Como ser uma mulher bonita

As pessoas olham uma mulher bonita e acham que ela nasceu daquele jeito e simplesmente passa pela vida aproveitando sua beleza.

Ledo engano.

A gente pode até nascer com propensão para ser bonita mas o fato de “mulheres feias” ficarem bonitas desmente que é necessário ter os genes certos.

Ser bonita dá trabalho. Muito.

E isso é que diferencia a bonita da feia: o tempo e dedicação para sua aparência.

Eu acredito que todo mundo é bonito. Só falta a produção certa.

Em primeiro lugar, tem o peso. Ficar acima ou abaixo do peso é feio. Isso, é um fato. Então, começa-se pelo esforço de ter  peso ideal para sua altura.

Em segundo lugar tem a higiene pessoal. Unhas, dentes, cabelos, pele, tudo bem tratado, aparado, limpo, cheiroso.

Em terceiro lugar vem as correções de falhas: arrumar dentes, tratar de acne e vai por aí.

Na verdade a pessoa bonita é saudável e transparece essa saúde.

Com o corpo e anexos em dia, passamos para o guarda-roupa. A mulher bonita veste coisas que a deixam mais bonita. Tem que saber escolher a roupa certa.

Da mesma forma a maquiagem. É para embelezar e não enfeiar.

Tudo isso requer tempo e dedicação. Conhecer o próprio corpo e tirar o melhor dele. Qualquer pessoa pode fazer isso. Mas tem que parar, pensar e se importar com o assunto em vez de reclamar que não é bonita.

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  • Mas, doutora! Eu não como nada! – Como emagrecer

    A maioria das pessoas não faz idéia do que come.

    Recebo muitos pacientes que se queixam que “não comem nada” mas não emagrecem ou até mesmo engordam.

    Eu oriento a todos e pessoalmente sigo essa orientação (eu faço o que eu falo) de anotar tudo que se come por pelo menos 3 dias para haver uma conscientização do que se ingere.

    Anote tudo que entra pela sua boca.

    Emagrecer é ingerir menos calorias do que se gasta. Então, tem tudo a ver estudar e destrinchar o que se come.

    Além de anotar a quantidade e a qualidade de comida e bebida que se ingere, também é possível calcular quantas calorias cada coisa tem. Existem tabelas de calorias por toda a internet e o que você precisa é uma balancinha de cozinha.

    Por exemplo, eu estava acostumada a comer salada de frutas toda noite. Quando calculei a quantidade de calorias que estava comendo, percebi que era demais e neutralizava todo o regime correto que eu fiz durante o dia.

    Também encontramos na internet sites e aplicativos que ajudam a fazer esse registro de alimentos. Eles mesmos possuem tabelas de calorias.

    Atualmente eu estou usando o Perfect Diet Tracker. Eu completo com os alimentos que ainda não estão na tabela deles e minhas adições passam a fazer parte do banco de dados mundial. Gostei bastante do aplicativo que está disponível para Mac, PC e Linux.

    Perder peso ou manter-se no peso ideal é uma conscientização constante, um estado de espírito. Ainda bem que temos muitas ferramentas par nos ajudar.

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  • Como Fazer As Sobrancelhas

    Liliana | Minha Opinião Vale Ouro! | Thursday, May 27th, 2010

    Meus queridos amigos, vou abordar um assunto já esgotado em videos do Youtube e afins mas que não me satisfizeram.

    Ensinar simplesmente a desenhar  com um lápis uma sobrancelha nova e meter a pinça não é o que eu chamo de Fazer As Sobrancelhas.

    Na vida a gente pode fazer as coisas de dois jeitos: com Arte e sem.

    Eu vou pela Arte.

    Isso significa estudar e perder tempo OLHANDO suas sobrancelhas para ver qual o real formato delas e o que é sujeira que deve sair.

    Eu LIMPO apenas as sobrancelhas, ou seja, tiro o excesso de pelos que atrapalham o desenho original das minhas sobrancelhas.

