Meu atendimento mudou com o iPhone

Eu adoro o que faço.

Todo dia recebo pacientes com as mais diferentes queixas que englobam diversas especialidades. Eu sou a clínica geral da pequena cidade que moro e o acesso a especialistas é muito difícil. Assim, eu procuro resolver os problemas que aparecem por aqui mesmo, enquanto o paciente aguarda a consulta com o especialista que pode nem acontecer.

É impossível saber toda a Medicina de cor. E é aí que entra o iPhone.

Baixei aplicativos médicos que recorro mesmo na consulta para ter sempre a possibilidade de oferecer o que há de mais moderno e completo mesmo numa pequena vila da Serra da Mantiqueira.

Meu preferido é o Medscape.com. Eu tenho estudado por esse site e me atualizado há vários anos e fiquei muito contente de achar a maior parte da literatura para download.  Assim, nem preciso conexão de celular ou WIFI para ler os textos.

Outro aplicativo é o MedCalc. Uso para calcular coisas como o IMC.

O CID-10 também está disponível assim como uma lista de Genéricos.BR.

Minhas últimas aquisições são um Guia de ECG com dezenas de exemplos de traçados que está quebrando um galhão porque um laudo de ECG pelo cardio demora até 6 meses para chegar. (ECG Guide)

E também um Manual de Dermatologia cheio de fotos (A2Z-Derm).

Também tenho o Epocrates mas confesso que nunca precisei usar. Tirei.

Sem dúvida o iPhone tornou meu trabalho muito mais completo, de melhor qualidade, divertido e desafiador. Não tem volta.

Posts Relacionados

  • iPhone
  • Eu sei, eu sei.
  • O Futuro dos PC’s
  • Primeiro Dia de Trabalho na UPA/UBS de SFX
  • Como é bom…


  • Liliana e o Porco Pizza

    Liliana | A UPA | Friday, December 18th, 2009

    Fim de Ano, festinha no trabalho.

    O local era o Pesqueiro da Déia e iam assar uma leitoa inteira.

    Eu indaguei: “por que não o porco pizza?”

    Ninguém conhecia o porco pizza. Ninguém. Só eu.

    E eu fui explicando como preparava o tal porco e o pessoal foi ficando com nojo e eu ria dizendo qual a diferença entre essa leitoa assada e o porco pizza?

    Muçarela?

    Para mim dava na mesma porque não ia comer nenhum dos dois.

    Enfim, tinha amigo secreto e eu peguei  uma certa enfermeira que escreveu nas sugestões que queria um “DVD Sertanejo”.

    Fui me informar pois nem sabia que existia DVD disso.  Comprei pelo Submarino uma das 3 opções da loja e boa.

    Na quarta-feira, numa pausa rápida para um café com cigarro, veio uma das moças da limpeza me entregar um pacote: é o seu presente de amigo secreto porque eu não vou na festa. Com uma mão ocupada com o copo de café e a outra com o cigarro, tive que por o presente embaixo do braço e agradecer. A moça saiu correndo de perto de mim. Sei lá porque.

    Eu tinha pedido um sabonete da Natura. Nada complicado. Nem caro.

    Pois é. Obviamente que veio o único sabonete que eu não posso com o cheiro.

    De novo, enfim.

    Ontem, quinta, peguei o presente da enfermeira e fui trabalhar na dúvida se iria na festinha ver a leitoa ou não.

    Trabalhei para variar feito uma condenada e decidi que queria mesmo era ir para casa e deitar na minha cama sossegada e que não me confraternizaria com aquelas mesmas pessoas que me fazem trabalhar como uma condenada.

    Chamei a tal enfermeira na minha sala e entreguei o presente dela.

    Ela chorou de raiva e decepção!

    Eu juro.

    Ela falou que eu tinha estragado a festa dela e o amigo secreto dela e que não tinha mais porquê dela ir.

    Lágrimas escorriam pela sua face.

    Eu falei: você está brincando!

    “Não estou, sua chata!”

    “Putamerda! Você só pode estar brincando! Eu não acredito que você está chorando por causa disso! Eu recebi meu presente ontem tomando cafezinho!”

    Fiquei feliz de ter decidido não me confraternizar.

    “O que você me deu?”

    “O que você pediu, ué!”

    Bem, no fim ela ficou contente com o DVD Sertanejo dela. E eu saí fora daquele lugar para onde só voltarei em 6 de janeiro do ano que vem.

