Fiz Merda

Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Saturday, September 19th, 2009

Já que estou em fase nova de vida e com emprego garantido, posso voltar a escrever mais despreocupadamente aqui no blog.

Então para começar, vou contar a última merda que eu fiz.

Sim, eu faço merda de vez em quando. Mas minhas merdas são merdas federais. Não são merdinhas.

Eu enfio logo o pé na jaca.

Para economizar uns trocados, eu fiquei tomando remédio vencido.

Aquele remédio que eu tenho que tomar todo dia senão meu cabelo cai e escamas surgem nas minhas costas.

Moral da história fiquei bem doente e engordei alguns quilos. E ninguém descobria o porquê que eu tinha piorado tanto.

Até que eu lembrei do remédio vencido.

Tomei bronca até da empregada por causa disso.

Agora é esperar o remédio bom fazer efeito, o que demora umas duas semanas e correr fazer regime.

Então, crianças, já sabem: nada de tomar remédio vencido.

(Podem falar: casa de ferreiro, espeto de pau. Podem falar.)

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Tuesday, September 15th, 2009

    Escrevi um post bucólico sobre abrir minha janela do quarto e ficar olhando as estrelas. E de como a vida fecha portas e agente é quem abre as janelas das novas oportunidades.

    Muito legal. Tudo certo.

    No entanto, nem sempre o que entra pela janela é bom.

    Faz duas noites que não durmo por causa de um mariposa de uns 20 centímetros.

    A desgraçada entrou pela janela há duas noites atrás e ficou voando pelo quarto com um ruflar de asas insuportável. Parecia que tinha um morcego de tão grande e barulhenta.

    É só eu apagar as luzes que ela voa.

    Quando eu acendo, ela fica paradinha lá em cima do teto, alto demais para eu alcançá-la.

    E que barulho!

    E ela teima em voar por sobre meu rosto me dando a maior aflição.

    Eu nunca quis matar bichinhos até conhecer a tal mariposa do mal. Fico desejando um estilingue com mira a laser para abatê-la sem dó.

    Estou um caco.

    Não durmo há duas noites.

    E não adianta nada fechar a janela agora porque a mariposa já entrou.

    Quanto tempo dura uma mariposa?

    E sim, ela ainda está lá no teto.

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  • Um Beato para a Atéia

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Saturday, September 12th, 2009

    Eu sou atéia.

    Mas isso não tem nada a ver com o fato de eu ter um Santo Antonio na minha sala de estar.

    Ganhei o Santo Antonio ainda adolescente da minha avó materna para eu poder torturá-lo a vontade.

    E eu torturei. Ah, como torturei!

    Coloquei de cabeça para baixo, dentro do armário, no escuro. Sozinho.

    Xinguei bastante Santo Antonio. Bastante.

    E quando finalmente casei, agradeci ao santo por finalmente ter feito o que era para fazer mesmo: me arrumar um marido.

    E o Santo Antonio pode ir descansar numa prateleira da cristaleira observando quieto minha vida adulta.

    Aposentado.

    Hoje fiquei conhecendo um amigo dele, São Gonçalo do Amarante, que não é bem santo, é beato, mas todo mundo chama de santo. E confesso que estou reticente quanto a fazer amizade com esse santo-beato português.

    Vou explicar. Ele é o protetor dos violeiros, das putas e dos casamentos difíceis das mulheres de mais de 35 anos.

    Não sou violeira.

    Não sou puta. Juro.

    Mas infelizmente caio na categoria de casamentos difíceis de mulheres de mais de 35 anos.

    Até eu saber que existia um padroeiro dos casamentos difíceis das mulheres de mais de 35 anos eu lhes digo não estava preocupada com o assunto.

    Mas agora eu sei que existe um santo, não, um beato (mas serve), todo dedicado a me ajudar a casar de novo!

    Eu, as putas e os violeiros não estamos mais abandonados.

    Mas a dúvida que me incomoda é se devo fazer logo amizade e cair sob a proteção do Gonçalinho e deixar ele me arrumar um marido como ele faz com as putas.

    Ou talvez seja melhor comprar uma viola.

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Thursday, September 3rd, 2009

    Eu adoro calor, adoro sol, adoro dias claros com céu bem azul e algumas nuvens branquinhas.

    Fico feliz, feliz.

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Tuesday, September 1st, 2009

    Estou superansiosa.

