Fantasia de Caipira
Quando eu era criança na cidade grande costumava me fantasiar de caipirinha para as festas juninas. Além do vestido de chita florido e o chapéu de palha, para ser uma caipirinha de verdade no frio da noite da festa precisava usar várias roupas uma por cima da outra.
Já adulta trabalhando aqui no mato e virado eu mesma uma caipira de fato, constatei que o mais verdadeiro da fantasia eram os agasalhos empilhados como cebola.
No mato, no frio, você usa a roupa que tiver, do jeito que for e faz qualquer negócio para não passar frio. Por isso a descombinação geral que eu vejo direto por aqui.
Resolvi escrever este texto porque hoje estou completamente caipira. Em pleno plantão, morrendo de frio, fui obrigada a vestir todas as roupas que eu tinha trazido para cá. Desde o moleton que uso de pijama até o capotão de lã. Quatro camadas de agasalhos, todos cada um de uma cor. Ficou lindo!














Deve estar uma belezura mesmo.
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Comment by Vinny — June 12, 2009 @ 8:34 pm
Aloha Liliana!
Imagino! Se aqui na Ilha está frio, aí na Serra devem estar mastigando gelo pra se esquentar…
Só faltaram as fotos!
Abraço apertado e
Aloha!
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Comment by Luis Santos — June 14, 2009 @ 2:33 am
Aloha Liliana!
Se faz um frio dadano aqui na Ilha, imagino o frio que faz aí na Serra…
Só faltaram as fotos!
Abraço apertado e
Aloha!
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Comment by Luis Santos — June 14, 2009 @ 9:55 pm
Imagino o resultado…
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Comment by Enio Luiz Vedovello — June 15, 2009 @ 3:19 pm
no inverno de verdade (o radical, com neve e gelo, oposto do verão ensolarado) a técnica de se usar várias camadas de roupa é o segredo e salva-vidas de muita gente. de nada adianta um casacão vitaminado, pena de ganso, pele de urso polar ou coisa que valha se por baixo do mesmo há só…uma blusinha e depois a pele. a chave são as “layers”…isso vale pras pernas e pés também…num passado não muito recente (felizmente) eu costumava passar invernos com tres meias e uma calça de lã por baixo da calça comprida. e na hora de ir à rua nada me ajudava a andar com (relativa) segurança no gelo como as minhas botas de sola de borracha forradas (a sola parecia a do kichute)…só pra sair de casa levava uns 10 minutos “virando cebola”, como disse voce, liliana…são lembranças hoje me dia engrcádas mas felizmente apenas lembranças.
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Comment by tatiana dutra e mello — June 16, 2009 @ 2:14 am