Blogosfera

Liliana | Blogworld | Tuesday, July 31st, 2007

Eu gosto do nome Blogosfera. Me lembra uma nave Vogon redonda. Porém eu sempre visualizo a nave Coração de Ouro que é muito mais bonita e é redonda também.

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    Liliana | Blogworld, Moda e Beleza, Tem de tudo nessa Internet maravilhosa | Tuesday, July 31st, 2007

    É impressão minha ou não tem nada mesmo de interessante acontecendo no mundo?

    Porque eu só escuto falar de frio para cá, frio para lá. Nenhuma notícia que me dê vontade de comentar. Tá certo que eu ignorei o PAN. Mas já acabou mesmo. O Piquet perdeu a carta de habilitação. Adoro o Piquet. Entendo totalmente ele perder a carteira. Imagina que frustrante ter que se limitar a andar devagarzinho por aí justo ele? Mas fez bem em perder a carteira e amargar nas aulinhas. Se quer correr, corre mas paga o preço. Mas que eu prefiro o Piquet correndo no trânsito eu prefiro, do que esses manés daqui que nem carteira tem e acabam matando gente na estrada. Como matam de fato e nada acontece.

    E eu acabo voltando a falar do frio. Ô mulher sem assunto.

    E ontem eu fiquei um tempão na internet porque não conseguia dormir de frio e achei umas pechinchas lindinhas naquele site de roupas americano. Não comprei nada. Mas eu posso mostrar para vocês.

    Olha esse Dolce e Gabana por 226 dólares.

    dolce.jpg

    E essa túnica do Emilio Pucci por 385?

    pucci.jpg

    Gostoso ver coisas bonitas, não é? E um amigo meu me disse que estes sites de roupa são pornografia feminina. Acho que ele está certo!

    E eu acho que finalmente vou conhecer vários de vocês, blogueiros. Me inscrevi no BlogCamp que vai acontecer dias 25 e 26 em São Paulo. Estou curiosa para ver como vai ser. E quero colocar rostos nos textos que leio. Se tudo der certo estarei lá para o fim de semana. Vamos?

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  • Uma calça só.

    Liliana | Moda e Beleza | Monday, July 30th, 2007

    Eu engordei. Fiquei doente e engordei tanto que perdi todas as minhas roupas. Não é exagero. Eu uso normalmente manequim 38 e em questão de um mês e pouco pulei para 44. No começo não foi problema porque só andava de pijamas. E os pijamas têm elásticos na cintura e são folgados. Mas conforme fui melhorando, tive que me vestir com outras roupas além de pijamas. E então…

    O famigerado moleton. O moleton é o uniforme universal dos gordos ocasionais. Eu tenho apenas um moleton, branco, superfofinho. E tive que usar mão desse recurso deplorável por algum tempo até emagrecer um pouco e entrar na única calça de sarja cru que sobrou mais larga no meu armário.

    Tem gente que tem no armário roupas de vários tamanhos. Que vão desde aquele manequim que gostariam de ter até aquele que teve depois que o bebê nasceu. Eu não. Eu só tenho roupas do meu manequim habitual. Por que? Porque se eu engordar significa uma exceção que tem que ser consertada o mais rápido possível. Uma situação incômoda que deve permanecer o mais incômoda possível para acabar bem rápido. A “tal” da minha calça já está ficando folgada. Logo, logo outras vão caber. E daqui a pouco vou ter meu guarda-roupa de volta.

    É muito diferente ter roupas para quando eu peso X, roupas para quando eu peso Y ou roupas para Z.

    Meu peso é A. Eu tenho roupas para A. E se estou fora de A, devo voltar para A e não comprar roupas para B.

    Manter o armário enxuto é um grande estímulo para controlar o peso.

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    Liliana | Bichos Incríveis, Minha vida num sítio | Monday, July 30th, 2007

    E o Gigio tinha dor de ouvido.

    Meu queridinho tomou friagem e o ouvido inflamou. A meleca escorreu do ouvido e corroeu a pele da bochecha e fez a tal ferida que infeccionou. Não deu para perceber logo de cara porque era uma secreção transparente. Mas ele ficou chacoalhando a cabeça e passando a pata na orelha. Quando vi, estava vermelha e inflamada, tadinho.

    E agora é um tal de chamar o Gigio para não passar frio. “Vai querido, faz xixi e volta logo.” “Entra, Gigio, está frio!” “Olha que eu ponho um cachecol em você!” E ele vai lá fora rapidinho e entra correndo para perto da lareira.