    Assim, cada pessoa tem sobrancelhas únicas. O formato que serve para um pode não ser o mais bonito para o outro.

    Se vocês repararem nas fotos das modelos e atrizes, cada uma tem um formato próprio de sobrancelhas que orna melhor com o resto do rosto.

    Tem gente de sobrancelhas cheias, outros com sobrancelhas mais finas, mas cada um tem o seu próprio formato de sobrancelhas.

    Por isso eu as tiro em casa e não vou a qualquer salão onde padronizam todas iguais.

    É muito fácil fazer as sobrancelhas. Fácil mesmo. A gente só tem que saber qual pelo tirar.

    Você só vai precisar de uma pinça própria, um bom espelho, um pincel de sobrancelhas e boa iluminação.

    Tenho minha rotina semanal de retocá-las e assim estou sempre bem arrumada.

    Como na Moda, lembrem-se: tirar menos sobrancelhas é mais. Quanto mais tirar, mais falso fica o resultado.

    Eu começo penteando as sobrancelhas para colocar os pelos no seu lugar. Aí você já vê qual o formato delas.

    Tire um pelo de cada vez. Atire a primeira pedra quem nunca arrancou um monte de pelos e ficou com falhas.

    Bem, vamos às fotos. Eu estou de cara completamente lavada, sem cremes nem nada.

    Reparem que cada sobrancelha é única e diferente. A gente tem que respeitar o formato de cada uma individualmente.

    Nas fotos “depois” dá para ver a vermelhidão do lugar de onde tirei os pelos.

    Para mais detalhes das fotos, vá ao Flickr.

    Essa sou eu “Antes”.

    “Depois”

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  • Sobre a Chatice

    Recentemente eu passei por uma experiência daquelas que mudam a vida da gente. “Life Changing”.

    Não foi a primeira vez, então, estou acostumada a reavaliar minha vida e fazer as correções necessárias sem perder muito tempo.

    Há anos já aprendi que meu objetivo principal na vida não é exatamente a “felicidade” e sim, a ausência de coisas chatas.

    Sem chatices, a vida é boa, leve, tranquila. É mais que feliz, é um estado de paz e harmonia maravilhoso.

    A chatice nos atinge de duas formas: tem a chatice externa, que nos vem sem termos controle sobre ela e a chatice interna que é fruto de nossos pensamentos e ações. Nós podemos controlar essa chatice interna.

    Acho que os termos médicos para essa chatice interna são neurose, psicose, e coisas do tipo. Para mim, eu chamo de chatice.

    Minha missão na vida é diminuir a chatice interna e externa o quanto eu puder.

    Reparei que para diminuir a chatice interna é necessária muitas vezes uma postura de não-ação. De não ceder àquela vozinha dentro da minha cabeça que morre de vontade de ver o circo pegar fogo. Mas aprendi a prever as consequências de ir conforme meus instintos chatos e garanto que saio ganhando se ficar na minha.

    Já em relação a chatice externa, a postura varia um pouco. Se algo me chateia eu tento eliminar da minha vida. E vou resolvendo os problemas de acordo com seu aparecimento.

    A chatice externa é diferente da chatice interna porque a chatice que vem de fora não é nossa. É do outro. Assim, eu devolvo para o outro sua chatice. Não guardo para mim, não deixo que ela me envenene. Dou o famoso feedback e passo de volta como uma batata quente que eu não quero segurar. Acho fundamental a gente expressar nossa chateação.

    Isso vale para tudo. Desde um serviço contratado mal feito, uma pessoa que invade nossos limites, tudo.

    A arte é saber se expressar. Como, quando, de que forma. Eu me expresso e não guardo. Porém, a própria expressão pode levar a chatices maiores, daí, eu uso meu diário, meu blog, um ouvido amigo.

    O silencio também é uma forma contundente de expressão de desagrado.

    Bem, mas tudo isso eu já fazia antes.

    O que mudou então nessa última experiência de “mudança de vida”?

    Situações como eu passei dão uma sensação de vitória, de força e de auto-suficiência muito grandes. “Eu consegui!” E o resultado disso é que eu passei a cagar e andar para os outros e para as coisas muito mais do que eu já fazia antes.

