Krod Mandoon

Liliana | Filmes, TV e Séries | Sunday, April 26th, 2009

Ontem estava procurando alguma coisa para ver e dando uma olhada na lista de séries da EZTV me chamou a atenção um série com um nome estranho e bem cotada no site: Krod Mandoon.

Havia apenas 4 episódios então resolvi vê-los. E foi uma das melhores surpresas em termos de diversão dos últimos tempos.

Eu li a trilogia inteira do Senhor dos Anéis assim posso reclamar a vontade, com conhecimento de causa, e aproveitar cada detalhe da nova série do Comedy Central.

Krod é o típico herói de uma saga num mundo de magia, reis, cavaleiros, e absolutamente nada passa sem uma crítica engraçada a todos esses estereótipos.

Aneka é a melhor namorada de herói que eu já vi. E eu já vi muitas.

O resto dos amigos de Krod também não fica atrás: o mago picareta, o homem-porco e o ex-amante do general da revolução, Bruce, claro.

O malvado regente Dongalor também está ótimo.

É uma série que você assiste numa tacada só, rindo o tempo todo e quando percebe, o episódio já acabou.

Recomendo muito.

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    Liliana | Filosofando, No Plantão | Monday, April 20th, 2009

    Que felicidade ao me pesar hoje de manhã e ver que estou com 62,9.  Abaixei dos 63 quilos!

    Estou feliz!

    Pode parecer bobagem, mas para mim é muito importante.

    Significa que estou no caminho certo. Que meu corpo está em equilíbrio com minhas novas atividades e medicações. Que minha alimentação está satisfatória.

    Já estou entrando em várias das minhas roupas e não preciso usar moletons o tempo todo. Uma notícia maravilhosa!

    Já escrevi aqui que o processo de emagrecimento é lento, contínuo e reflete o bem estar interno da pessoa, sendo um excelente parâmetro de qualidade de vida. Se você está no peso ideal ou se aproximando dele, então sua vida está indo bem. Qualquer oscilação de peso significa um desarranjo interno que precisa ser corrigido, seja ele psicológico ou orgânico.

    Aparentemente estou mais adaptada aos plantões. Embora não consiga dormir mais que duas horas por noite, meu peso não está mais subindo no pós-plantão. Eu saio do plantão às 7 da manhã de sábado e durmo boa parte do dia. Só viro gente de novo domingo a tarde e olha lá… Os plantões têm sido muito puxados. Não tenho tido tempo nem de sair para fazer as refeições e tenho comido por lá mesmo com marmita.

    Me perguntaram se tem casos sérios mesmo ou se é só besteira que aparece. Ambos. Tem muita besteira que nem precisava passar no médico mas tem vários casos que se não tratados imediatamente colocam a vida da pessoa em risco. E já teve casos de vida ou morte imediata que ao tirar essas pessoas da emergência compensam todas as bobagens que eu tenho que atender.

    Dias desses recebi um telefonema da chefe do posto me contando que um desses pacientes teve alta do hospital e foi no posto me procurar para me agradecer tê-lo salvado. Isso não tem preço.

    Por essas e por outras eles querem que eu continue dando os plantões de sexta-feira.

    Eu concordo. Resta ver se a burocracia da prefeitura permite.

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    Liliana | Filosofando, Minha vida num sítio | Thursday, April 16th, 2009

    Eu poderia escrever sobre o significado da merda enquanto simbolização de conteúdos digeridos pelo inconsciente e sua expressão mitológica monstruosa como ser independente e silencioso tomando de assalto com sua presença fétida e líquida os recôndidos das instalações sanitárias de meu lar.

    O fato é que as fossas sépticas de casa, são duas no total, estão atoladas de merda. É tanta merda que não sei como, elas se interligaram e agora se tomo banho no meu chuveiro, a merda sai na garagem.

    O solo está tão encharcado que não há vazão do esgoto.

    Estou literalmente na merda.

    Ficar na merda é um processo. Da mesma forma que uma fossa não se enche de uma hora para outra, uma pessoa não se vê na merda de repente.

    A gente tem sinais que algo não está certo. E infelizmente poucos de nós prestamos atenção a esses sinais e tomamos providências logo no início. É uma descarga que não esvazia rapidamente, um ralo entupido, uma irritação aqui, outra acolá.

    Quando se percebe, tem merda saindo por todos os lados e você perde a paciência. Quem olha de fora poderá pensar: “mas o que aconteceu com essa pessoa? Parecia que estava tudo bem!” Mas não. A merda estava acumulando.

    E daí, com merda pelas tampas, qualquer cocozinho já é suficiente para uma reação exagerada.

