Desafio ao Bender

Liliana | Blogworld | Wednesday, October 31st, 2007

Bender,

Me chama de mulherzinha agora.

Chama…

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    Num cúmulo de folga, eu não tirei nenhuma foto da viagem. Fiz apenas alguns filminhos particulares que não obtiveram autorização dos participantes para serem uploadados para o YouTube.

    Assim, se alguém quiser ver as fotos da viagem, recomendo darem uma olhada no Flickr do Cardoso, que contraditoriamente a minha pessoa, é incansável para tirar fotos e documentar tudo que vê, ouve e pensa.

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    Eu andei sumida por uma boa razão. Boa não, ótima. Eu fui para Montevideo conhecer a Nospheratt com o Cardoso. Não pude colocar nada antes porque a viagem foi surpresa para ela e se eu desse alguma dica aqui não teria surpresa nenhuma. Assim, quando o avião chegou, ela deu de cara com quem? Com o clone mais velho dela: eu. Bem naquela coisa: eu sou você amanhã. Foi surreal para mim. O Cardoso não aguentou quando nos viu juntas. A primeira coisa que ele disse foi: “mas vocês são clones!” E conforme conversávamos e nos conhecíamos nossas semelhanças iam nos impressionando cada vez mais. Nem preciso dizer que achei a Nospheratt linda, inteligente, simpática, maravilhosa, com uma personalidade incrível e tudo de bom.

    E claro, ela casou muito bem, o marido dela é um amor: bonito, alto, moreno, inteligente, com um voz linda, simpático, agradabilíssimo, muito parecido com a versão de marido da clone dela. Óbvio.

    E para manter a semelhança, ela tem cachorro. Só que uma versão mais nova da Graça. Uma filhotinha com o capeta no corpo superdada e brincalhona por quem eu me apaixonei.

    Bem, nem preciso dizer que vou levá-los para sempre no meu coração espero revê-los logo assim que possível.

    Agora falando do Uruguay. Ficamos pouquíssimo tempo. Fomos na sexta e voltamos na terça. Não deu para ver muita coisa, porque só chegando lá é que a gente tem noção da quantidade de coisas que tem para ver. Não saímos de Montevideo mas adorei a cidade. Parece uma cidade européia com clima bom. Gente bonita nas ruas. Ruas tranquilas, largas, muitos espaços verdes, muitas árvores, praças, sem trânsito, sem buzinas, sem barulho, sem correrias. A arquitetura no centro tem muitas construções antigas de mais de um século, a maioria restauradas. Lindas. A própria Nospheratt mora numa casa centenária muito bonita, toda original.

    E eles têm a Rambla, a Orla da praia do Rio da Prata. Nunca imaginei que fosse uma cidade de praia. Na verdade a maior parte da população do país, de 3 milhões de habitantes se concentra na orla da praia. E vivem pela rambla. Calçadões com pessoas fazendo caminhadas, jogging, passeando com cachorros, sentadas em cadeiras de praia, tomando sol, pescando, lendo, tomando mate, pensando na vida ou apenas vendo o por do sol.

    Vou logo avisando e não me culpem de nada porque eu faço o que quero e não tenho que me justificar: comi carne até não poder mais. Entrecots todas os dias. Churrascos, que lá chamam “assados” maravilhosos (viu, Bender?) A comida lá é deliciosa. E a marca de cerveja preferida chama-se Patrícia. Mas o que bebi mesmo foi vinho uruguaio. E eu nem sabia que se fazia vinho no Uruguay. Se você pretende morar no Uruguay não dê o nome de Patrícia para sua filha porque vai ouvir muito: me dê uma Patrícia! Eu quero uma Patrícia.

    Outra coisa que gostei do Uruguay é que eles usam muito o bidê. Um dia escreverei sobre esta peça de banheiro tão subutilizada e desvalorizada aqui no Brasil.

