante é o cara estar a vontade com os acessórios, como se não estivessem alí. O acessório bem usado é aquele que se funde com a personalidade do homem, como se tivesse tudo a ver ele estar usando. O que não destoa, só complementa. Os acessórios para as mulheres chamam a atenção para si, se destacam. Para os homens, eles devem se fundir com o visual, não se destacar.

    Bem, meninos, espero que tenha ajudado.

    Vejo vocês na praia!

    Posts Relacionados

  • Praia de Tourinhos
  • Havaianas
  • Por que eu não vou comprar uma Ankle Boot
  • São Miguel do Gostoso 2 – A Praia
  • Liliana, Programadora


  • Moda Praia

    Para quem adora saltos altos, praia não é o lugar ideal.

    São Miguel do Gostoso tem areia e calçamento de pedras ou rua de terra batida, como toda boa cidade de praia deve ter. Assim, o calçado ideal para se usar e não destoar da paisagem são sandálias baixinhas, rasteirinhas. Acho muito perua usar salto alto em praia na areia ou em ambiente descontraido.

    A campeã da preferêcia são as Havaianas. De todas as cores. Tenha várias para combinar com o biquini, com o vestidinho, com a roupa do dia.

    Na praia, na minha opinião o elegante é se usar saída de praia, uma roupa para não ficar de biquini ou maiô fora da areia, na rua ou em ambientes fechados. Não acho chique esta exposição desnecessária. Afinal, todo mundo vai te ver de biquini na praia logo depois. E se você quer se mostrar, vá pra a praia!

    Por isso, uma linda sacola de praia é fundamental!

    Na sacola você leva a tal saída de praia que pode ser um vestidinho curto, uma sainha ou shortinho com top, um camisão com um cinto bonito, uma canga com uma amarração transada. Na sacola vai também um chapéu. Eu uso um boné de estimação com óculos escuros que ninguém me reconhece. Comprei também uma esteira pequena dobrável pra poder me deitar em qualquer lugar. Pode ser uma toalha, claro. Vai protetor ou bloqueador solar para o rosto e para o corpo, separados. Vai o som com fones de ouvido para não obrigar ninguém a conhecer seu gosto musical. Vai a garrafinha de água, o lanchinho com frutas, o troco para a água de coco. Enfim, uma enorme bolsa alegre e colorida para caber tudo, tudo.

    Roupas indianas combinam muito com praia. As roupas larguinhas e bordadas. Batinhas e saionas. Mas tome muito cuidado com elas para você não ficar parecendo uma gordona enorme nessas roupas. Por isso, prefira usar apenas uma peça larga com outra justa para mostrar o contorno do corpo. Por exemplo, um top sequinho com uma saia indiana, ou uma bata com um shortinho justo. Cuidado com os vestidos indianos. A falta de corte deles tende a engordar muito. Você precisa ser muito magra para usá-los. Ou então faça-os marcar o corpo.

    Além das roupas indianas, usam-se roupas de tecidos leves, de fibras naturais, como o algodão, linho cambraia. As cores são claras, muito branco e cores pastéis. Aqui tome cuidado de novo para alternar peças largas e peças justas para não ter o efeito de engorda. E assuma que você está na praia e desencane de roupas passadas a ferro e engomadas!

    Mas as roupas não são só pastéis e brancas. Você pode salpicar-se de cores alegres, solares, azuis, verdes, com uma peça ou outra. Combina muito com o bronzeado.

    E tem o preto. Vale também. A noite, para arrasar numa mini, que tal? Ou um vestidinho num look preto total?

    E os acessórios? São completamente diferentes na praia. Aqui se usa prata, madeira, penas, conchas, couro, contas, miçangas, pedras e o que a imaginação atinar. A simplicidade das roupas é descontada nos acessórios vistosos e coloridos.

    Eu tenho um parâmetro simples para escolher acessórios e roupas de praia que é o seguinte: como estou numa cidade de praia e posso ir para a areia a qualquer momento, posso andar de buggy a qualquer momento, tomar chuva a qualquer momento, posso resolver entrar no mar a qualquer momento, enfim, estou livre para fazer qualquer coisa a qualquer momento, eu vou preferir estar vestida com a roupa mais confortável, mais natural, mais barata, mais sexy, mais versátil, mais bonita e que me deixe mais bonita possível; com o acessório mais barato e mais bonito possível que se eu perder na areia ou no mar eu não vou morrer.