    As bactérias que limpam fossa chegaram hoje. Já fui no correio pegar e joguei em todos os ralos e privadas. Mas não sei se na atual conjuntura vai ser suficiente para arrumar o estrago. Eu não gostaria de ter que desenterrar as fossas e todo o encanamento e estragar o gramado.

    Mas é claro que a merda real é apenas uma parte da merda simbólica. Porque a gente produz merda o tempo todo e tem que fazer algo com ela, dar o destino certo. Trabalhar a merda. Estou seguindo com meus planos de vida, transformando merda em ouro. Mas devo estar preparada para novas mudanças para justamente não acumular mais merda. E não ter mais que lidar com a materialização de meus problemas saindo pelo ralo da garagem.

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    Liliana | Aproveita que eu não vou cobrar a consulta | Tuesday, April 14th, 2009

    Estou numa briga tremenda com o peso.

    Eu peso exatamente 63,9 pesados hoje pela manhã e preciso chegar a 56. Além da questão de entrar nas minhas roupas, tem a parte de saúde, ordens médicas: colesterol alto, hipertrigliceridemia, tendência a diabetes, essas coisas. Olhando para mim, não estou gorda pois meço 1,71m, mas estou acima do peso que eu fico bem.

    A gente engorda basicamente por um motivo: ingesta maior de calorias do que se gasta. Eu engordei por problemas hormonais ano passado, isso significa que o corpo não queimava as calorias que devia. Apenas uma pequena quantidade de gente engorda por problemas hormonais, a grande maioria não tem esse tipo de disfunção. O fato é que comem demais, mais do que precisam para manter o corpo funcionando.

    Mas por que alguém come demais?

    Porque buscam na comida algo além do que ela pode oferecer enquanto nutriente e combustível. A comida passa a ter uma função psicológica.

    Prazer, carências, alívio de atress, recompensas, solidão, amor, a comida aceita tudo. A comida preenche o vazio existencial, a falta de estima, a falta de amor próprio, enfim, sentimentos bons que deviam vir de dentro para fora, vindos da própria pessoa para ela mesma, vem da comida de fora para dentro, de um modo artificial.

    Quando falta recheio interno de coisas boas dentro da pessoa, a tendência é enfiar coisas gostosas comendo.

    A comida perde sua função de substrato energético e passa a ter função de apoio emocional.

    A relação com o alimento fica deturpada.

    Tem gente que só sabe se relacionar com os outros através de comida. Por exemplo, aquelas mães que entopem seus filhos com guloseimas por não saberem expressar o amor de outra forma.

    Mas qual seria uma relação saudável com o alimento?

    Seria aquela na qual a pessoa ingere o necessário para manter suas funções vitais funcionando perfeitamente numa massa corporal saudável para idade e altura. Nem mais, nem menos.

    Assim, o que entra me mim tem que ter qualidade. Piadinhas a parte, é a pura verdade: não vou colocar para dentro qualquer coisa de qualquer jeito.

    A hora da refeição é uma hora importante de calma e concentração. Para se escolher o que vamos ingerir e de que forma vamos ingerir. E principalmente a quantidade. Não se deve comer de qualquer jeito, com descaso. O descaso na alimentação reflete um descaso consigo próprio.

    Modificar o que se come e o quanto se come é muito mais complicado que simplesmente tomar anfetaminas. Por isso que elas não funcionam a longo prazo. O objetivo é refazer todo um relacionamento com a alimentação e para isso geralmente é necessário analisar o atual papel da comida na vida da pessoa e modificar isso. É o “pensar magro”.

    Quando se escolhe, porque no fundo é uma escolha, não mais usar a comida como alívio de sensações internas ruins, obrigatoriamente temos que trabalhar essas sensações ruins de outra forma. Daí, deve-se olhar de frente para a carência, para a insatisfação ou para qualquer que seja a sensação ruim que a comida estava aliviando e mitigá-la de outra forma. O ideal é resolver o problema e não mais apresentar o sentimento ruim. Infelizmente muita gente prefere não lidar com o que realmente incomoda a elas e ficam dando voltas em torno do sintoma de expressão do incômodo.

    Eu costumo dizer que se foi um comportamento que o deixou gordo, apenas uma mudança no comportamento vai emagrecer.

    Estar no peso ideal é um compromisso para vida toda. É prestar atenção a qualidade de vida no sentido que sua vida deve ter uma tal qualidade que todos os aspectos devem estar satisfeitos: emocionais, nutricionais, afetivos, etc. E buscar essa satisfação dá trabalho e requer empenho. Realmente é muito mais fácil se entupir de comida.

    Eu prefiro continuar na busca pela minha felicidade verdadeira.

