Frase Curtinha
Envelhecer é um processo de encinicamento.
Tem panelas de todos os tipos: de pedra, de inox, de ferro, de cobre, de barro. Cada uma tem uma característica diferente. Tem umas que precisam ser curadas antes de usar, Outras já nascem prontas para uso. Umas quebram facilmente. Outras aguentam por anos. Tem panela que é melhor para arroz. Outra é para feijão. As de cobre dizem que fazem molhos maravilhosos.
Eu tenho vários tipos de panelas em casa. Cada uma eu uso para uma coisa.
Se eu fosse escolher que tipo de panela eu seria, eu seria uma panela de ferro. É minha preferida. E as de ferro fazem bem feijão. E quanto mais velhas, melhor. Mas tem que tratar bem, passar óleo, guardar com cuidado, manter a tampa aberta para não estragar por dentro, não enferrujar. Eu só faço feijão na panela de ferro. Não faço arroz. Arroz eu deixo para outra panela, a de pedra sabão.
Hoje é dia de ficar com raiva de homens.
Fui acordada em plena madrugada às 9 e meia da manhã por um homem. A boa educação manda não se ligar para a casa dos outros antes das 10 da manhã. O dito cujo não só não telefonou para meu telefone fixo, como ligou no meu celular que fica ao lado da minha cama e me acordou do meu sono justo após ter chegado em casa de uma viagem cansativa e ter ido dormir de madrugada.
Por quê me ligou? Porque ele estava ansioso. E ao lado dele, havia outro homem ansioso que o fez telefonar.
E quem paga o pato? A mulher aqui.
Mal-dormida, o dia continuou aos trancos e barrancos. Nem bem consigo tomar café da manhã, porque tenho que correr fazer o tal post do Programa de Afiliados que aparentemente todo mundo conseguiu abocanhar alguma coisa, menos eu. E ainda por cima recebo um comentário perguntando se eu tenho o mesmo código de afiliado do meu namorado. Justo de quem! Homens!
Nesta altura do campeonato “me casaram” e eu como “boa esposa” é claro que não devia ter um código próprio só meu. Tinha que usar o do “marido”. (Desculpe, Evandro, mas essa foi a impressão que me passou.) Realmente é melhor eu ficar mesmo com meu consultório e deixar essa coisa de blog para os homens. Homens!
Porque daí eu fui no correio e recebo uma carta da prefeitura de São José dos Campos para eu levantar uma guia de uma multa para pagar da minha firma, vejam só, de desenvolver sites na internet! (e que depois de hoje realmente acho que vou fechar) porque meu ex-marido não apresentou os documentos que faltavam e eu perdi o recurso e fui condenada a pagar a tal multa que eu nem sabia que estava devendo. Porque o tal do ex-marido, quando ainda era marido e sócio gerente da firma, não me falou de nada. Homens!
E fui correndo para o contador que está acertando as coisas da firma. E ele simplesmente tinha deixado tudo em stand-by por causa de… nada! Homens!
Depois os homens dizem que as mulheres reclamam o tempo todo deles.
Parece que os homens têm uma incapacidade de se colocar na pele das outras pessoas. Uma total falta de empatia. Uma necessidade de realizar e satisfazer seus desejos imediatos e só.
Homens, hoje eu estou com raiva de vocês.
Feios e bobos!
(Tá bom, eu sei que não é legal generalizar. Mas eu estou brava. E se algum homem bonzinho quiser me deixar contentinha, coloque aí um comentário me dizendo como sou maravilhosa e coisa e tal.)
Caros Amigos Leitores Desse Blog,
Todo mundo gosta de dinheiro. É um fato. Posto isso. Vamos deixar de frescura e ir aos finalmentes sem hipocrisia.
Meu amigo Edney, aka Interney, lançou um Programa de Afiliados muito bacaninha e que rende bem mais que os outros programas de afliliados que tem por aí.
Programa de afliliado para quem não sabe é aquele negócio que você se associa e divulga lojas, produtos, serviços no seu site ou blog ( a tal monetização) e ganha uma porcentagem em cima das vendas ou das visitas que você encaminha para a tal loja. Pois é.
É assim que blogueiros ganham dinheiro para quem não sabia.
Até hoje, com os programas que tinham por aí, só uns mega-probloggers ganhavam alguma grana porque as comissões eram ridículas e a gente, com poucas visitas (em relação a vocês sabem quem), nem viam a cor do dinheiro.