    Folga mais que merecida.

    Posts Relacionados

  • Carnaval 2008
  • PodCha Número 2
  • Krod Mandoon
  • Hot Liliana
  • PodCha 6 e Eu


  • Querido Diário

    Liliana | A UPA,Bichos Incríveis,Minha vida num sítio | Saturday, November 21st, 2009

    Mais uma semana se passou e eu aqui firme e forte.

    O Tai vai bem. Ele acostumou a andar pelo gramado pelo menos duas vezes por dia com a toalha segurando a traseira e parece estar bem satisfeito. Porém quase toda noite tem que dormir com sedativo para não me acordar de madrugada.

    O Pepê ainda morde tudo e todos. Ele só sabe se relacionar pela boca e percebo que já está se refreando um pouco de me abocanhar para chamar a atenção e interagir. Ele sobe na minha cama enquanto estou dormindo, escondido e deita-se em cima de mim, como um gatinho de mais de 20 quilos.

    A Graça vai bem, mas o tumor na traseira cresceu. Tenho que providenciar a cirurgia mês que vem quando eu tirar uns dias de férias.

    Joom La é minha companheira noturna de cuidar do Tai. Ela agora é quem me segue pela casa enquanto os outros dormem.

    O Gigio está ótimo. Brinca com os mais novos e não me chateia.

    O Mario some e aparece à vontade. Quando a gente acha que ele foi embora, ele está no meio da sala e eu quase piso nele.

    Mais dois sapos apareceram na varanda. Sapos genéricos, feios. Um entrou em casa e eu mandei embora com a vassoura. De sapo, só o Mario que eu acho bonitinho.

    O trabalho para variar está puxado. Minha agenda fica cheia todos os dias. Ninguém falta. Não tenho tempo de nada.

    Resolvi aceitar o cargo de diretoria técnica da Unidade e agora estou esperando ser empossada.

    Esta semana meu Macbook queimou numa tempestade. Deixei baixando séries e fui trabalhar. Quando voltei o teclado e o som não funcionavam. Falei com o técnico da assistência técnica da Apple e ele disse que provavelmente era placa lógica, que significava praticamente perda total do computador.

    Ao mesmo tempo, o HD de 500 que eu tinha comprado para ele chegou. Instalei o HD no meu notebook reserva e configurei tudo e o estou usando agora.

    Ainda não sei o que vou fazer com o que queimou. Já instalei um teclado externo USB e o teclado funcionou, porém, o trackpad deu defeito. Assim, acho que vou comprar um mouse USB e experimentar.

    Por várias razões esta semana eu fiquei pensando na Medicina como A Arte de Curar.

    Hanneman, o criador da Homeopatia dizia isso: é a arte de curar.

    Ser médico envolve o conhecimento técnico e um “quê” a mais para fazer a sintonia fina entre o paciente e seu tratamento. Cada caso é um caso. Cada paciente é um indivíduo diferente e único, uma singularidade. E para poder absorver essa totalidade do paciente devemos olhar “de fora da caixa”. O que serve para um, pode não servir para o outro. Tratamento individualizado é a arte de curar.

    Posts Relacionados

  • Links – Diário Ateísta
  • Enfermeiras mudam camas
  • SuckIt, Jesus!
  • Querido Diário
  • Caralho!!!


  • Querido Diário

    Liliana | A UPA,Bichos Incríveis,Minha vida num sítio | Monday, November 16th, 2009

    Alguém do Twitter disse que o Tai era o House e eu estou acreditando nisso.

    O pequeno cachorrinho peludo me escravizou. Mais um final de semana em casa só às voltas com ele, fazendo todas as vontades. E como ele chora! E pede.

    Uma hora quer passear de toalha, outra hora quer correr atrás da gata(!) sendo que eu que tenho que carregá-lo. Ele mexe as patinhas da frente com rapidez e eu vou acompanhando recurvada carregando a parte de trás do corpo dele numa toalhinha de rosto. Ontem ele passeou pelo gramado quase todo, foi até atrás da garagem. Passeou 3 vezes! Eu fico exausta e nem descanso da semana puxada porque ele não dá um minuto de sossego.

    E se eu tento colocá-lo em algum lugar que ele não quer, mudá-lo de posição contra a vontade, ele morde. Tomei uma mordida na mão esquerda porque ele queria ficar na varanda. Nessas horas eu largo tudo, respiro fundo e vou para meu quarto fugir de bichos por pelo menos uma hora. Mas não passa 20 minutos ele começa a chorar de novo me chamando. “Cadê você, mamãe?”