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    Liliana | Minha vida num sítio, No Plantão | Monday, April 13th, 2009

    receber visitas!

    Este feriado recebemos a visita de um casal de amigos do Cardoso lá do Rio e foi muito gostoso. Muita conversa boa, churrasco, risadas… A casa fica animada e os cachorros ficam em festa porque recebem muito carinho e muitos elogios. Eu como mãe fico superorgulhosa de ver meus pimpolhos sendo elogiados.

    Passeamos de jipe, fomos comer fora na Nanda e no Will, foi muito bom.

    O plantão do feriado até que foi tranquilo. Atendi metade dos pacientes de um dia normal. E não teve  nenhuma emergência séria. Consegui estudar, ver um filme, dormi um pouco.

    A UPA onde trabalho (Unidade de Pronto Atendimento) é muito elogiada e percebi que tem turistas que vão lá passear e aproveitar consultas. Isso revolta pois vem gente de outras cidades onde o atendimento não é lá essas coisas em busca de consultas de rotina no plantão de emergência. E soma-se a isso ao fato que o povo já espalhou na cidade que sou eu que estou de plantão e o pessoal quer passar comigo. Então, fica um monte de pacientes crônicos para atender na UPA e no meu consultório particular, que é bom, nada. Porque ninguém quer pagar. Mas eu explico: olha, eu não tenho acesso ao prontuário online do ambulatório, é apenas atendimento de emergência. Não tem como fazer tratamento crônico no plantão. E tenho que me virar como posso e resolver o problema do paciente com o que eu tenho até ele passar no médico de rotina.

    Este plantão eu atendi tanta gente com pressão alta que lá pelas tantas achei que o defeito era comigo: que eu é que estava ouvindo errado a pressão das pessoas.

    O que que custa tomar a medicação? Ela é fornecida gratuitamente no posto. E os efeitos deletérios da pressão alta são terríveis, se eles soubessem, nunca deixariam de tomar o remedinho. Eu explico, falo, mas parece que o povo não tem amor a vida.

    Não adianta ficar passando no médico se a pessoa não faz a sua parte. O maior interessado é o paciente.

    Eu vejo que uma parcela das pessoas não assume a responsabilidade pela própria vida e pelos cuidados sobre si mesmo. Esses ficam indo no médico por qualquer coisa e geralmente estão descompensados esperando que o médico fique dando “broncas” e incentivando a aderência aos tratamentos. Não é função do médico ficar convencendo o paciente que é melhor ele fazer o tratamento. A pessoa é que deve tomar para si a responsabilidade de querer o melhor para si mesmo. O médico apenas fornece dados e o meio para que isso seja possível. E no caso do posto de saúde, até fornecemos a medicação para que não haja despesa nenhuma. Os profissionais de saúde têm um atuação limitada.

    Bem, era isso do fim de semana. Boa semana a todos!

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    Liliana | Blogworld | Sunday, April 12th, 2009

    Detesto posts longos.

    Acabei de ver um que era uma lista de 45 blábláblás. E o cara que escreveu detalhou as 45 coisas uma a uma.

    Deu trabalho até para rolar a página para baixo, porque ler um treco desses, nem fu.

    Essas pessoas não tem mais o que fazer?

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    Liliana | Admirável Mundo Velho, Blogworld | Tuesday, April 7th, 2009

    Tears in the rain

    Enough said.

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    Liliana | Filmes, TV e Séries | Tuesday, April 7th, 2009

    Parei de ver a série quando o helicóptero caiu no Dr. Romano, o sem braço.

    Estava muito ruim. Horrível mesmo.

    Mas quando soube que o ultimo episódio ia ao ar, eu tinha que ver e me despedir da série.

    Quinze anos. Um total de quinze anos de ER e tanta coisa aconteceu na minha vida.

    Quando eu estava na residência de neurocirurgia, eu queria me especializar em emergências e trauma. Eu sempre adorei PS e plantões e a adrenalina envolvida. Na época fui frontalmente desestimulada porque trauma e emergência era considerada uma medicina menor. Não era chique. Chique era operar aneurismas e tumores.

    Minha vida deu muitas voltas e me vi longe do ambiente do PS anos depois e meu único contato com essas lembranças era através da série ER.

    Tinha episódios que eu chorava de saudade e emoção.

    Anos depois, fiz nova tentativa de voltar para o PS, já em outro hospital e em outras condições, mas bem no dia que ia começar a trabalhar lá estava eu sendo operada de novo do câncer que havia retornado. E novamente tive que abrir mão por causa de minha saúde.

    Mais anos se passaram e eu estou de volta a dar plantões. Não são plantões neurocirúrgicos como eu dava, mas são na cidade que moro e estou satisfeita. E ER acabou.

