Minha Breve Opinião Sobre Twitter, Blogosfera e Outras Coisinhas
Enough said.
Queridos do meu coração, minha blogagem está garantida por mais um ano.
Lembram que eu falei que estava com problemas com o Google Adsense?
Pois é, ele pagou finalmente! Meu primeiro pagamento.
Eu não sou problogger milionária como o outro cara que mora aqui e ganha um monte de presentinhos tipo cremes para o rosto e barrilzinhos de cerveja e meu Adsense é pífio. Então, uma vez por ano eu recebo o pagamento para pagar as despesas com os blogs e mais um troquinho para comprar ração para os cachorros gordos aqui de casa.
O Cardoso bem que falou há uns dias: a situação está tão feia que logo, logo eu vou ter que namorar uma blogueira do blogspot.
No que eu respondi: mais um pouco e pode deixar que eu me mudo para lá eu mesma!
Well, não vou precisar me mudar este ano.
Aleluia!
Porque o mínimo é que meus blogs paguem suas próprias despesas.
Agora, me aguentem…
- querido, você jura que você quer ver Mutantes?
- quero.
- mas é muito ruim.
- eu adoro coisa ruim.
- você vai me obrigar a ver isso?
E eu vejo Mutantes e morro de dar risada abraçada com ele no sofá.
Não sei se foi antes ou depois que passou o jornal. Nós não vemos jornal de TV aberta. Mas vimos esse e a notícia estava lá: empresário achado morto com um bilhete que dizia “Sexo é bom ‘mais’ mata. Assinado Shirlei A Matadora”. E o jornal informava que a polícia tinha suspeita que se tratava de um homicídio.
- “Shirlei, A Matadora” e eles ainda tem dúvida se é homicídio? Isso dá nome de blog!
- dá.
- e “Sexo é bom mais mata” fica bem de descrição do blog.
- é.
E assim que os blogs são criados.
Ontem fui com o Cardoso ver Watchmen lá no shopping em São José.
Ele é superfã e já havia me falado sobre a graphic novel, sem me contar spoilers, mas já havia elogiado muito.
Eu não tinha idéia do que ia ver.
Fiquei de boca aberta.
Perdi o rumo no final do filme e sai para o lado errado do shopping para pegar o carro.
Puta filme. Puta história.
A introdução é simplesmente maravilhosa. E você pode ver aqui, no post do Cardoso.
O Bruno fez uma análise bárbara do filme e posts especiais sobre o Watchmen que também valem muito ler. (Parte 1, Parte 2 e Parte 3)
Eu, do meu jeito, só digo: puta filme.
Blá blá blá e o ano começou.
Tem empregada nova em casa.
Namorado velho.
Cachorros anciãos.
O mesmo sapo Mario e o primo dele, Loshas.
Eu continuo na luta contra a balança para perder os quilinhos que ganhei ano passado.
Mas, como sempre, tenho que dizer: agora vai.
Agora vai o regime.
Agora vai o trabalho.
Agora vai(vão) os negócios.
Agora vai.
E este ano estou disposta a provar para meu namorado sabetudo que blogs diarinhos têm seu lugar ao sol na blogosfera.
Ele vive dizendo que isso aqui não vai para frente economicamente porque é diarinho. “Não é interessante.”
Pois eu discordo.
Geralmente o meu problema é que na grande maioria das vezes estou a frente do meu tempo. E achar que os blogs diarinhos têm seu atrativo comercial já é realidade em outros países.
Se você entrar na lista dos maiores blogs do Technorati vão achar blogs diarinhos sim! (Exemplo exemplar: Dooce)
Desde quando o público que me lê é menos interessante e menos alvo que o que lê outros blogs?
Para variar, vou contra a corrente brasileira.
Cansei de ouvir de Meritocracia Informal da Internet.
Até googlei o termo para saber exatamente o que significava.
Na minha realidade, vi que esse termo não se aplica.
Daí, inventei meu próprio termo porque eu invento o que eu quiser porque o blog é meu: importanciabilidade.
A Importanciabilidade do meu blog é enorme.
E ela é grande para mim e para quem o lê.