    Vocês repararam que eu nem mencionei bermudas, tênis, abrigos de ginástica? Desconjuro! Repare no negrito acima!

    Bem, já falei de roupas, quero dar minha opinião sobre cabelos. Eu gosto de cabelos ao natural. Eu só penteio os meus no banho e só prendo para andar de buggy ou para por o boné. Num ambiente tão rústico e primitivo eu acho lindo a gente voltar a ser primitivo também. Liberdade para os cabelos e para os cachos!

    Esse negócio de praia, com todo mundo com pouca roupa, clima quente, calor, sol, mar, sal é algo muito sensual. E a beleza verdadeira, na minha opinião é deixar aflorar essa sensualidade. É a mulher ser mais mulher e o homem ser mais homem. E nossas roupas e acessórios devem nos auxiliar nessa tarefa, não nos abafar.

    PS – É possível ser sensual e chique ao mesmo tempo.

    Posts Relacionados

  • Praia de Tourinhos
  • Moda Praia Para Homens
  • São Miguel do Gostoso 2 – A Praia
  • Liliana, Programadora
  • Havaianas


  • Crianças Mal-Educadas

    Liliana | Admirável Mundo Velho, Etiqueta ou o Óbvio Repassado | Sunday, July 20th, 2008

    Chove em São Miguel do Gostoso e eu estou no restaurante da pousada com meu laptop esperando o tempo melhrorar.

    O roteador daqui é igual ao meu, mas não sei porque o Wi-Fi não pega no meu chalé, que é o 12. Pega até o 9 só hoje porque mudaram o local do roteador. (Talvez eu mude de chalé.)

    Mas eu gosto de ficar no restaurante. Eu já fiz amizade com o pessoal, o Isaías o cozinheiro, o Jaildo e o Manuel, os garçons, as meninas da cozinha. A gente fica batendo papo enquanto eu surfo na internet e escrevo.

    Pois bem, hoje é domingo e veio umas famílias para a pousada que é basicamente um lugar sossegado de casais e junto, vieram crianças.

    Se eu gostasse de crianças teria tido as minhas, conviveria com crianças, o que não é o caso. Porém, como é ambiente público, sou exposta a tudo que aparece.

    E então se aproxima uma menininha.

    - O que é isso?

    - Um computador.

    - Para que serve?

    - Para entrar na internet e trabalhar. (Não mexa aí, por favor. Enquanto ela colocava as mãozinhas sujas de areia no teclado.)

    - Onde desliga?

    - Neste botãozinho.

    (Ela aperta mais rápida que um corisco.)

    Eu falo firme: eu pedi para você não mexer no meu computador! O que você fez? Eu disse que não era para tocar!

    A menina faz cara feia de quem acabou de levar uma bronca e volta para a mesa ao lado com a tia que solta um “mas que mulher grossa” baixinho mas suficiente para eu ouvir.

    Eu, que não levo desaforo para o chalé devolvo: grossa é essa criança que não tem educação pois eu falei com educação para ela não mexer no computador e ela mexeu mesmo assim.

    - Mas ela é uma criança. E a senhora foi grossa.

    (Criança grandinha diga-se de passagem.)

    - A senhora que dê educação para essa criança. E pode começar ensinando ela pedir desculpas por ter mexido no meu computador depois de eu ter pedido educadamente para não mexer.

    - Se a senhora fosse mais educada, eu ensinaria mas não vou ensinar.

    - Então continue com sua criança mal-educada.

    (E fim de papo.)

    Eu acho engraçado as pessoas reclamarem de gente que simplesmente aponta quando nos invadem. Crianças depois de uma certa idade entendem perfeitamente o que devem e o que não devem fazer. E os responsaveis, como o nome diz, são responsáveis pelos atos dessas crianças e devem ensinar as regras de convivência social.

    Na medida que a regra não foi seguida, e eu sou obrigada a impor meus limites porque o responsável pela criança não o fez, fica aquele climão.