    Eu praticamente não tenho mais vida. Só cachorros, só o Tai. É do trabalho para casa correndo para cuidar do pequeno tirano.

    O Tai não faz essa manha toda com a Graça assistente. Agora por exemplo, que é hora dela cuidar dele e eu poder ficar livre por umas horinhas, ele dorme gostoso. Ele sabe que eu estou pertinho cuidando do sono dele.

    Eu sei que a culpa deve ser minha. Sempre a culpa é minha se minha vida fica de um jeito que eu não gosto. E não estou gostando. Confesso.

    Tenho que fazer mudanças. Mas enquanto dentro do problema fica difícil ver o panorama geral e ter idéias.

    O trabalho está puxado. Todos os dias eu tenho agenda cheia e só casos empepinados. Está sendo muito intenso. Em compensação, a população da cidade e a chefia estão muito satisfeitos e querem que eu trabalhe mais. Ofereceram a Diretoria Técnica para mim mas eu ainda não aceitei.

    Lidar com médicos não é fácil. Existem dois tipos: os de ego tranquilo e os de ego frágil. Os tranquilos gostam de discutir casos, aprender uns com os outros, respeitam sua opinião, sua formação, hierarquia. Os de ego frágil têm a necessidade de se autoafirmar o tempo todo, não discutem casos, fogem e são grossos. No meu trabalho encontro os dois tipos. Trabalhar com outros médico onde há diálogo é uma delícia. Mas eu não tenho a mínima vontade de me relacionar com médicos idiotas e é o que teria que fazer se fosse diretora.

    Será que eu viro a Cuddy de fato?

    Posts Relacionados

  • Links – Diário Ateísta
  • Enfermeiras mudam camas
  • SuckIt, Jesus!
  • Querido Diário
  • Caralho!!!


  • Querido Diário

    Liliana | A UPA,Bichos Incríveis,Minha vida num sítio | Wednesday, November 4th, 2009

    Eu tive o melhor feriado do mundo!

    Não saí de casa nenhum dia. Fiquei de Havaianas, shortinho e top sem pentear os cabelos e óculos. Super a vontade.

    Dormi tudo que precisava dormir e voltei a me sentir forte e disposta como há anos não me sentia. O esforço físico de tratar do Tai junto com a calor e o sol maravilhoso fizeram maravilhas para meu organismo.

    Descobri que quando eu fumo muito, tenho sintomas de envenenamento por nicotina. Nunca ia imaginar que era tão fácil ficar envenenada. Diminui a quantidade de cigarros e quero muito parar de fumar. O bem estar sem o cigarro é visível. Porém, sou completamente viciada e diminuir a quantidade consideravelmente já e um grande passo.

    Os bichos passaram bem o feriado. Grudados em mim. Até o Mario, o sapo, insistiu em ficar perto do grupo.

    Eu descobri que o Tai consegue andar com ajuda de uma toalha na barriga apoiando o quadril. Ele adorou e tem passeado pelo gramado. Agora preciso providenciar aquele aparelho fisioterápico com rodinhas.

    Estava tudo muito bem, tudo muito bom até que acordei na terça-feira já preocupada em pagar as contas. O primeiro dia útil do mês é o pior dia para mim, o mais tenso. Acordei já meio chateada e fui para minha mesa na cozinha quando o computador avisa: “UPA Reposição”.

    Eu me esqueci completamente que havia combinado no trabalho que ia trabalhar todas as terças e quintas de novembro o dia inteiro para tirar uns dias em dezembro. Saí correndo e cheguei com quase meia hora de atraso.

    Eu detesto fazer as coisas correndo, com pressa. Odeio.

    Foi um dia interessante no trabalho. Não foi tão ruim apesar do começo torto. Atendi dois esquizofrênicos e ambos estavam em mal estado clínico. E ambos estavam internados em hospitais até pouco tempo. Isso significa o que eu sempre falo: que não se dá a devida importância para a parte clínica dos pacientes psiquiátricos.

    Doentes psiquiátricos têm mais outras doenças associadas que as outras pessoas. E a medicação que tomam favorece muito isso.