    Mandei meu livro para 3 amigas lerem e opinarem. Por enquanto, um silêncio sepucral…

    Enquanto isso, estou no processo de registrá-lo na Biblioteca Nacional, no escritório de Direito Autoral.

    O processo não é complicado não.

    Tem que juntar a papelada toda e mandar por SEDEX e aguardar o parecer.

    O link da Biblioteca, para os interessados é esse.

    Eu já tenho outras obras lá, nunca publicadas. Todos romances.

    Mas esse é diferente.

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  • Comemoração

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Monday, August 31st, 2009

    Fazia muito tempo que eu não tinha motivo para comemorar algo aqui na minha casa.

    Muito tempo. Acreditem.

    Hoje chamei minha família, que se resume ao Seu Zé e a Graça e os bichos e brindamos o fim da primeira parte do meu projeto do livro.

    Está escrito, com começo, meio e fim.

    Agora é outro tipo de trabalho, talvez mais difícil, publicar. Mas, vamos lá porque nunca fugi de trabalho.

    E o segundo livro já está no esboço.

    Quem viver, verá.

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  • Escreva, Liliana, Escreva!

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Saturday, August 29th, 2009

    Dou a mão a palmatória que tenho escrito muito pouco nesse blog.

    Não vou me desculpar nem falar as mesmas coisas que vejo um monte gente escrever justificando o porquê de não estar escrevendo mais no blog.

    A verdade é que tenho escrito bastante. Todo dia, várias vezes.

    Mas não no blog.

    Há alguns meses eu comecei um Diário particular. E tenho escrito nele, para mim mesma, sem a censura que teria que ter no blog.

    E há um mês mais ou menos comecei um livro. Uma proposta diferente que quero terminar. E que espero seja o primeiro de muitos.

    Em breve espero mais novidades e daí sim poderei compartilhar com vocês. :)

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Thursday, August 13th, 2009

    Sabe do que eu gosto da vida? De aprender e mudar e me melhorar toda dia.

    Cada dia é uma lição legal que dá para aprender e diminuir o sofrimento e aumentar a qualidade de vida.

    É só querer.

    Eu não gosto de gente que está sempre na mesma. Que acha que já está tudo bem, que se sente a pessoa mais perfeita do mundo e não tem o que mudar.

    Falar  ”eu sou assim mesmo” é uma das coisas mais bobas que alguém pode falar.

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Sunday, August 2nd, 2009

    Por que o rolo de papel higiênico está sempre ou no começo ou no fim? Cadê o meio do rolo?

    Eu vivo tendo que pular cachorros deitados no chão. E sempre tem um cachorro encostado na porta da geladeira e eu não consigo abri-la completamente.

    Cansei do Twitter.

    Todo dia eu procuro filme para baixar no Mininova. Tenho me divertido muito.

    O Gigio tentou morder a cabeça da Manilha. Ela ronronou. Foi uma mordida de leve.

    Alguém de Natal quer comprar um buggy?

    Cansei de gente vazia. E de quem escreve miguxês.

    Eu vi um filme ontem que tinha uma mulher divorciada dormindo com o cachorro deitado na cama com ela. Eu estava com um cachorro deitado na cama comigo. (Gostei do filme.)

    Como tem homem babaca. Mas tem uns legais também.

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Monday, July 27th, 2009

    Eu queria contar uma coisa que aconteceu comigo ontem porque isso ficou me incomodando para caramba.

    Mas não importava a forma de escrever não ia dar o mesmo efeito nem chegar perto de como me senti.

    Resolvi não escrever nada, deixar pra lá e assistir o episódio novo de True Blood.

    Vi a cena inicial e parei.

    Fechei o aplicativo e corri aqui para WordPress.

    Nela, Eric está num bar de um hotel de vampiros, chupando o sangue do pescoço de uma moça muito bonita.

    Ela parece estar gostando e solta: “Oh, yes, baby!”

    Eric imediatamente solta o pescoço dela e fala: Baby? Eu tenho mil anos de idade! E totalmente broxado manda a moça embora.

    Era essa a sensação que eu queria descrever.

    Exatamente.

    Por isso, estejam avisados, rapazes: “Baby? Eu tenho mil anos de idade!”

    E tenho dito.

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  • Aniversário do Pouso da Apolo 11 na Lua

    Em primeiro lugar, eu já existia quando o Homem foi para a Lua pela primeira vez.