Interessante que meu blog é um blog lido mas pouco comentado na meritocracia informal da internet. Eu sei que a qualidade de leitores que o lê é excelente. A nata. Assim, sua importanciabilidade é grande por causa dos seus leitores importantes.
Mas ele tem grande importanciabilidade também porque eu gosto dele. E gosto de fazê-lo.
Então, se você está lendo isso saiba que você é muito importante para mim e para a importanciabilidade deste blog.
Obrigada!
Se você foi nesse blog e sentiu repulsa, fique tranquilo: você é magro.
Vi na BBCBrasil.
A Carol querida me passou um meme: 6 coisas aleatórias sobre mim.
Quem quiser continuar com a assunto, por favor, fique a vontade!
Minha família nunca me entendeu.
Por exemplo, naquelas férias num verão distante que nem lembro quando, eles não entendiam porque eu não saía do apartamento e ia para a praia.
Meu tio, engenheiro, tinha acabado de comprar um computador CP200 da Prológica e tinha levado para nosso apartamento na praia. Nossas férias eram aquela coisa familiar de juntar um monte de parentes no apartamentinho pequeno com a avó fazendo o almoço, essas coisas.
Mas tinha o tal computador que eu nunca tinha visto pessoalmente.
E foi suficiente para eu trocar toda a praia, todo o sol, todas as paqueras e o mar.
Eu quis aprender a mexer com aquele negócio.
Eu sou auto-didata.
Então, sentei a bunda no chão, e comecei a mexer.
Fiquei fascinada. E resolvi programar.
Eu me lembro de conversar com o computador, ir entendendo a linguagem que nem sei que nome tinha.
E programei.
Foi algo simples, mas muito significativo:
- “Olá”.
- “Olá.”
- Qual o seu nome?”
- “Liliana. E o seu?”
- “Pau no cu do curioso.”
E assim se encerrou minha carreira de programadora. E eu pude ir para a praia aproveitar o restinho do verão.
E desde então eu mantenho uma relação toda especial com os computadores.
(Inspirada por este texto aqui.)
Estou muito chateada com meus blogs.
Eu não consigo acessá-los direito. A mesma coisa acontece com minhas contas de correio ligadas aos domínios.
“Host Unknown.”
“O navegador desistiu…”
E quando acesso, tudo lento. Demora para entrar.
Está difícil trabalhar assim.
Muito chato.
Assim, por favor entendam a falta de posts, a demora para eu responder emails, liberar comentários e respondê-los…
Será que eu vou conseguir postar isso?
Quando alguém me telefona mas não consegue falar comigo, eu procuro retornar a ligação assim que eu posso.
Às vezes, eu não recebo o recado que a pessoa me procurou: o celular aqui em São Francisco Xavier não é muito confiável. E eu simplesmente não sei que me telefonaram.
Outras vezes, eu só recebo o recado muito tarde, então deixo para telefonar no dia seguinte. Pois eu sigo a Regra das 10 horas: não telefono antes das 10 da manhã ou depois das 10 da noite.
Outras vezes ainda, só estou disponível para telefonar de volta tempos depois, pois estou trabalhando, viajando, em um compromisso, etc.. Mas, a Regra da Boa Educação é que se retorne telefonemas em 24 horas.
Se eu telefono para alguém e a pessoa não me retornou em 24 horas, eu ligo de novo pois a princípio eu entendo que a pessoa não recebeu meu recado.
E emails?
Eu procuro levar as mesmas regras do telefone para os emails: tento respondê-los em 24 horas.
Porém, existe uma nova classe de emails para quem se expõe na internet como eu: os emails solicitando coisas. Respostas, consultas, dúvidas, etc.: todos eles de gente entrando em contato comigo mas que não me geram renda, apenas trabalho. Esses, eu procuro responder depois de acabar as minhas tarefas que me geram renda, pois são “pro bono”.
O que tenho observado no entanto e que me deixa muito chateada é que pessoas com as quais tenho relações profissionais não tem nem acusado o recebimento de emails nem tenho tido respostas. Isso é falta de educação e de profissionalismo. É inadmissível.
Quando se manda emails pedindo favores é uma coisa. Quando se manda emails de trabalho, é outra.
Assim, eu sugiro fortemente aos profissionais que acusem o recebimento dos emails de seus clientes.
E Comentários nos blogs?