    E aconteceu uma coisa engraçada. Uma paciente chegou com o filhinho pequeno que começou a mexer em tudo pela sala. Ela mal impedia o menino de pegar nas minhas coisas. Uma hora, o garoto foi no interruptor de luz e ficou apagando e acendendo a luz do consultório. Por reflexo eu falei dura: para com isso menino! Como se estivesse falando com o Pepê. Foi tão automático dar a bronca já que eu fico dando bronca nos meus filhotes em casa o tempo todo. Expliquei para a mãe que estava tão acostumada a dar bronca e nem me toquei. Ainda bem que ela riu. De fato, meus cachorros são mais bem educados que aquela criança.

    Enfim, cheguei em casa e achei o Tai espumando e semi-consciente. Ele estava em hipertermia, o que é fatal. Foi uma correria para diminuir a temperatura corporal. Peguei um balde de água gelada e fui molhando o corpo dele até a temperatura abaixar. Meia hora depois ele já estava mais consciente e conseguiu beber água. Foi por pouco. Que susto. O resto da noite ele ficou irritado e muito cansado, obviamente. Até agora está quieto sem querer se mexer.

    Depois da emergência com o Tai, ainda fui cuidar das despesas da casa e só acabei minhas obrigações lá pelas 10 da noite.

    Que dia! Tudo que eu descansei em 5 dias, cansei num só.

    Posts Relacionados

  • Links – Diário Ateísta
  • Enfermeiras mudam camas
  • SuckIt, Jesus!
  • Querido Diário
  • Caralho!!!


  • A Dotora tá amando!

    Todo dia que chego no trabalho uma das funcionárias vem comentar como estou. Ou é a maquiagem, ou a roupa, o sorris. Sempre ela tem que falar alguma coisa.

    Não é daqueles elogios que a gente se sente bem, sabe? Entendem o que eu quero dizer?

    Eu fico imaginando o porque dela simplesmente não se arrumar, não se maquiar, não caprichar na roupa nem no sorriso. Tão simples.

    Um belo dia ela não aguentou.

    Veio afirmando categórica: diz aí o nome dele!

    - Dele quem?

    - Do seu amor! Você só pode estar amando!

    - Olha, Fulana. Eu tô amando sim. EU MESMA!

    Nunca mais me encheu.

    Posts Relacionados

  • O Brave New World
  • Você é um blogueiro Anti-Social?
  • Dia dos Namorados


  • BláBláBlá O Twitter matou o blog…

    Liliana | A UPA,Bichos Incríveis,Minha vida num sítio | Saturday, October 10th, 2009

    Matou nada.

    O que mata o blog é não ter tempo nem assunto para postar.

    Nem tuitar eu tuito muito.

    Também não tenho lido feeds. O GReader mostra 1000+.

    Mas eu estou bem contente.

    Estou adorando trabalhar no posto. Curto atender gente. Me divirto com as consultas.

    É um trabalho bem legal a longo prazo cuidar da saúde de toda uma população. Tenho recebido pacientes descompensados e aos poucos vamos acertando medicação, fazendo diagnósticos… Deixando a vida do povo melhor, uma melhor qualidade.

    O feedback dos pacientes está excelente. Estão bem satisfeitos. E eu fico mais satisfeita ainda.

    (Aqui entra uma longa pausa porque o veterinário veio para tratar da cachorrada.)

    Bem, ter 5 cachorros e 1 gata dá um certo trabalho.

    O Tai, muito bravo, não permite que eu cuide dele direito. O resultado é que o câncer de pele dele na bochecha deu bicheira de novo. Ele está velho demais para ser operado e nos resta apenas cuidar das consequências. O veterinário e o ajudante tiveram um trabalhão cortando o pelo em volta da ferida e limpando os bichos. O Tai ficou bem cansado e estressado. Ficou combinado que ele seria internado na semana que vem para ser tosado por um profissional e fazer os curativos na clínica. Tadinho.

    Pepê foi vacinado e vai aproveitar a carona para São José com o Tai para ser castrado. Todos os bichos aqui de casa são castrados. Só falta ele.

    Joom La estava com abscessos por causa de bernes mortos e também foi tratada.

    Gigio e Graça estavam bem e não precisaram de consulta.

    Manilha devia ser vacinada mas desapareceu aqui de perto de casa. Foi vista no platô de baixo perto do jipe e acabou não sendo vacinada.

    O jipe ficou lá para baixo porque Seu Zé jogou terra fofa na estrada e com a chuva ficou impossível de qualquer carro subir, inclusive o jipe. A estrada é muito perigosa. Hoje ainda não choveu e pode ser que eu consiga trazer o carro aqui para cima. Tenho ido trabalhar a pé no barro até onde o jipe está estacionado. É muita vontade de ir trabalhar!