    Pretendo voltar lá oportunamente. Para mim é mais perto e mais barato que ir para o nordeste e ainda tem o Duty Free, e quero muito conhecer o Cabo Polonio e Punta del Leste. Além da versão deles de São Francisco Xavier, que se chama Aiguá.

    A agora, minhas considerações finais de viagem para não me estender muito:

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz.,Blogworld | Thursday, October 25th, 2007

    O Enio me convidou para entregar aqui 5 Manias que eu tenho.

    Uma eu já tinha falado ontem: eu adoro e não fico sem pelo menos um canivete. Pois ando com dois. O chaveiro do carro também é um canivetinho.

    Completando meu kit McGyver, eu não ando sem uma lanterna. E tenho paixão pelas lanternas MagLite. Meu carro também tem não uma, mas duas lanternas. Então, na prática, eu ando com três lanternas.

    Tenho mania também de celulares e linhas telefônicas. Na verdade acho que é mania de me manter conectada custe o que custar. Ando com 3 celulares, 2 CDMAs e 1 GSM, além do PDA com Wi-FI, fora as 2 linhas telefônicas de casa. Tudo isso é trauma de neurocirurgiã plantonista que tem que estar disponível a qualquer hora, qualquer lugar e em qualquer circunstância, para qualquer coisa. Antigamente, eu usava o velho e bom BIP e meu número era 65″Bola”4, bons tempos…

    Outra mania que tenho é maquiagem. Adoro maquiagem, as embalagens, as cores, tudo relacionado. E até que eu não me maquio tanto assim. Morro de preguiça. Mas adoro comprar e carrego comigo tanta maquiagem que parece bolsa de modelo profissional.

    Até agora vocês podem imaginar o tamanho da minha bolsa, né? E o peso?!

    Essa é a minha pior mania: carregar o mundo inteiro na bolsa. Eu tenho tudo que eu preciso para sobreviver por uns dois dias na bolsa. Não sei se foi de tanto ver filmes de fim de mundo, ou de acidente de avião, ou eu acho que vou ter que fugir de repente para algum lugar e me esconder, sei lá. Mas eu tenho uma porrada de coisas na minha bolsa. Eu vivo tirando coisas mas fico com aquela impressão que vou precisar um dia. Mas estou melhorando. Tenho certeza que é alguma doença. Já não carrego agulha e linha de costura, mas carrego alfinetes daqueles de fralda. Minha carteira tem cartõezinhos de tudo que é lugar: drogarias, blockbusters, bancos, fotos, ela sempre parece que vai estourar. Até medalhinha de santinho e trevo de 4 folhas tem, e eu nem acredito nessas coisas. E quando vou ficar fora por algumas horas a mais? Coloco todos os carregadores dos aparelhos eletrônicos dentro, mais agasalho. E quando estou de salto alto, ainda cabe uma sandalhinha baixinha para descansar o pé. E tem barra energética, garrafa de água… Dependendo de onde vou, faço um farnel nela. Depois, eu carrego no ombro parecendo o Corcunda de Notre Dame, coisa horrorosa.

    Bem, essas são algumas manias que tenho. Claro que tenho outras. Por exemplo, mania de malas, de comprar antes de acabar para não ficar sem, de fumar 3 marcas ao mesmo tempo, de dormir no sofá, de ser metódica, de ser perfeccionista, de sapatos, ai… são tantas!

    Para continuar o meme eu convido a Bela, a Lele, a Tina, o Worklover e a Nospheratt.

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  • Meu inseparável canivete suíço

    Eu tenho mania por canivetes suíços desde criança. Ganhei meu primeiro bem pequena mas este foi confiscado quando eu quis matar minha irmã depois dela me fazer perder a paciência. Eu devia ter nem sete anos.

    Já maior de idade, herdei de meu pai seu canivete com cabo de tartaruga. Lindo. Mas não sei onde foi parar, infelizmente.

    Gente como eu que tem atração por facas costuma virar cirurgiões. E quando entrei na residência de neurocirurgia me reuni com outros que também tinham mania por canivetes. Lá, não só se gostava de canivetes, como era quase obrigatório se andar com um.