Pois o Edney está dando comissões de 15% em cima das vendas. E se alguém se inscrever através de meu blog, eu recebo comissão também e se alguém se inscreve através do seu, você recebe e assim sucessivamente. No fim, todo mundo ganha.
Esta é uma oportunidade única para gente que nunca pensou em monetizar seus blogs ou sites começarem. Ou para quem já tentou e teve resultados pífios com outros programas de afiliados, como eu.
Dinheiro é bom e eu gosto!
Para conhecer a Loja Virtual Clique Aqui.
Por exemplo, eu preciso de um porteiro eletrônico e já achei onde vou comprar.
Se você nunca pensou em ganhar dinheiro com seu blog/site. Comece a pensar.
“…cheguei ate aqui via cardoso (pra mim ele continua sendo carlos, eu fui vizinha dele quando eramos criancas)…”
Recebi este simpático comentário agora há pouco e não resisto em contar uma coisinha. Eu estava na dúvida se contava ou não. Mas depois disso…
Eu sou Vulcana com Borg. Isso vocês sabem. Assim, quando comecei a namorar o Cardoso eu precisava decidir como iria chamá-lo.
Perguntei a ele como ele gostaria de ser chamado. Quem o conhece deve imaginar a resposta: ele rosnou ou algo parecido. “Tanto faz, chama como quiser.”
Eu, na minha vulcana ignorância, continuei.
E vocês podem imaginar a cara feliz dele com essa conversa.
“Bem, seu nome é Carlos Alexandre Cardoso. Eu não gosto de Carlos. Então vou te chamar de Alexandre, tá?”
“Alexandre, não. Porque minha mãe me chama de Alexandre e daí fica meio esquisito.”
“Mas Cardoso é seu nome comercial, nome de guerra. E Carlos…?”
“Chama de qualquer coisa.”
Então, passei meses e meses chamando de “querido” e “amor”. E quando queria me referir a ele falava “O Cardoso”.
Um belo dia, na semana retrasada toca o telefone e do outro lado alguém pergunta: “o Carlos está?”
Minha primeira reação foi de dizer: “não conheço nenhum Carlos. Aqui não tem Carlos nenhum.” Ainda bem que minha mente foi mais rápida e fiz a seguinte associação: “o apelido do Cardoso é “CC”. O primeiro “C” é de… Carlos!!!!”
E rapidamente pude responder: “o Carlos não está”.
E foi assim, depois de mais de 4 meses que eu me toquei que eu namorava um Carlos.
Desculpa, querido, O Carlos.
Sabe quando você tem que fazer uma coisa difícil, importante para você, uma coisa extraordinária que você não faz todo dia? Quando você vai usar energias e recursos seus que você não sabe se tem e que só vai descobrir na hora?
Todo mundo passa por isso.
Seja dando uma entrevista, fazendo uma palestra, realizando um negócio vultuoso, tomando uma decisão importante, assinando um documento, indo ao médico, não importa o que seja. Todos nós passamos por situações que não sabemos como vamos nos comportar exatamente. Podemos ter idéia, mas não temos certeza de nossas estruturas internas porque nunca passamos por aquela situação em particular.
Isso não é fraqueza de ninguém. É o normal. E geralmente gostamos de ter companhia nesses momentos.
É a hora que precisamos de nossos amigos e parentes para o famoso “apoio moral”.
E uma das melhores sensações do mundo é ter a presença de alguém nessas horas ao nosso lado. A pessoa não precisa falar nada. É só ficar ao nosso lado numa cumplicidade silenciosa.
Vemos quem são nossos amigos e quem gosta de nós de verdade nessas horas: quando essas pessoas se mostram disponíveis para “o que der e vier emocional” que pode surgir da situação.
Quando eu falo “pode contar comigo”, é isso a que me refiro: eu estou disposta a ceder minhas energias emocionais para que esta pessoa as use em sua situação especial.
Eu tenho muita sorte de ter amigos maravilhosos que me acompanharam em situações terríveis: mortes de seres queridos, fazer exames de saúde sérios, assinar meu divórcio e coisas assim.
