Querido Diário
Mais uma semana se passou e eu aqui firme e forte.
O Tai vai bem. Ele acostumou a andar pelo gramado pelo menos duas vezes por dia com a toalha segurando a traseira e parece estar bem satisfeito. Porém quase toda noite tem que dormir com sedativo para não me acordar de madrugada.
O Pepê ainda morde tudo e todos. Ele só sabe se relacionar pela boca e percebo que já está se refreando um pouco de me abocanhar para chamar a atenção e interagir. Ele sobe na minha cama enquanto estou dormindo, escondido e deita-se em cima de mim, como um gatinho de mais de 20 quilos.
A Graça vai bem, mas o tumor na traseira cresceu. Tenho que providenciar a cirurgia mês que vem quando eu tirar uns dias de férias.
Joom La é minha companheira noturna de cuidar do Tai. Ela agora é quem me segue pela casa enquanto os outros dormem.
O Gigio está ótimo. Brinca com os mais novos e não me chateia.
O Mario some e aparece à vontade. Quando a gente acha que ele foi embora, ele está no meio da sala e eu quase piso nele.
Mais dois sapos apareceram na varanda. Sapos genéricos, feios. Um entrou em casa e eu mandei embora com a vassoura. De sapo, só o Mario que eu acho bonitinho.
O trabalho para variar está puxado. Minha agenda fica cheia todos os dias. Ninguém falta. Não tenho tempo de nada.
Resolvi aceitar o cargo de diretoria técnica da Unidade e agora estou esperando ser empossada.
Esta semana meu Macbook queimou numa tempestade. Deixei baixando séries e fui trabalhar. Quando voltei o teclado e o som não funcionavam. Falei com o técnico da assistência técnica da Apple e ele disse que provavelmente era placa lógica, que significava praticamente perda total do computador.
Ao mesmo tempo, o HD de 500 que eu tinha comprado para ele chegou. Instalei o HD no meu notebook reserva e configurei tudo e o estou usando agora.
Ainda não sei o que vou fazer com o que queimou. Já instalei um teclado externo USB e o teclado funcionou, porém, o trackpad deu defeito. Assim, acho que vou comprar um mouse USB e experimentar.
Por várias razões esta semana eu fiquei pensando na Medicina como A Arte de Curar.
Hanneman, o criador da Homeopatia dizia isso: é a arte de curar.
Ser médico envolve o conhecimento técnico e um “quê” a mais para fazer a sintonia fina entre o paciente e seu tratamento. Cada caso é um caso. Cada paciente é um indivíduo diferente e único, uma singularidade. E para poder absorver essa totalidade do paciente devemos olhar “de fora da caixa”. O que serve para um, pode não servir para o outro. Tratamento individualizado é a arte de curar.














E o barato é que seu modo de vida a “está curando”, de uma forma e de uma coisa que só você conhece.
Vida longa aos médicos, principalmente às doutoras. Beijão.
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Comment by Toninho Moura — November 26, 2009 @ 9:58 pm