    Eu passei a levar um bonito canivete suíço vermelho na bolsa, que está comigo até hoje e me põe em situações bem engraçadas toda vez que tenho que passar em portas giratórias de bancos.

    A gente realmente usava nossos canivetes. Nunca precisei operar ninguém com o meu. Lembrei, já precisei sim, mas foi coisinha simples. Mas já o usei para fazer gambiarras nos tubos de oxigênio, fazer ligações elétricas nos plantões, cortar coisas, abrir coisas, enfim, eram exaustivamente usados por todo o hospital.

    Hoje, já não dou mais plantões e essa vida de “M*A*S*H*” já ficou para trás, porém, ainda utilizo meu canivete pelo menos umas 3 vezes por semana no meu dia a dia, tal ele já está absorvido na minha rotina.

    Quando li esta notícia, sobre o cirurgião que teve que operar o bandido com canivete, me lembrei de um colega meu neurocirurgião que estava dando plantão num hospital de periferia e por acaso passou por um quarto e viu um paciente morrendo no leito por causa de um hematoma dentro da cabeça. O cara já estava em coma e quase morto e não teria tempo de ser levado à sala de cirurgia. Meu amigo, que também sempre andava com seu canivete, abriu um buraco no crânio do paciente e drenou o hematoma na hora mesmo e salvou a vida do sujeito usando apenas seu canivete suíço. Passada a emergência, pode levar o paciente para o centro cirúrgico e terminar a operação.

    Esses fatos eram quase rotina na nossa vida de neurocirurgiões.

    E isso me lembra também o lema dos neurocirurgiões que tinha grudado na parede da nossa sala:

    “Neurosurgeons are not better or worse than other doctors. They are only different.”

    Este post é em homenagem a todos os cirurgiões e em especial aos da Neurocir.

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  • Billy The Kid em duas versões

    Liliana | Aproveita que eu não vou cobrar a consulta,Filmes, TV e Séries | Tuesday, October 23rd, 2007

    Ontem eu postei umas músicas e uma delas era de uma filme que eu coloco na categoria de PUTA FILME! A música me fez lembrar de outro filme com o mesmo personagem: Billy The Kid. Eu sou uma das pessoas que torcia para o Billy embora ele tenha sido um assassino psicopata fora-da-lei. Billy The Kid é um herói/anti-heroi. E faz muito sucesso, ainda.

    Eu adoro estes três filmes que contam a história de Billy The Kid, seu bando e Pat Garrett.

    O primeiro é Pat Garrett & Billy The Kid, com trilha sonora maravilhosa de Bob Dylan.

    Para vocês, o trailer do filme Pat Garret & Billy The Kid:

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    Se puderem ver por aí, não deixem de assistir. É um dos melhores faroestes já feitos.

    Os outros dois filmes são Young Guns I e II. Vocês têm que ver. Têm.

    Para dar vontade:

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    Não sei o que vocês vão fazer para arrumar esses filmes, mas dêem um jeito. Eles fazem bem para nossa mitologia pessoal. Fazem bem pra gente.

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    Liliana | Bichos Incríveis,Minha vida num sítio | Tuesday, October 23rd, 2007

    E a população do Sítio continua aumentando.

    Somos marido, eu, Andréia, Seu Zé,Tai, Graça, Gigio, os Tico-Ticos, os Gaviões que tomam conta do nosso espaço aéreo, os Lagartos da Estrada e agora… o senhor Sapo.

    Com a volta das chuvas, ele voltou, o Sapo. Acredito que o Senhor Sapo esteve passeando por locais mais molhados durante o inverno e retornou para suas piscininhas as quais devia estar com muitas saudades. Pois o Sapo adora passar a noite dentro das vasilhas de água dos cachorros. E os cachorros não se importam em absoluto porque já são amigos do Sapo de longa data. Inclusive, mantemos uma vasilha sempre cheia do lado de fora da porta de entrada, na varanda para o Sapo.