O contrário de ter alguém, ou seja, ter que passar pelas coisas sozinho é terrível. A sensação de se estar solto no mundo e que não importa o que aconteça não vai fazer diferença para ninguém é avassaladora. Acho que por isso as pessoas procuram tanto um par, uma companhia para dividir a vida. Alguém que goste de você o suficiente para perceber que o que você vai enfrentar não é uma coisa corriqueira e que você vai precisar do tal apoio moral. Melhor dizendo: alguém que goste de você o suficiente para perceber você.
Acho que é isso que todos queremos: ser alguém para alguém.
E não é tão difícil ser alguém para alguém. Sua simples presença naquela hora especial já é suficiente. Não precisa falar nada. Por mais que você ache que não vai fazer diferença nenhuma, acredite, faz. E muita!
Muitas vezes, nem sua presença física é necessária. Apenas saber que você está disponível para aquela pessoa já é suficiente. Por isso que eu faço questão de dizer para meus amigos: pode contar comigo!
|
Preconceito (do Houaiss) |
IMPRIMIR |
Datação
1817-1819 cf. EliComp
Acepções
? substantivo masculino
1 qualquer opinião ou sentimento, quer favorável quer desfavorável, concebido sem exame crítico
1.1 idéia, opinião ou sentimento desfavorável formado a priori, sem maior conhecimento, ponderação ou razão
2 atitude, sentimento ou parecer insensato, esp. de natureza hostil, assumido em conseqüência da generalização apressada de uma experiência pessoal ou imposta pelo meio; intolerância
Obs.: cf. estereótipo (‘padrão fixo’, ‘idéia ou convicção’)
Ex.: <p. contra um grupo religioso, nacional ou racial> <p. racial>
3 conjunto de tais atitudes
Ex.: combater o p.
4 Rubrica: psicanálise.
qualquer atitude étnica que preencha uma função irracional específica, para seu portador
Ex.: p. alimentados pelo inconsciente individual
Eu detesto ser vítima de preconceito. Aposto que ninguém gosta, claro.
Mas hoje eu quero falar de um tipo de preconceito muito comum: o preconceito das pessoas que acham que nos conhecem e não querem nem saber como somos de verdade por justamente já terem feito este “pré-conceito” de nós.
E não tem nada mais irritante e covarde do que não dar a oportunidade de nos mostrarmos como somos de verdade e nos tratarem baseado naquela imagem falsa idealizada pelo preconceito que só serve às deficiêncas do gerador da imagem preconceituosa.
Eu abomino o preconceito contra as mulheres.
Eu abomino qualquer forma de preconceito.
Eu prefiro ser um milhão de vezes chata e perguntadeira e dirimir todas as minhas dúvidas para poder formular um julgamento baseado em informações reais e concretas do que emitir um pré-conceito sobre alguma coisa ou alguém.
Sim. Eu sou chata se me considerarem por este lado. Eu sou uma cientista.
E sim, eu tenho opinião sobre tudo, inclusive sobre os preconceituosos.
Isso que dá se meter com mulher com filhos…
Hoje de manhã o Tai acordou viu que o “papai” não estava tomando café da manhã e foi procurá-lo.
Foi no quarto, não achou.
Foi no banheiro, não achou.
Foi procurar as malas, não achou.
Veio chorando reclamar comigo: “cadê o papai?”
“Querido Tatai, o papai não tá.” (Ele tá lá.)
E é assim que alguém é promovido a “papai” de cachorros.
Tanto faz se a medicação é alopática ou homeopática, queremos saber se o tal coisa está nos curando ou não.
Primeiro deixa eu explicar rapidamente o que é remédio “alopático” e “homeopático”.
Esta terminologia é usada por médicos desde os tempos de Hipócrates e quer dizer: alopatia, o que causa sintomas diferentes e homeopatia, o que causa sintomas iguais, basicamente. Assim, um remédio alopático tomado por uma pessoa causa sintomas nessa pessoa diferentes dos que se quer curar nela. E o remédio homeopático quando tomado, causa sintomas iguais aos que queremos curar.
Exemplificando, se eu quero curar uma dor de cabeça com homeopatia, eu tomo um medicamento que produz dor de cabeça. E se eu quero curar uma dor de cabeça com alopatia, eu tomo um medicamento que produz outro sintoma diferente de dor de cabeça, por exemplo, dor de barriga. Entenderam?
Ambos os medicamentos podem curar uma pessoa de seus problemas, dependendo da indicação do caso. Mas como vou saber que aquele remédio está realmente me curando?
