Corretivo e Pó – Maquiagem Rápida

Liliana | Moda e Beleza | Wednesday, April 21st, 2010

Com esses dois videos encerro a primeira fase de videos da maquiagem na qual coloco a preparação do rosto até ficar pronto para receber cor.

Espero que gostem!

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    Liliana | Moda e Beleza | Saturday, April 17th, 2010

    Objetivo da maquiagem. Uso do primer. Como escolher a base certa. Aplicação de base líquida com as mãos e de base cremosa com pincel.

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    Liliana | Moda e Beleza | Wednesday, April 14th, 2010

    Espero fazer outros!

    Divirtam-se!

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    Quando eu era criança, não havia ração de cachorros prontas para comprar.

    Quem tinha cachorro fazia o famoso panelão de fubá com carne e dava um certo trabalho ficar cozinhando para bicho.

    Outro problema na época era que o panelão geralmente não fornecia tudo que o cachorro precisava. A comida feita em casa não era muito lá balanceada.

    Com o advento das rações prontas, a vida dos donos de cachorro se simplificou e dar ração garantia de certa forma a dieta balanceada que eles precisavam.

    Hoje encontramos rações de todos os preços e com teores de proteína diferentes, ao gosto do freguês.

    Porém, alguns cães não conseguem se alimentar com rações prontas. O Tai, por exemplo, não consegue mais mastigar a ração dura por estar velhinho.

    A saída pra o meu chow chow velhinho foi fazer a comida dele em casa, o famoso panelão.

    O segredo da ração caseira é se certificar que ela é balanceada, ou seja, com carne, carboidratos e verduras e legumes. Sal, óleo, temperos, enfim, uma comida rica em todo tipo de nutrientes.

    Eu uso a proporção de metade da panela de carne, um quarto de arroz e um quarto de verduras e legumes.

    É muito bonitinho ver o Tai comendo chuchú e repolho, que no contexto geral ele adora.

    Temperamos a comida com uma pitada de sal, porque não pode ser demasiada salgada e com um fio de óleo para não dar problemas de colesterol e ao mesmo tempo ter gordura que carrega vitaminas.

    Cozinha-se tudo junto e quando o arroz está no ponto, a ração está pronta.

    Eu uso carne magra moída sem gordura.

    Cebola e alho pra temperar.

    Enfim, é uma comida que qualquer pessoa poderia comer tranquilamente. É balanceada, apetitosa e o cachorro gosta muito.

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    Liliana | Política não vivemos sem.,São Francisco Xavier | Friday, April 9th, 2010

    São Francisco Xavier é um microcosmo onde todos os acontecimentos do resto do Brasil se repetem em escala.

    Na entrada da minha rua havia um grupo de casinhas penduradas na margem do Rio do Peixe, ao lado da estrada para a cachoeira municipal e com um grande morro bem na frente. Morro esse onde eu moro do outro lado.

    Esse grupo de casinhas era chamada de “favelinha”. Nem preciso explicar porque.

    Pessoas compraram seus lotes na favelinha e construiram casas há dezenas de anos.

    Com o tempo, o rio foi comendo a fundação das casas e o esgoto delas caía diretamente nele.

    O morro em frente desabava e escorregava terra cobrindo a estrada e ameaçava soterrar as casinhas.

    O único problema habitacional de São Francisco era a tal favelinha.

    Muitos moradores não queriam morar mais lá com suas casas rachadas e o medo do soterramento.

    Uma noite, numa chuva forte, o morro despencou e chegou a cobrir o orelhão em frente.

    A defesa civil de São José dos Campos foi acionada e a sentença foi firme: eram casas impróprias para ocupação.

    Alguns moradores foram ficar com parentes, outros queriam sair mas não tinham aonde ir e uns poucos não queria se mudar.

    A prefeitura de SJC começou a providenciar a construção de um núcleo habitacional para essas pessoas. Porém, elas não queriam se mudar para longe do centro de SFX. Havia apenas um terreno no centro que comportava as novas casas e era do estacionamento da companhia de ônibus.

    A prefeitura resolveu desapropriar o tal terreno e o dono, claro, brigou bastante.

    Mais de ano demorou até o terreno passar para a prefeitura e enquanto isso os moradores da favelinha continuaram a viver com medo de um soterramento iminente ou da queda das casas no rio.

    Quando se iniciou a construção das novas casas, bem no centro de SFX, nova queixa dos moradores: a prefeitura iria vender cada casa por 8 mil reais para serem pagas como eles pudessem. E muitos se recusavam a pagar pelas novas casas porque já tinham pago pelas casas na favelinha.

    Teve um morador, dono do bar da favelinha que colocou como condição que a prefeitura construísse um novo bar no conjuntinho habitacional.

    A construção foi rápida.

    Conheci as casas novas e as ruas e achei bem legal. Casas de dois quartos, com sala, cozinha, quintal, garagem. Muito boas mesmo. Parecidas com uma casa que eu morei por 7 anos quando me mudei para cá.

    Esse processo de mudança dos moradores da favelinha durou uns dois anos.

    Agora, entendo que todos estão felizes em suas casas novas. A área da antiga favelinha foi reflorestada depois que tudo foi demolido.

    O barzinho está lá, na entrada da rua nova e muita gente frequenta.

    Assim, temos o exemplo de pessoas que moravam em áreas de risco e podemos concluir que uma parcela tinha consciência do risco e se mudaria para qualquer lugar que lhes fosse determinado. Outros, preferiam continuar na área de risco desde que fosse bem localizada ao centro da cidade e só aceitaram se mudar quando o terreno no centro foi desapropriado. E uma terceira parcela que não esperou ação nenhuma do governo e saiu de lá assim que pode por meios próprios.

    E por que eles moravam em área de risco? Porque era mais barato e melhor localizado que um terreno na roça.

    c.q.d.

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    Liliana | Aproveita que eu não vou cobrar a consulta | Wednesday, April 7th, 2010

    Primeiro arrume um assunto pertinente que faça o leitor querer saber mais. Assim ele lerá até o fim.

    Distribua as palavras pelo espaço facilitando a leitura.

    Seja objetivo.

    Corrija os erros de português antes de publicar.

    E termine com uma conclusão decente.

    Fácil, não é?

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