    Porém, atualmente, Senhor Sapo não está satisfeito com sua vasilha externa. E mudou-se para debaixo do armário ao lado do lavabo na sala de jantar, usando a vasilha do Gigio. Até aí, não nos importamos e até nos acostumamos com seu tchibum na vasilha durante à noite ao assistirmos televisão na sala. O problema foi quando acabou a luz e eu quase pisei nele ao ir para o banheiro.

    Não me agrada nada a idéia de pisar ou chutar um sapo, inclusive porque já chutei um descalça e morri de aflição. (Olha eu morta de nojo.) Assim, tivemos que retirá-lo da sala de jantar e colocá-lo na varanda.

    Porém, ele não gostou.

    Ontem, de novo, ele entrou em casa. Ele quer porque quer ir para a outra vasilha. (E dizem que sapos não interagem…) O Tai, que é seu melhor amigo, e toma conta da porta ficando na soleira, liberou a passagem dele. E o Senhor Sapo entrou. Eu tive que pegar a vassoura e ir tocando o pequeno anfíbio verde e preto que muito descontente foi pulando para fora. Ele ficou assusdado? Nadinha. Não ficou porque aqui ninguém assusta ninguém. E se instalou na soleira não dando mais nenhum pulinho. Eu tive que chamar o Tai para dentro para fechar a porta e impedir novos avanços do Sapo. O Tai veio a contra-gosto, passou por cima do Sapo, que nem se abalou, e entrou.

    Hoje de manhã vimos que ele usou a vasilha de fora mesmo. Indícios de sapo nela.

    Chegamos então a conclusão que não vamos lutar contra o Sapo. Ele que escolha qual vasilha usar. Aqui em casa é uma festa do caqui animal mesmo. E eu vou ter que tomar cuidado ao andar por aí no escuro. Se os cachorros não reclamam do Sapo e eles é que são donos das vasilhas, quem sou eu.

    E detalhe: o Tai é tão amigo do Sapo que uma vez fui agradá-lo e o Sapo estava escondido dentro dos pelos dele.

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    Liliana | Filmes, TV e Séries,Tem de tudo nessa Internet maravilhosa | Monday, October 22nd, 2007

    Vamos começar com algo romântico, mas ao mesmo tempo, arrebatador. Rock, claro.

    Barão Vermelho – Por Você

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    Aumentaremos a adrenalina com uma música que desperta o badboy dentro de nós, no bom sentido.

    Jon Bon Jovi – Blaze of Glory ( Young Guns I e II… PUTA FILME!!!!!)

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    E vamos acabar com um clip que dá vontade de entrar dentro. Um clássico. Não me diga que você não pensou nisso.

    Aerosmith – Crazy com Liv Tyler e Alicia Silverstone nos bons tempos.

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    Chá de Hortelã também é cultura.

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  • Regime Semi-Aberto…

    Liliana | Filosofando | Sunday, October 21st, 2007

    Eu nunca vou entender isso.

    Indultos de Natal, Dia das Mães, Dias dos Pais, etc.. Também não entendo.

    Visita Conjugal. Também não entendo.

    Pena máxima de 30 anos. Não entendo.

    Réu primário. Não entendo.

    Um monte de coisas que não entendo mas não lembro. E vocês?

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    Liliana | Filmes, TV e Séries,Tem de tudo nessa Internet maravilhosa | Saturday, October 20th, 2007

    Para passar um bom fim de semana. Divirtam-se!

    Parte 1:

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    Parte 2:

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    Parte 3:

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    Parte 4:

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    Parte 5:

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    Parte 6:

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    Parte 7:

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    Parte 8:

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    Parte 9:

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    Parte 10:

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    Parte 11:

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    Parte 12:

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    Ahhh. Acabou… Que pena!

    Nota: Vale chegar até o último minuto do show e ver a diferença entre o Sonho Americano e o Sonho Europeu. Qual vocês preferem?

    Eu já escolhi o meu: CIAO!

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  • A Polêmica Morte do Cachorro

    Vamos por partes.