Deixar um comentário num blog não é garantia que se vai receber uma resposta. Ainda mais um comentário que pede algo. Este fica a critério do autor do blog que vai analisar sua disponibilidade de tempo para responder e acatar o pedido, ou não. Blogs podem ser diálogos. Podem ser. Mas às vezes o autor do blog não quer falar com ninguém, ou não pode. Eu tento responder na medida do possível também dentro de minha vida corrida.
O Leonardo comentou sobre isso e eu entendo bem o que ele sente. Eu tenho sentido o mesmo.
Your results:
You are Dr. Doom
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Blessed with smarts and power but burdened by vanity.
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Click here to take the Super Villain Personality Test
Vi lá no Nababu.
Quero agradecer a todos que acertaram seus feeds aqui do Chá.
Muito obrigada!
Como eu contei para vocês, mudei meus blogs para a Via Hospedagem.
E não foi só isso.
O Chá de Hortelã sempre esteve em diretórios do meu domínio liliana.com.br até agora. Finalmente ele foi para um lugar só dele: ChaDeHortela.Com.Br.
Aproveitei também para acertar os outros blogs e separá-los cada um no seu lugar próprio em vez de subdomínios.
Eu sabia que isso tinha um preço, que ia me custar links, posições me rankings, essas coisas. Mas a burra aqui esqueceu de um detalhezinho que só me toquei hoje e estou consertando: os Feeds.
No que eu mudei o domínio principal dos blogs, a origem dos feeds mudou também. E eu não atualizei. Burra!
Então, peço por favor para quem assina os feeds para atualizá-los.
São eles:
Vamos ver se agora acerta esse treco todo.
E peço desculpas pelo trabalho que estou dando para vocês.
Muito obrigada.
A primeira vez que vi termo Whuffie foi com o Cristiano Dias há muitos anos atras.
O termo foi inventado pelo Cory Doctorow, aquele cara do blog Boing Boing, numa novela de ficção científica em 2003.
Whuffie basicamente é sua reputação online. E ele é um valor dado pelas outras pessoas de acordo com suas ações na rede.
Obviamente é um bem volátil e frágil. E que pode ser transformado em outros bens de valor, como dinheiro, amizades, privilégios, etc..
Eu amei o conceito de Whuffie assim que o vi.
Todo mundo que está na rede vale Whuffies. Alguns tem sua correspondência em dinheiro, outros em fama, outros em contatos sociais. Mas todos nós estamos sujeitos às flutuações dos Whuffies de acordo com o que fazemos.
Ganhar dinheiro com um blog, diretamente com o blog, por exemplo através de AdSense, para mim pula a etapa de se acumular Whuffies. Na minha opinião, o dinheiro vindo da internet é secundário aos Whuffies.
Se eu tenho um blog de bom conteúdo, se me torno referência sobre algo, isso gera Whuffies e são esses Whuffies que vão me trazer tráfego para dai sim, gerar renda com o AdSense.
Se eu tenho um negócio, por exemplo uma loja ou uma firma de prestação de serviços, e meu comportamento em geral na rede me gera Whuffies, esse “bom comportamento” vai se refletir no meu negócio. E o inverso é verdadeiro. Um mau comportamento na rede reflete negativamente em negócios que muitas vezes não estão diretametne ligados a ação do “mau comportamento”.
O conceito de Whuffie mostra que o que conta é o indivíduo como um todo, tanto pessoal como profissional e que não há mais diferenciação entre o ser privado e o público. Tudo que se faz na internet é válido positiva ou negativamente.
Eu ouso dizer que o conceito de Whuffie extrapolou a internet e nossas ações interpessoais no convívio offline também geram Whuffies e nos faz perder Whuffies quanto mais ocorrem eventos onde as pessoas de convívio online se encontram pessoalmente.
Olhando bem, dá uma impressão de total patrulhamento. Comporte-se ou sofrerá as consequências.
Porém, nos dias de hoje, a persona pública e a privada quase são indistinguíveis para quem trabalha/se expõe online. O que vale é sua reputação como indivíduo, exatamente o que o Whuffie representa.
Quando todos perceberem que o bem maior é o Whuffie e que todo o resto é consequência dele, haverá uma mudança importante de postura de muita gente.