    Acho que a maioria das pessoas se deixa invadir, releva. Para depois reclamar: nossa, que crianças mal-educadas! por trás. E nada é feito.

    Então sou mal-educada por expressar em voz alta meu descontentamento por uma pirralha mal-educada vir me atrapalhar e desligar meu computador após eu ter pedido aducadamente que não mexesse nele?

    Deveria ter rido?

    Achado graça?

    Poupe-me, senhor.

    Posts Relacionados

  • Putaqueopariutreisvezes
  • Ser Adulto
  • Adoção de Crianças – Um Ato Normal
  • Renan
  • Família


  • Nesse Ônibus Eu Embarco

    Liliana | Blogworld, Etiqueta ou o Óbvio Repassado | Wednesday, July 9th, 2008

    Essa imagem aí de cima é de uma promoção do blog Viamão Lotado dos meus amigos Janio e Daniel.

    O nome vem de um ônibus de uma cidadezinha pequenininha e eu achei bem simpático.

    É um blog metabloguístico, ou seja, um blog sobre blogs, que assim que eles fizeram, eu assinei o feed. Porque esses dois entendem de blogs. Ah, como entendem.

    Mas esse não é principal. Claro que eu gostaria que vocês fossem lá conhecer o blog dos meus amigos e participassem da promoção para ganhar a geladeirinha USB (tão na moda atualmente).

    O negócio é que esses dias aconteceu um fato comigo que veio a calhar com essa história.

    Eu precisei de uma pessoa e esta pessoa, que eu achava que era minha amiga, não correspondeu a altura da amizade que eu a dediquei por anos e anos. Eu sei que essas coisas acontecem. Mas não deixa de ser desagradável.

    Quando o Janio e o Daniel precisaram de ajuda para divulgar o blog deles, eu nem pensei duas vezes, porque eu sou amiga deles.

    E amigo, é para isso.

    É um prazer falar bem de uma coisa legal, feita por gente legal.

    Janio e Daniel, boa sorte com o Viamão!

    Posts Relacionados

  • Divulgando uma Campanha que achei pertinente…
  • Só Rindo…
  • Fazendo novos amigos
  • Eu gosto de finais de ano.
  • Gordo ou Magro?


  • Do Direito De Não Te Convidar

    Liliana | Admirável Mundo Velho, Etiqueta ou o Óbvio Repassado | Monday, June 30th, 2008

    Esse caso do menininho que não quis convidar dois coleguinhas para sua festa de aniversário e deu o maior quiprocó na Suécia me chamou bastante a atenção.

    O tal garotinho fez questão de não convidar na frente de todos os outros amiguinhos dois desafetos: um deles já não tinha convidado para sua festinha de aniversário, então ele apenas retribuiu o “não-convite” e o outro, havia brigado com ele, eram inimigos.

    Pois a escola e os tais desafetos se sentiram discriminados na hora da distribuição dos convitinhos, como se ele tivesse obrigação de convidar a todos os coleguinhas da classe, mesmo quem ele não quisesse.

    O caso ganhou os tribunais!

    Pode?

    Na Suécia, pode.

    Os limites do “politicamente correto” neste caso foram francamente ultrapassados no quesito liberdade do menininho de demonstrar sua insatisfação com seus desafetos.

    Ninguém deve ser obrigado a convidar outra pessoa de quem não se goste em nome da política de boa vizinhança ou por ser o “socialmente mais legal”.

    As pessoas não estão acostumadas a confrontos. A hipocrisia e a mentira reinam por todo o lado, inclusive na Suécia. Se alguém não quer ser hipócrita e demonstrar seu desagrado com outrém, é tratado como bandido.

    Se todos estimulassem que as ações viessem à luz da verdade para que seus resultados fossem sentidos e absorvidos, o mundo seria melhor.

    Eu conclamo meu direito de mostrar minha insatisfação com você e não ser hipócrita. Se você pisar na bola comigo eu não vou sorrir e dar tapinhas nas costas enquanto falo mal de você por trás. Você saberá que me desagradou. E espero que a recíproca seja verdadeira. Isso economiza tempo e energia.

    Não é muito mais fácil assim?