Também por observação foram descritas as tais Leis De Cura.
Observou-se que as doenças têm um sentido de progressão. A gente vai adoecendo de fora para dentro, da pele para os órgãos mais internos; de baixo para cima; das extremidades para o centro; de órgãos menos nobres para os mais nobres; de sintomas mais simples para coisas mais complicadas.
As Leis De Cura então, descrevem o desadoecer: a cura acontece se os sintomas desaparecem de cima para baixo, de dentro para fora, de órgãos mais nobres para os menos nobres, e no sentido inverso de seu aparecimento, ou seja voltando no tempo de aparecimento em sequência inversa.
Por isso que às vezes a gente cura uma pneumonia e aparece uma ferida no dedão do pé igual a que a gente teve há um tempo atrás. E por isso também que às vezes a gente toma um remédio para uma doença de pele e aparece um problema de fígado depois: a doença “entrou” e não curou de verdade, é o que a gente chama em homeopatia de supressão: a doença foi suprimida. Isso pode acontecer com qualquer remédio, alopático ou homeopático, viu? Desde que não aconteça a cura verdadeira.
Bem, eu queria com este texto dar apenas umas dicas sobre o que esperar de seus remédios durante um tratamento. O importante é se lembrar que as doenças são dinâmicas: elas se modificam no decorrer do tempo e podemos acompanhá-las e perceber se estão indo favoravelmente ou não seguindo essas Leis De Cura.
(Este post participa da Blogagem Inédita.)
Há um bom tempo atrás eu me inscrevi no site ReviewMe para fazer resenhas pagas na internet. Recebi algumas ofertas que recusei por não achar que tinha a ver com o conteúdo deste blog, (como uma companhia aérea!) até que hoje me ofereceram para escrever sobre o Thoughts.Com.
O Thoughts. Com é um site de Midia Social para criar blogs. O que achei legal é que além de blogs, sem limite de banda e uma comunidade online, você pode hospedar fotos, vídeos e podcasts. Tudo junto num lugar só. E de graça.
Então deixa eu explicar melhor: em vez de ter um site para fotos como o Flickr, um site para vídeos como o YouTube, um site para blogs como o WordPress ou Blogspot, você junta tudo no Thoughts.Com, além de ferramentas de chat com Forum e podcasts.
Eu achei bem interessante para quem está se iniciando no mundo dos blogs e quer uma nova opção. Por isso aceitei esta resenha paga.
Eu me inscrevi no serviço, testei a interface e achei bem fácil de usar. As opções são enormes. Dá para fazer bastante coisa. Rapidamente fiz um post e coloquei online sem me preocupar com o visual. O próprio serviço também disponibiliza meios de divulgação para outros sites como Google, Del.ici.ous, etc..
E você pode ter feedback de seus leitores de várias formas, não só por comentários, que é outro diferencial do site. As pessoas podem comentar suas fotos, seus vídeos, indicar você, é um serviço dinâmico como deve ser.
Assim, divirtam-se! Para acessar o site e criar seu próprio blog clique aqui: Create Blog!
O tempo já está mais para frio que para calor e eu resolvi colocar aqui o que eu acho que seriam peças básicas para os homens terem em seus guarda-roupas para passarem a época de frio bem quentinhos e elegantes.
Não vou mencionar ternos e quetais. Vou levar em consideração alguém que usa roupas casuais para trabalhar.
Começando pelas cuecas, meia dúzia é um número razoável que dá tempo para lavar e secar sem ficar sem. Tem uns modelos bem bonitos e quentinhos. Eu gosto da boxer.
Camisetas: é bom ter várias de mangas curtas e compridas, sem estampas ou estampas discretas para combinar com tudo. Eu gosto de decote careca, próximo ao pescoço. E de corte ajustado ao corpo para poder usar por baixo de camisas e malhas. No tempo frio o segredo é usar camadas de roupas e as camisetas não devem fazer volume.
Camisas: de manga longa sempre. Se for comprar uma camisa sempre escolha de manga longa. Camisas de manga curta só em locais muito quentes. E como estamos falando de outono-inverno, então o negócio são camisas de tecido um pouco mais pesados para serem usadas com camisetas por baixo. Camisa branca não tem erro. Preta também não. Uma de cada é fundamental.