    Se eu era um cavalo cagando e andando, hoje sou um elefante cagando e andando.

    A contrapartida é que minhas relações com as pessoas estão mais fortes. Se eu gosto de alguém eu me importo mesmo, porque deixei de me importar com um monte de gente para me dedicar apenas aos que eu gosto.

    Assim, se eu me relaciono com você é porque eu gosto de você, me importo e não estou cagando montes para você. Mas se eu não me relacionar com você… Bem, já entenderam.

    Eu não tenho tempo, saúde ou paciência para aguentar chatice.

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  • A Doença do Gigio – Otite Interna em Cachorros

    Gigio é um pastor alemão mestiço de aproximadamente 12 anos de idade.

    Ele começou a ter vômitos e prostração de uma hora para outra sem outras alterações.

    Rapidamente evoluiu para dificuldade de se levantar, permanecendo deitado o tempo todo.

    Aceitou água e soro caseiro por via oral mas não quis comer.

    Em menos de 8 horas de evolução do quadro inicial de vômitos, apresentou instabilidade ao ficar de pé, caindo para o lado esquerdo e andava em círculos para o lado esquerdo também.

    Foi levado à clínica veterinária com suspeita de afecção neurológica de cerebelo com diferencial de labirintite.

    Rapidamente também desenvolveu nistagmo batendo para a esquerda.

    O veterinário fez hipótese diagnostica de Acidente Vascular Cerebral.

    Eu não concordei por causa da localização de labirinto à Esquerda e pela evolução de horas, o que sugere infecção e não quadro vascular.

    Ao exame, além do nistagmo e instabilidade, apresentava vermelhidão e edema de conduto auditivo externo esquerdo.

    Foi medicado com dexametasona, furosemide, flunarizina e uma cefalosporina de quarta geração.

    Em menos de 12 horas o nistagmo e os vômitos cessaram.

    Voltou a comer no terceiro dia e deambulava com ajuda.

    Teve alta para casa no quarto dia e aqui está se alimentando bem, bebendo água e tentando manter sua rotina de me seguir pela casa e ir até o jardim urinar. Teve uma vez diarréia e ainda não evacuou normalmente.

    Observamos que a marcha melhorou muito embora ainda tenha tendência de cair para a esquerda.

    Os exames laboratoriais mostraram um neutrofilia relativa indicando infecção aguda, o que fecha o diagnóstico de otite interna.

    Ainda não sabemos o grau de sequelas que ele terá visto o quadro ainda ser muito recente. Mas a melhora está sendo progressiva e constante.

    Agora quero tecer alguns comentários a respeito do atendimento do Gigio pelos veterinários.

    Ao verem o cachorro instável se fecharam no diagnóstico genérico de “Problema Neurológico”.

    Quem fez o diagnóstico de Otite Interna e instituiu a antibioticoterapia fui eu. A veterinária nunca tinha ouvido falar nisso.

    Otite Interna é uma doença relativamente comum em cães que apresentam Otites Externas de repetição (o caso do Gigio).

    A veterinária não examinou o cachorro. Eu que o examinei enquanto ele estava deitado na sala de exame e constatei a Otite Externa, que sugere o diagnóstico de Otite Interna por continuidade.

    Pessoalmente eu também nunca tinha ouvido falar em Otite Interna em cachorros, mas a clínica é soberana e o quadro neurológico dele indicava comprometimento labiríntico do lado esquerdo.

    Como neurologista, eu nunca tinha visto uma labirintite infecciosa bacteriana em gente nesse grau. Mas cheguei a esse diagnóstico no Gigio apenas considerando sintomas e exame físico. Mais tarde pesquisei em textos médicos veterinários e vi que era uma patologia bem descrita. Raro em gente e comum em cachorro.

    Fico pensando na quantidade de cães que não foram diagnosticados com essa infecção e tratados ou sacrificados por causa de “derrame”.

    Espero que esse relato sirva para alguma coisa.

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