    Vi o último episódio com lágrimas nos olhos porque essa história se mistura com a minha. E o episódio em questão foi lindo na sua simplicidade e em ilustrar exatamente como um médico de emergência se sente: você vai e faz o melhor que pode e vai embora e volta e faz o melhor que pode de novo. E a vida continua. Da forma mais prosaica possível.

    ER foi uma boa série se se descontar os absurdos desnecessários. Como se precisasse de mais drama além do drama normal inerente à situação de um PS.

    Adeus, ER, você cumpriu bem sua missão.

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    Eu não canso de dizer que eu amo meu jipe.

    Faz uns dias que eu reparei que o pedal da embreagem estava muito baixo.

    Já fiquei superpreocupada imaginando que ia ter que levá-lo para São Paulo na autorizada, ter que alugar outro carro porque é impossível ficar sem carro aqui no sítio, enfim… Mil coisas.

    Estava com tanto medo de ser uma coisa séria e que ele ia quebrar na viagem para a oficina que resolvi dar uma passadinha no Badaró, o mecânico aqui de São Francisco que conserta fusca com arame e faz qualquer negócio, para me preparar para a viagem propriamente dita.

    Pois o Badaró abriu o capô, abriu o receptáculo de fluido de embreagem e constatou que estava vazio.

    E era esse o problema.

    Só isso.

    Ele acha que o fluido acabou porque não devem ter completado nesses dez anos de vida do carro.

    Bem, o pedal já está voltando ao normal. E estou de olho se o fluido vai baixar de novo. Se baixar é que tem vazamento. Mas não acredito nisso.

    Ai, que carrinho bonitinho!

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    Liliana | Minha vida num sítio | Monday, April 6th, 2009

    E a vida vai indo pelas bandas de São Francisco Xavier.

    O tempo aqui costuma ser horrível. Chove muito. E eu detesto chuva. E está chovendo agora. Mas isso eu já contei e não tem nenhuma novidade. Porém, ficou a dúvida de quando foi a tal Chuva da Goiaba, que é a chuva que fecha a Temporada das Águas. Costuma ser uma tempestade daquelas de cair o mundo. A Nanda falou que já teve. Eu não vi. Para mim foi só chuva normal. E as Águas continuam…

    E estamos esperando a Seca para reenvernizar as janelas. Nem parece que Seu Zé passou verniz em tudo. Ele está fechando as trincas da casa com cimento. Já fechou por fora e em breve vai passar massinha branca por dentro. Mas também estamos esperando secar tudo.

    Outra coisa que as Chuvas fizeram foi entupir todo o sistema de esgotos daqui. O chão ficou tão encharcado que o esgoto começou a voltar pelos canos e ralos e as fossas se encheram de tal forma que agora vou ter que usar de artifícios para esvaziar.

    Acabei de encomendar pela internet um preparado de bactérias que comem dejetos para ser jogado no esgoto e assim esvaziar as fossas. Muito legal.

    Os cachorros estão bem. O Mario sumiu mesmo.

    Eu estou gostando muito de dar os plantões lá no posto. Fui contratada como avulsa para os plantões de sexta-feira este mês.

    Os plantões tem sido puxados porque a população de São Francisco cresceu muito, praticamente dobrou e a quantidade de médicos continua a mesma. A cidade tem um clínico geral em meio período, um ginecologista, tem um pediatra uma vez por semana e o resto sobra tudo para o plantão. Então eu tenho que atender tudo: bebês, crianças, adultos, idosos, todo mundo e em todas as especialidades já que o encaminhamento para os especialistas pode demorar muitos meses.

    É uma experiência bem interessante.

    Enfim, vamos indo.

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    Liliana | Bichos Incríveis | Thursday, April 2nd, 2009

    O Tai é um cachorro de uma raça antiga e orgulhosa, Chow Chow.

    Hoje ele está velhinho com 12 anos e tem muita dificuldade de se levantar, de andar. Ele chora quando quer ajuda.

    Mas só chora quando realmente precisa de ajuda, depois de ficar horas na mesma posição ou quando quer ir lá fora ao banheiro.

    Dai eu chego perto dele e ele abana o rabo. Coloco um cobertor ao lado dele e o rolo para o cobertor. Depois eu puxo o cobertor com ele em cima até o gramado onde ele consegue ter aderência para se levantar sozinho.

    Faço tudo isso com muito cuidado para não machucá-lo e para ele não me morder.

    Ele se ressente de estar nessa situação e quando vem outro cachorro perto quando ele está no chão indefeso ele fica irritado.

    Como falei, ele é um cachorro orgulhoso.

    E a gente ajuda, sem humilhar.

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