    Posto que sou velha, o pouso do módulo lunar entre os dias 20 e 21 de julho de 1969  foi uma das coisas mais importantes que marcou minha infância e minha vida.

    Quem me conhece sabe que eu tenho uma memória igualzinha daquela peixinha do Procurando Nemo, acho que é Dory, não lembro o nome. Porém, eu me lembro perfeitamente da cena daquele dia tão especial há 40 anos.

    Nós morávamos numa casa em cima da casa de meus avôs paternos e eles tinham uma televisão num sala que ficava na parte de trás perto do quarto. Não sei como eu sabia, não lembro dos detalhes, mas eu fui assistir o pouso ao vivo na casa deles e ninguém mais da família se interessou.

    Eu vi os astronautas darem seus primeiros passos absolutamente sozinha e sem ter com quem dividir minha excitação. E admirada que tal fato não tivesse despertado o interesse de mais ninguém.

    Lembro da televisão, lembro das imagens preto e branco, lembro dos chiados da transmissão e lembro como eu fiquei exultante achando a coisa mais maravilhosa do mundo.

    Foi nessa idade que resolvi ser astronauta e dediquei os anos seguintes para isso, porque eu achava de verdade que tudo era possível.

    Meu sonho passou a ser estudar no MIT ou ser a primeira mulher no ITA. E eu estudava para isso. Era o jeito que eu via de me tornar astronauta.

    Aos 12 anos de idade tive a oportunidade de conhecer um projeto novo da NASA no Cabo Canaveral. Eles chamavam de Space Shuttle e estava sendo desenvolvido. Visitei o hangar monstruoso e as torres de lançamento e foi uma das sensações mais incríveis.

    Eu faria qualquer coisa para ser astronauta.

    Meu sonho acabou por causa de um par de óculos.

    No primeiro ano do colegial, quando eu estudava na área de Exatas, percebi que não enxergava bem de longe.

    Na época, os astronautas eram simplesmente perfeitos, não podiam se dar ao luxo de usar óculos.

    E ao colocar meus óculos de míope desisti.

    Juro que no ano seguinte do colégio fiquei perdida, porque eu nunca tinha pensado em fazer mais nada além de ser astronauta. Mudei de escola para o colégio mais fraco e alternativo que eu conhecia e baguncei o ano todo.

    Um parênteses…

    Nesse colégio eu era amiga dos nerds, claro, e um amigo meu, ficou milionário com um programa que ele desenvolveu para o então uso de PABX e telefonia. Um garoto, no segundo colegial bolou um jeito de rastrear cada ligação de cada extensão de PABX. Bem legal. Esse programa foi vendido no mundo todo e isso era 1978.

    Ah, já falei demais…

    Olha, para quem ainda insiste que o pouso na Lua não aconteceu… Ah! Vai se catar!

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  • Sophie Calle – Cuide de Você

    Sophie Calle recebeu uma carta rompendo o relacionamento.

    Sem ação e artista, convocou uma centena de mulheres para responderem sua carta das mais diversas formas.

    Isso virou uma exposição e está correndo o mundo.

    Sophie, não sei como eu responderia a tal carta.

    Talvez minha resposta seja o silêncio.

    Participe e conheça o trabalho de Sophie e a Exposição Cuide de Você no site: sophiecalle.com.br

    Quem sabe vocês têm uma resposta melhor que a minha.

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  • Kennedy, Diana e Michael

    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Wednesday, July 8th, 2009

    Eu simplesmente acho interessantíssimo esses fenômenos sociais mundiais.

    Ontem, como uma grande parcela da população mundial acompanhei o Memorial para Michael Jackson na televisão.

    Nunca fui grande fã, não tenho nenhuma música dele em casa, sempre fiquei do lado daqueles que o achavam esquisito para dizer o mínimo e não achava santo de jeito nenhum. Porém, a mobilização mundial em torno de usa morte me pegou também. Se você estava vivo em 2009, acompanhou a morte de Michael Jackson. Foi um acontecimento de proporções planetárias. E só por isso já valia a pena estar inserida na corrente de informações.

    Tarde da noite vi uma discussão na TV quando se perguntavam se mais alguém teria essa capacidade de mobilização mundial. Vem a cabeça alguém como Obama, por exemplo. E isso me remete a Kennedy e a Princesa Diana.

