Instante de Sabedoria
Viver é como pegar onda.
Tem você, a prancha e o mar.
Você só tem controle de você e da prancha.
Você cuida bem de você para estar nas melhores condições possíveis para ir pegar onda.
Você cuida da sua prancha bem, para ela ter o melhor desempenho possível também.
Mas o mar…
Você não pode controlar o mar.
O mar tem o ritmo dele e é uma força muito poderosa e além de você.
No máximo, o que dá para fazer é observar o mar e conhecer o seu ritmo para escolher a onda, escolher o momento, calcular o tamanho da onda, o tamanho do caldo e o tamanho do seu fôlego.
Só que na vida, não dá para ficar na praia esperando o momento certo para entrar no mar. A gente está no mar em cima da prancha o tempo todo.
Mas a gente pode escolher se vai pegar a onda, se vai ficar sentado na prancha, se vai ficar para lá ou para cá da arrebentação.
Mesmo assim com certas escolhas, a gente está no mar. E no mar, tem tubarão, tem tsunami, tem tempestade, tem calmaria, tem as correntezas. Tudo que independem da gente.
Cabe a nós ficarmos atentos com o mar.
E sabermos remar.














Às vezes, muitas vezes, eu diria, somo lançados no mar. Sem prancha e sem remos. E aí é preciso saber nadar. Viver é difícil. Mas ninguém quer abrir mão de viver. O importante é saber viver. E isto é mais difícil ainda.
beijo, menina
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Comment by denise rangel — October 15, 2008 @ 4:14 pm
Ficar atento, sim. Mas nem por isto tentar fugir dele…
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Comment by Enio Luiz Vedovello — October 15, 2008 @ 6:02 pm
Prefiro deitar na areia e contemplar as estrelas.
hsuehusheuhs
Muito bom.
Abraços.
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Comment by André HP — October 15, 2008 @ 10:44 pm
Cara, vc é um doce. E além de tudo (blogueira, médica, romântica) é surfista! Caí no seu blog pq estava saciando curiosidades sobre “As Pontes de Madison”, que eu li hoje, e havia um post seu. E sobre ele o filme/livro, eu acredito que amor assim é lindo na literatura: tão pleno, perfeito e único – e sobre o tema o filme não inovou. Na vida real, creio que com certa frequência pessoas se deparem com escolhas desta natureza: sacrificar ou não por paixão? Não acho que exista resposta única, ou que qualquer escolha possa ser taxada de covardia, mas como já disse, romantismo é bom na literatura, desconfio das escolhas feitas por paixão. E no mais, nada errado vejo com as amigas e amigos de foda. E bem, embora não partilhe de todo esse romantismo seu, tenho que confessar que o admiro, e que seu blog é, como diria meu filho bem “maneiro”. bjs. Re
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Comment by Regina — October 16, 2008 @ 12:24 am
Aloha Liliana!
“O truque está em sobreviver enquanto esperamos a prosperidade que virá”
Como uma onda, Zen-surfismo, é uma sensação em constante movimento e renovação.
Ou como lembrou a Denise Rangel, aqui em cima, saber o que fazer enquanto estamos por aqui.
“Life is what happens while you’re busy making other plans”, ou ainda mantendo minha admiração a meus gurus “Life moves pretty fast, if you don’t stop and look around, once in a while, you could miss it”
Abraço apertado e
Aloha!
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Comment by Luis Santos — October 16, 2008 @ 12:29 am