Regime Semi-Aberto…
Eu nunca vou entender isso.
Indultos de Natal, Dia das Mães, Dias dos Pais, etc.. Também não entendo.
Visita Conjugal. Também não entendo.
Pena máxima de 30 anos. Não entendo.
Réu primário. Não entendo.
Um monte de coisas que não entendo mas não lembro. E vocês?

Indulto e visita conjugal são coisas que por mais que me explicassem jamais entenderia. Visita conjugal? Não seria melhor dar salitre pra esse povo? Eu daria salitre, muito salitre.
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Comment by palpiteira — October 21, 2007 @ 9:01 pm
Prescrever crime! Coisa mais rídicula!
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Comment by Dricota — October 21, 2007 @ 10:23 pm
E por que não trabalhar mais, para reverter parte das despesas que dão? Que droga de direitos são esses?
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Comment by Enio Luiz Vedovello — October 22, 2007 @ 12:59 pm
Isso tudo resulta em uma coisa: mais crimes. O que tem de preso fora da cadeia por causa dessas “regalias”… E nós é que temos que ficar em casa, trancados, enquanto essa ralé tá solta por aí!!!
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Comment by bibiana — October 22, 2007 @ 4:17 pm
Brasil. Ame-o ou deixe-o.
Desse jeito, querem é nos expulsar.
bjs e boa semana
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Comment by worklover — October 22, 2007 @ 5:57 pm
Por estas e por outras é que tem muito preso adorando ser preso. Pode comandar uns crimes lá de dentro e só ver a cara da mulher uma vez por mês e nas festas de fim de ano. Tudo sem pagar aluguel e comida!!! E nem impostos. Já que isso fica com a gente…
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Comment by Josianne Ritz — October 22, 2007 @ 10:44 pm
[...] disputando as eleições municipais de 2008 – Sr. Hype Perguntas dos leitores – Direito e Trabalho Regime Semi-Aberto… – Chá de Hortelã Ô vida boa, gente … e A Beleza Prática Democrática – Escrevinhações [...]
Pingback by Meu Google Reader - 16/10 - 24/10 | 30 & Alguns — October 24, 2007 @ 10:20 am
Aloha Liliana!
A legislação pensa em presos políticos.
Nosso governo, e o judiciário, é brasileiro, e com “jeitinho” institucionaliza as coisas, para tentar contornar o problema, sem realmente resolvê-lo.
Semi-aberto, para quem cometeu um crime menor, e quero dizer BEM menor, pode até funcionar.
Mas para A MAIORIA dos que estão por lá, trabalhos forçados seria pouco. Já disseram, trabalhar para pagar seus custos, auxiliar sua vítima, e guardar alguma coisa para quando sair.
Falar com os outros pelo vidro, com telefone. Incluindo, e especialmente advogado.
Visita conjugal?!?!?? Já disseram que este não é um país sério…
Aloha!
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Comment by Luis Santos — November 6, 2007 @ 11:24 pm