    Sem carro não posso ir no supermercado porque não consigo trazer as compras aqui para cima. O resultado é que estou em abstinência de coca zero. E ninguém pode me visitar inclusive no meu aniversário.

    Já contratei o depósito de construção para jogar pedrinhas na estrada. Mas eles só vem na terça e tem que fazer sol para o caminhão subir e a terra firmar. Morar num sítio exige manutenção constante. E se fica a mercê de barro e outros problemas rurais.

    Mas tirando a chuva, não tenho do que reclamar.

    Posts Relacionados

  • Incluindo
  • Eu te sigo no Twitter
  • Twittei
  • O que você fariam?
  • #sapomario


  • Notícias

    Liliana | A UPA,Minha vida num sítio | Friday, October 2nd, 2009

    Ontem foi meu primeiro dia de atendimento aos pacientes usando o sistema informatizado da prefeitura.

    Estava preocupada porque sempre atendi escrevendo a mão e agora é tudo digitado e impresso.

    Minha sensação foi de retrocesso.

    Explico.

    O computador é lento a ponto de eu digitar mais rápido que ele.

    A impressora demorou 10 minutos para imprimir pedidos de exame numa consulta que deveria durar 15 minutos.

    O programa usado é mal feito. Não há diálogo entre entradas anteriores e as novas. Os resultados de exames têm que ser digitados pelo médico em vez de serem colocados direto no laboratório. Não é um sistema eficiente.

    Dá para perceber que a ênfase do programa é a cobrança dos procedimentos e não a troca de informações e a rapidez de atendimento.

    Por exemplo, em vez de puxar uma receita antiga e editá-la, eu tenho que dar entrada numa nova a cada consulta para o mesmo paciente.

    Resultado que o meu primeiro dia foi lento e eu atrasei as consultas. O sistema caiu 3 vezes. Não tem no break nem gerador.

    Fui informada que alguns bugs estão para serem consertados, o que vai melhorar um pouco. Mas o sistema em si tem uma arquitetura muito envelhecida tanto de software quanto de hardware.

    Eu sei que estou mal acostumada sendo usuária de Mac. E juro que estou com a maior boa vontade e quero que dê certo.

    Fora isso, estou me acostumando com a nova rotina de sair de casa para ir trabalhar. Acertando horários de almoço, de jantar, de compras, de resolver coisas da casa que antes eu podia fazer a qualquer hora.

    Aos poucos as coisas estão entrando nos eixos. A única coisa mais complicada está sendo meu sono. Estou tendo dificuldade de dormir na hora certa e acabo indo dormir lá pelas duas, o que é tarde. Mas tenho dormido com um sorriso nos lábios.

    Domingo eu tenho outro concurso da prefeitura, dessa vez para uma vaga de plantonista que talvez abra aqui em SFX. Minha preocupação é de que eu acorde na hora certa para viajar. Vamos ver.

    No geral estou bem animada e satisfeita.

    Posts Relacionados

  • Água, o Bem Mais Precioso
  • Notícias do Buggy
  • Enquanto isso…
  • Cratera no Peru
  • Dia Difícil


  • Primeiro Dia de Trabalho na UPA/UBS de SFX

    Liliana | A UPA | Tuesday, September 29th, 2009

    Acabei de voltar do meu primeiro dia de trabalho lá na UPA/UBS de São Francisco Xavier.

    Muita coisa mudou desde a última vez que trabalhei lá como clínica geral.

    Esses primeiros dias serão para eu me familiarizar com os protocolos e os prontuários informatizados.

    Mas o que eu queria mesmo contar é que os pacientes são anunciados para os médicos pelo Skype! Eu recebo o nome, o número do paciente e os dados da pré-consulta. Muito chique.

    Isso significa que a “UPA”, como é carinhosamente chamada por todos, tem uma ID Skype.

    E se quiser pode marcar hora de consulta pela internet.

    Muito chique mesmo.

    Posts Relacionados

  • Meme: Meu Desktop
  • Resolução de Primeiro Mundo
  • Etiqueta Canina
  • Post Pago
  • FEED-SE! – Uma Revista De Verdade!


  • Powered by WordPress | Theme by Roy Tanck
    Liliana Pellegrini. Todos Os Direitos Reservados.