    Eu leio o Inagaki.

    Vi o post sobre a morte do cachorro.

    Fiquei quieta.

    Hoje, de novo no Inagaki, um link para assinar uma petição on line para boicotar o cara de aparecer numa outra exposição.

    Assinei a petição porque é a única coisa que eu posso fazer de onde eu estou, porque nem no mesmo país do cara eu me encontro.

    Mas dessa vez não aguentei.

    PUTAQUEOPARIU! NÃO TINHA NENHUM FILHODAPUTA QUE PODIA TER ARRANCADO O CACHORRO A FORÇA DA TAL INSTALAÇÃO DO IDIOTA SÁDICO E TER LEVADO NO VETERINÁRIO?

    O CACHORRO ESTAVA PRESO COM UMA MÍSERA CORDINHA, PORRA!

    ERA SÓ CARREGAR O COITADO NO COLO E LEVAR EMBORA, CARALHO!

    BANDO DE GENTE BUNDONA!

    VÃO TOMAR NO MEIO DO SEUS CÚS!

    Tenho dito.

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    Que gracinha o novo selo do Climatempo aí do lado no Sidebar.

    Ele tem até o vídeo da previsão do tempo da região. Adorei.

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  • Mais sobre moda: calcinha, sutiã e cueca.

    Liliana | Aproveita que eu não vou cobrar a consulta,Moda e Beleza | Friday, October 19th, 2007

    Roupa boa começa sendo confortável. Se você não se sente bem usando uma roupa, esqueça. E não é só não se sentir bem psicologicamente, se sentir bonito, atraente, elegante, chique. Tem que se sentir fisicamente confortável. Tem que se movimentar bem, não pode apertar, nem estar larga demais atrapalhando seus movimentos, caindo, arrastando no chão, dificultando o seu andar etc..

    E quando eu falo de roupa, não é só o que aparece. Começa pela roupa de baixo, aquela que só a gente sente na pele e que eventualmente a gente vai mostrar para outra pessoa em alguma ocasião especial. Eu falo também de calcinha, sutiã e cueca.

    Eu acredito que nossas roupas de baixo mostram mais sobre nós que nossas roupas de cima. O que a gente mostra para todo mundo, podemos caprichar, disfarçar, montar o personagem. Nas roupas de baixo, somo nós mesmos. Costumamos mostrar quem somos nós de verdade, geralmente. É alí que mostramos nosso asseio, nossa sexualidade, nosso conforto frente a vida, nosso cuidado, nosso esculacho, nossa ousadia.

    E como vemos por aí gente que não dá a mínima atenção para a roupa de baixo. Justamente as peças que estão mais em contato conosco. Homens que usam cuecas largas demais que não dão suporte suficiente para o saco escrotal e ficam doloridos no final do dia. Mulheres que usam calcinhas que raspam no genital e desenvolvem corrimentos. Sutiãs largos e inadequados que fazem os peitos penderem sem suporte e deformam as mamas e dão dor nas costas. Tecidos que não ventilam e favorecem doenças. E tantas outras coisas.

    Tudo isso sem contar a parte estética. A boa roupa de baixo não deve aparecer. A gente deve poder usar nossa roupa de cima como se não estivesse usando nada por baixo. Mas estamos. Ou seja, calcinhas, sutiãs e cuecas sem marcar ou aparecer.

    As peças de baixo só devem ser destacadas se o objetivo for destacá-las mesmo. Do contrário, não é para ninguém saber o que estamos usando por baixo. Por isso que eu abomino o sutiã de alças de silicone. Está na cara que você está usando sutiã. Alças de silicone são extremamente cafonas. Então, a saída é usar um sutiã de alças bonitas e o mais finas possíveis e que não destoem, de preferência da mesma cor, do top que você usar. E por favor, a não ser que você não tenha peitos grandes, nunca deixe de usar sutiã. Antes mostrar suas alcinhas do que deixar suas mamas pendentes.