    Posts Relacionados

  • Pensamentos
  • Pelo Direito De Não Gostar
  • Ermitã Assassina
  • Um Blog Que Te Prende
  • Roubaram o Bar


  • Aborto, O Problema É Mais Embaixo

    Ontem um dos blogs que eu leio, o Papo de Homem publicou um post sobre Aborto.

    Eu odiei o texto porque o autor, um leitor convidado, foi muito infeliz ao escrever sua opinião e eu achei que por ser um assunto tão importante, o PdH poderia tê-lo apresentado de outra forma, com mais qualidade e informação. Uma pena. Um desperdício de espaço virtual e de tempo de quem leu o tal post.

    Independente se sou contra ou a favor do aborto, a questão primeira que defendo sempre e continuarei defendo é a LIBERDADE INDIVIDUAL DO SER HUMANO DE GERIR SUA PRÓPRIA VIDA.

    Quanto mais desenvolvida uma sociedade e seus participantes, precisaríamos de menos leis que a regulassem, teoricamente. Pois as pessoas se auto-regulariam. Isso é totalmente utópico, anárquico. Mas a anarquia parece que é a forma mais avançada de organização social. Por isso estamos longe dela.

    Mas todo passo em direção à liberadade individual é bem-vindo.

    Hoje, o Estado decide por nós várias coisas. O que podemos ou não fazer. Não temos autonomia de decisão sobre nosso corpo.

    Por exemplo, seria meu direito andar de moto sem capacete e ter minha cabeça esbugalhada no asfalto se eu quisesse. Mas a Lei não o permite. Seria meu direito andar sem cinto de segurança e ser arremessada do carro numa batida, mas a Lei não me permite. Esses são exemplos corriqueiros de como o Estado interfere em minha liberdade individual. O mérito do porquê ele o faz, não importa. Mas ele o faz.

    Como ia dizendo, eu defendo a liberdade individual, para a pessoa fazer o que bem entender consigo mesma, sem interferir com outros.

    Hoje no Brasil é negado o direito de escolha às mulheres do que fazer no caso de engravidarem. A única opção é que levem suas gravidezes a termo salvo no caso de estupro ou risco de vida da mãe me parece.

    Isso que me incomoda: a falta de liberdade de escolha. A imposição de um resultado.

    Cada indivíduo, na minha opinião deve poder decidir sobre as questões fundamentais de sua vida. E ter uma filho é uma questão fundamental. O Estado não é capacitado para decidir isso por ninguém.

    Permitindo a liberdade de escolha, daí sim o indivíduo poderá formular sua decisão baseada em suas próprias convicções morais, religiosas, éticas, culturais, psicológicas, financeiras.

    Não precisamos de um Estado paternalista. E sim de um governo que nos respeite.

    Posts Relacionados

  • Aborto
  • Eu Sou A Favor Do Aborto
  • Sobre Descriminalização do Aborto
  • Luciano Huck, o Ladrão e Tropa de Elite
  • Resolvido.


  • Como Parecer Rica

    Confesso que resolvi escrever este texto com uma certa revolta. Mas depois, pensando bem, resolvi ser didática e entrar no clima do blog.

    Ontem eu fui até a Receita Federal atualizar meu CPF e entrei em contato direto com o povo querido do nosso Brasil. Numa fila de serviço público tem todo tipo de gente e eu, falante que sou, e como tenho cara de pinico, logo algumas mulheres estavam conversando comigo.

    Lá pelas tantas, a mulher do meu lado direito falou assim: vai você na mesa da frente perguntar, porque rico eles não vão tratar mal e eu sou pobre ela nem vai me responder.

    Na hora eu fiquei tão revoltada. Bateu tão mal o que ela falou. Porém eu fiquei quieta e fingi que nem ouvi e logo depois ela mesma foi até a mesa da frente e foi atendida e teve o problema resolvido.

    Por que ela falou aquilo? A diferença entre nós era patente: eu estava bem vestida e ela estava esculachada. Eu tinha boa postura e ela era toda encurvada. Meu rabo de cavalo estava impecável o dela, todo caindo. Meus papéis estavam numa pastinha, os papéis dela estavam num saco plástico. Eu falava baixo, ela falava alto. Eu não reclamava, ela só reclamava.