Malhas: eu sugiro para quem pode de cashmere. Para quem não pode, malha não muito grossa, o objetivo não é fazer volume, é não engordar ninguém. E sem aqueles desenhos muito chamativos. Listas nem pensar! No máximo uns losangos discretos. Mas cores sólidas são melhores. Lembre-se que são camadas sobre camadas.
Casaco: eu adoro sobretudo mas pode parecer muito sóbrio para alguns. Assim, um bonito casaco mais pesado para ir por cima de tudo, de tecido pesado de cor sóbria para garantir a quentura. Casacos estofados, com recheios só se você for extremamente magro. Se não fica demais. Jaquetas e blasers são super bonitos. Se puder ter um de cada, tenha!
Calças: jeans nunca são demais: claros, escuros, diversas lavagens. Calças de várias cores sempre de corte mais justo para não engordar. Não gosto de calças de veludo. Há muitas opções em tecidos de lã bem elegantes mas alguns homens podem achar muito quentes e formais.
Bota: é imprescindível uma bota no inverno. Eu sugiro preta se for para escolher um par.
Meias: escuras. Para quem acha meia de lã piniquenta, existem meias sintéticas quentes e macias que dão o mesmo efeito.
Acessórios: É nos acessórios que você se destaca da maioria. Nos detalhes num cachecol, num boné, num chapéu, num par de luvas, num lenço envolto no pescoço. Use sua imaginação para fugir do frio e ficar elegante.
Photo by The Sartorialist (O melhor Blog de moda EVER!) (Clique no link para ver a foto ampliada.)
Bem, queridos e queridas, espero ter ajudado.
Beijos!
Ah! Já estava me esquecendo da hora de dormir… E dos momentos de ficar em casa…
Pijamas do estilo do vovô não me agradam muito. Eu prefiro moletons macios com camisetas fofinhas para dormir e ver televisão abraçadinhos. Aqui tem lugar aquela camiseta engraçada com frases que marcam sua personalidade e que poderiam te atrapalhar num ambiente de trabalho. É em casa e na hora de dormir que o conforto deve prevalecer, mas sem perder a elegância jamais! Prefira moletons sem elásticos nos tornozelos, por favor. E dê preferência a tecidos naturais, sempre!
Pronto, agora sim posso ir.
Liliana out!
Simplesmente não posso me calar frente a tal preconceito que li no blog de meu arqui-rival mega-boga (YabloG tm) Coisa Redonda Laranja.
Ele escreveu que “o braço de uma mulher não mente jamais” e que ele aprendeu isso em outro blog por aí, que teve a audácia de mostrar uma foto de uma mulher bonita e reclamar do braço dela!
Eu, na situação de ser humano enquanto mulher de braço roliço, e apenas eternamentemente 5 quilos acima do peso, portanto não podendo ser chamada de gorda, venho por meio desta explicar e defender a presença de quantidade volumosa de tecido celular subcutâneo em certos bracinhos por aí.
Durante o desabrochar das características sexuais secundárias nas meninas, ou seja, peitinhos, pelinhos, menstruação, etc., também existe o acúmulo de gorduras em locais femininos tais como: quadris, coxas e, pasmem, braços! Sim, a gordura dos bracinhos acontece por causa dos hormônios femininos, sendo que quanto maior os seios das donzelas, maiores as gordurinhas nos seus braços, ambos resultados do bombardeio desses hormônios femininos.
Assim, mulheres peitudas DE VERDADE, costumam ter gordura equivalente nos braços mesmo sendo magras.
Desconfie de uma magérrima, com braços bem fininhos e peitões. Grandes chances dos peitos serem falsos. (Eu sei que os homens não ligam para essas coisas… Falsos, verdadeiros… Querem é a perfeição, né? Tá.)
Nós, de peso normal, de peito e com braços proporcionais a nossos peitos nos recusamos a serem submetidas a este ditado ridículo que “o braço de uma mulher não mente jamais”.
O dia que eu ficar sem gordura nos braços, estarei também sem peitos e anoréxica. Podem me internar.
A Lucia Freitas, minha querida amiga Deusa e Joaninha acabou de lançar um projeto bárbaro para papais e mamães interneteiros: O Desabafo De Mãe.
É um portal com artigos, informações, blogs, fotos, muita interatividade e auxílio para pais novinhos ou já com experiência.
Eu sou só mamãe de cachorros, mas adorei.