    Outro defeito de sutiãs mal ajustados são os rolinhos de gordura nas costas que ficam aparecendo sob as camisetas. Às vezes significam sutiãs muito pequenos ou apertados demais. Sutiã no tamanho certo não deixa rolinhos nem saliências em lugar nenhum. Pelo contrário, eles levantam e sustentam o busto, definem a cintura e acertam sua postura. Se seu peito está caído mesmo com sutiã, então tem algo errado com ele.

    O objetivo das calcinhas é basicamente higiênico. Não precisam levantar nem sustentar nada, como as cuecas, que precisam sustentar o saco escrotal em alguns homens além do fator higiene. Calcinhas marcando a roupa geralmente significam calcinhas apertadas ou com elástico muito fino. Esteticamente não fica bom. Então, dependendo da roupa que eu uso, eu escolho a calcinha que vai se ajustar melhor. O bumbum fica mais bonito sem a calcinha marcando. Isto é fato. A gente parece mais magra, parece que não tem tanta gordura sobrando dos lados. A mesma coisa com cuecas apertadas: a gordura pula e marca sob a roupa.

    Enfim, além da gente ficar bonito para os outros, o objetivo é ficar confortável em primeiro lugar. Se você usar uma roupa de baixo que parece que você não está usando nada e que põe tudo no lugar certo e ainda te protege, você fez tudo direitinho.

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    Liliana | Blogworld,Tem de tudo nessa Internet maravilhosa | Friday, October 19th, 2007

    Vejam que interessante que meu marido achou.

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  • Rimonabanto

    Ontem eu retirei um post da rede. O post era sobre o rimonabanto, ou a pílula anti-barriga.

    Fui muito mal interpretada naquele texto e como vi que atualmente tem muita gente procurando por esta palavra nas buscas, achei melhor dar minha opinião de uma forma bem clara para, espero, não ser mal interpretada de novo e ajudar os potenciais usuários.

    O rimonabanto é uma droga muito promissora, nova, recém aprovada para uso no Brasil e na Europa. E como toda droga que mexe com nosso organismo deve ser receitada por médico nas situações nas quais o médico indicar.

    Ela já se demonstrou muito eficaz para o controle de fatores de risco para doenças cardiovasculares, diabetes, dislipidemias, obesidade e Síndrome Metabólica. E também está sendo indicada quando se para de fumar.

    Como toda droga ela tem contra-indicações e efeitos colaterais. Assim, algumas pessoas não vão poder usá-la. Por isso, apenas o médico pode receitá-la. É o mais seguro.

    Peço muito cuidado às pessoas que acham que esta droga serve para emagrecer, para “perder a barriga” simplesmente. Conjuntamente com o tratamento com o rimonabanto, sempre se indica mudança de hábitos alimentares e prática de atividades físicas, ou seja, levar uma vida mais saudável[bb]. Usar uma medicação apenas não é suficiente. E o uso de qualquer medicação disponível tem que ser feito com critério, por médico. Não só no caso do rimonabanto como em qualquer outra droga para tratar a obesidade ou qualquer outra doença.

    Para saber mais leia:

    - Rimonabant Meta-Analysis Points to Modest but Meaningful Weight Loss, but Also Deficiencies in Studies

    - Rimonabant: Endocannabinoid Inhibition for the Metabolic Syndrome

    - Rimonabant: A Cannabinoid CB1 Receptor Blocker for Management of Multiple Cardiometabolic Risk Factors: “As an agent with a novel mechanism of action, rimonabant has a potential to be a useful adjunct to lifestyle and behavior modification in treatment of multiple cardiometabolic risk factors, including abdominal obesity and smoking.” (negrito meu)

    O rimonabanto ainda não foi aprovado nos Estados Unidos. Eles têm critérios diferentes de nós para aprovação de drogas.

    Embora o site que eu use para me atualizar seja americano, os brasileiros e médicos de outras nacionalidades participam quando apresentam trabalhos de qualidade que se destacam no meio médico a nível mundial, pois somos uma comunidade científica que extrapola barreiras geográficas.

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