A pedidos, para fechar o assunto de poemas.
Shakespeare.
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Soneto 96 ~
De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça. Amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
È astro que norteia a vela errante
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfanje não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma, para a eternidade.
Se isto é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.
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( Peguei daqui.)
I rest my case.
Bonito poema, parabéns ao autor.
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Comment by Meerstempel Badist — February 27, 2008 @ 9:52 pm
Lindo mesmo! Eu tinha um livro de sonetos dele, outro dia procurei como doido e não encontrei… uma pena. Ele dá nó na nossa cabeça igual o Pessoa
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Comment by Evandro — February 27, 2008 @ 11:58 pm
Uma tradução muito boa, o tradutor manteve as rimas e o sentido, isto não é fácil.
Uma única queixa: Não feche o assunto, permita-se publicar mais algum, quando tiver vontade.
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Comment by Enio Luiz Vedovello — February 28, 2008 @ 10:10 am
Lendo isso, percebemos que muitos dos amores que tivemos, não foram amores tão sinceros.
Anseio um dia ter um amor como os do sonhos de Shakespeare…
Abraços!
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Comment by Isa — February 28, 2008 @ 7:29 pm
Concordo com o Enio, não feche o assunto.
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Comment by Evandro — February 29, 2008 @ 6:43 pm
Bravi liliana, o poema é barbaro!!
e vc?
escreve?
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Comment by Meiriane — March 1, 2008 @ 11:41 am