    Por todas essas razões ela concluiu que eu era rica.

    Então, vou ensinar vocês a parecer rico.

    Em primeiro lugar você tem que se sentir nem melhor nem pior que as outras pessoas. Você é você e pronto. Isso basta. Você merece ser bem tratado, ter o respeito dos outros, ter seus limites respeitados por ser você e ser você é mais que suficiente, não importa sua conta no banco, se é que você tem conta no banco (isso nem interessa).

    Quando a gente tem esta tranquilidade de saber o que a gente merece, quais os nossos direitos e obrigações e aonde estamos no mundo, qual o nosso papel, nossa postura muda. Podemos levantar a cabeça, empertigar o tronco pois não temos do que nos envergonhar, pelo contrário, temos a percepção de nossa importância para nós mesmos principalmente e para o meio que nos cerca.

    Então, uma segurança interna, um comportamento condizente com esta segurança e uma postura de corpo são importantes para parecer rico.

    Continuando a lição. Você pode parecer rico em qualquer roupa praticamente. Depende muita da postura e do comportamento, como já expliquei. Mas, antes de pensar na roupa, tem o asseio. Não adianta estar com uma roupa linda se não arrumou o cabelo, se as unhas estão sujas e quebradas ou se você não tomou banho. Não precisa ter dinheiro para se manter limpo, com as unhas em dia e com o cabelo arrumado. A mulher em questão nem prendeu direito o rabo de cavalo! Rico não sai de casa se não estiver arrumado. Se você não está a fim de caprichar, não se exponha. Mas se você tem que sair, faça o mínimo que precisar, mas faça bem feito. Nossa casa é o lugar de ficarmos a vontade, descabeladas e desarrumadas, e ninguém tem nada a ver com isso, mas na rua…

    E as roupas?

    Ah! Pois eu aposto que eu paguei bem menos pelos meus sapatinhos mary-jane de salto alto preto que eu usei ontem do que ela pagou pelo par de tênis que ela usava! Como o brasileiro se veste mal! E as pessoas sabem que no fundo estão mal vestidas. E eu fico chateada porque é tudo opção delas. Elas se vestem mal porque querem. Acho que é aquela falta de cuidado para com elas mesmas básico. De nem pensarem sobre isso. De nem pensarem que poderiam ser elas que poderiam estar com a roupa bonita que o “rico” está usando. Acredito que eles nem se vêem usando roupas diferentes.

    Para se vestir bem é preciso pensar em roupas. Gastar uns neurônios com o assunto. Perder um tempinho com isso. Gastar um dinheiro e investir em algumas peças sabendo escolher bem coisas que durem bastante e que não saiam de moda. Hoje em dia há opções de roupas de todos os preços, o negócio é garimpar. Garimpar é o verbo de quem gosta de roupas.

    Quando eu era criança eu aprendi um conceito muito legal de uma mulher muito chique que vou repassar para vocês: ela era casada com um diretor de banco internacional e tinha que ir em muitas festas e jantares e recepções e não podia repetir roupas. Mas ela não tinha dinheiro para tudo isso. Daí ela me contou que comprava suas roupas em lojas indianas baratinhas e fazia uma mágica com acessórios. Ela era francesa, de Paris e me falou seu segredo: o importante é ser exótica e ter imaginação. (E magra!)

    Falando em ser exótica, na verdade cada um deve usar o que faz se sentir bem.

    Eu posso falar só por mim: eu uso roupas que valorizam meu corpo, que elevam meu humor, que me fazem me sentir bonita, que me deixam feliz. Eu uso roupas para mim. O conjunto de minhas roupas e minha atitude impactam as pessoas de determinada forma, acredito que favorável. Mas o mais importante, é que eu fico satisfeita.

    E uma última dica: tenha um espelho grande em casa. Veja-se de corpo inteiro. E vá experimentando novos looks até você se olhar e sorrir para você mesma.

    Posts Relacionados

  • Roberta Marinha
  • Cara de Rica
  • Pais
  • Ansiosíssima
  • Maquiagem


  • Next Page »

    Powered by WordPress | Theme by Roy Tanck
    Liliana Pellegrini. Todos Os Direitos Reservados.