    Quando Kennedy, o presidente morreu, a informação viajou o mais rápido possível para a época e todo o mundo sentiu o choque. Fotos do cortejo fúnebre estamparam todos os jornais pelo mundo e as pessoas sempre se lembrariam onde estiveram quando receberam a notícia.

    Mais de vinte depois, a Princesa Diana sofre um acidente de carro em Paris numa madrugada e pudemos acompanhar ao vivo, pela televisão tudo, desde o resgate até o monumental enterro. Foi outro fenômeno mundial dessa vez com uma cobertura mais ágil.

    A diferença na morte de Michael Jackson é que temos a internet hoje e as informações além de viajarem numa velocidade maior ainda, nos permitiram participar ativamente com opiniões e difusão de notícias.

    Essas três mortes marcaram períodos diferentes de participação popular no consumo da informação.

    O que elas têm em comum é a necessidade da pessoa média de fazer parte de algo maior que ela e a necessidade de conexão com a humanidade como um todo.

    A morte é um assunto que mobiliza sentimentos muito básicos e requer respostas de conforto frente a nossa própria finitude. Fazer parte de um fenômeno mundial lidando com o mesmo tema transforma essa experiência em algo mais fácil pois não estamos sós.

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  • O Banho da Mulher

    O Banho da Mulher:

    • Tira a roupa suja e coloca para lavar
    • Guarda a roupa que não precisa lavar
    • Se pesa e fica desanimada
    • Vai para o chuveiro
    • Escolhe o shampo da vez e passa delicadamente nos cabelos massageando o couro cabeludo e os fios
    • Escolhe o sabonete próprio de acordo como está a pele no momento e se ensaboa
    • Tira o shampoo e repete e a operação com o shampoo
    • Enxágua tudo
    • Escolhe qual máscara ou condicionador de cabelo vai usar e aplica nos cabelos ligeiramente secos
    • Deixa a máscara ou condicionador agir por alguns minutos
    • Enxagua os cabelos
    • Tira os cabelos do ralo para não entupir
    • Pega a primeira toalha e enrola a cabeça
    • Pega a segunda toalha e seca o corpo
    • Coloca as lentes de contato
    • Escova os dentes
    • Passa hidratante no corpo
    • Passa tônico no rosto
    • Passa loção anti-manchas no rosto
    • Passa creme ao redor dos olhos
    • Passa loção nutritiva no rosto
    • Passa bloqueador solar
    • Tira a toalha dos cabelos
    • Passa leave in nos cabelos desembaraçando e penteia
    • Seca os cabelos com secador (opcional)
    • Passa desodorante
    • Passa perfume
    • Finalmente se veste após escolher cuidadosamente a lingerie, os sapatos e a roupa

    Aqui você pode se imaginar se ela está pronta.

    Não está.

    Falta a a maquiagem.

    Enquanto isso, o Homem toma banho:

    • joga as roupas no chão
    • pega o sabonete mais barato que ele achou para comprar
    • ensaboa tudo
    • enxágua
    • se seca
    • veste a primeira coisa que vê pela frente
    • e de vez em quando vai ver se a mulher não morreu no banheiro porque ela está demorando demais.

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    • Mais um da série: eu amo meu jipe

      Eu não canso de dizer que eu amo meu jipe.

      Faz uns dias que eu reparei que o pedal da embreagem estava muito baixo.

      Já fiquei superpreocupada imaginando que ia ter que levá-lo para São Paulo na autorizada, ter que alugar outro carro porque é impossível ficar sem carro aqui no sítio, enfim… Mil coisas.

      Estava com tanto medo de ser uma coisa séria e que ele ia quebrar na viagem para a oficina que resolvi dar uma passadinha no Badaró, o mecânico aqui de São Francisco que conserta fusca com arame e faz qualquer negócio, para me preparar para a viagem propriamente dita.

      Pois o Badaró abriu o capô, abriu o receptáculo de fluido de embreagem e constatou que estava vazio.

      E era esse o problema.

      Só isso.

      Ele acha que o fluido acabou porque não devem ter completado nesses dez anos de vida do carro.

      Bem, o pedal já está voltando ao normal. E estou de olho se o fluido vai baixar de novo. Se baixar é que tem vazamento. Mas não acredito nisso.

      Ai, que carrinho bonitinho!

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