    E pingar remédio dentro do ouvido dele? Já tentou enfiar um tubo na orelha do cachorro? Ele não gosta. Juro que ele não gosta. E o drama é duas vezes por dia.

    Já o Tai fica todo corajoso com o frio seco. Deitado lá na varanda e o resto de nós tremendo perto do fogo. Mas é só o sol sumir que ele entra em casa. Nada de luar por enquanto. Em vez disso, ele vem com o nariz gelado mostrar para mim: olha como estou gelado, sente aí. E se enrosca no edredon dando risada.

    A Graça aproveita os dias frios para dormir aos pés do fogo. E para roubar pedaços de lenha. Toda a lenha da casa é dela. Lenha carinhosamente providenciada pelo marido Rufus, o Lenhador. Rufus e Graça discutem o tempo todo de quem é a lenha e Rufus acaba escondendo os pedaços de madeira em caixas de papelão para que ela não os roube.

    Da minha parte estou tentando bater um recorde para o Guiness: usar a mesma roupa e ficar sem tomar banho o maior tempo possível. Para isso é só eu não conviver com seres humanos por mais umas semanas até o final do inverno. Estou com meu gorrinho de pele de coelho horroroso dentro de casa para não ter dor de cabeça de frio, minha supermalha de lã que eu trouxe do Nepal que pesa uma tonelada, a única calça comprida que me serve e meias grossas térmicas que comprei na Inglaterra. Cabelos soltos e jogados para a frente para cobrir as orelhas, claro. Olhando para mim ninguém pode dizer que embaixo deste disfarce de esquimó esconde-se uma beldade. hehe

    E vocês? Como estão passando de frio?

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  • Da Arte de Acender Lareiras

    Para quem foi carrasco na outra encarnação e acendeu a pira que consumiu Joana D’Arc, fica fácil acender uma lareirinha aqui de casa. Dito isto, meu marido ensina rapidamente como acender lareiras.

    Como ele sabe que foi ele que tacou fogo na Joana? Carma, crianças, carma.

    Primeiro tenha uma lareira, um pouco de papel e uns gravetos. Porque segundo ele, não havia álcool naquela época. “Você acha que a gente punha álcool na fogueira? Não. Era na raça mesmo.”

    Primeiro coloque uma estaca como se a Joana D’Arc estivesse amarrada nela. Depois você vai colocando coisas que pegam fogo mais rápido e mais fácil tipo palha, jornal, gravetos em volta da estaca. Daí coloque a lenha da mais fina para a mais grossa fazendo um círculo na lareira. A idéia é alimentar o fogo da lenha mais grossa e pegar na estaca. Não tem erro.

    Acenda embaixo com fósforos e pronto. Veja a Joana queimar.

    Deixe espaço entre as madeiras e não as abafe. Precisa ter oxigênio para o fogo.

    Bom frio para todos.

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  • Diário de Uma Bipolar

    Liliana | Admirável Mundo Velho, Blogworld | Saturday, July 28th, 2007

    Chegou o livro da Marina W que encomendei: Não Sou Uma Só: Diário De Uma Bipolar[bb]. Ainda não li mas já gostei, porque acompanho o Blowg da Marina e sei que o que ela escreve é legal.

    Sinceramente não convivo com tanta gente assim para reparar que o Transtorno Afetivo Bipolar é “doença da moda” como li na orelha do livro. E tem moda de doença? É chique ser bipolar? Alguém quer ser bipolar?

    Deve ter louco para tudo. Deve ter gente que quer ter a mesma doença dos famosos dessa lista.

    Porque eu garanto: quem é bipolar[bb] não gostaria de estar nesta lista.

    Update: Já li o livro numa sentada. Devorei. É muito gostoso de ler. Recomendo.

    Visite o blog Transtorno Afetivo Bipolar!

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  • Que tipo de blogueira eu sou

    Liliana | Blogworld, Filosofando | Saturday, July 28th, 2007

    Eu recebi o seguinte comentário:

    “Meu blog é o XXX no Rank do BlogBlogs e meu PageRank previsto na próxima atualização do google é 4. Em outras palavras, quero melhorar no Rank do BlogBlogs e apesar do PR 4 ser um excelente resultado para um blog novo como o meu quero melhorar lá também.

    Você tem um blog e com certeza os mesmos objetivos principais de todo blogueiro: Você quer visitas e comentários… Eu também quero!

    Esse bla, bla bla é para propor uma troca de links!

    É eu sei, eu sei… é muita cara de pau!

    Mas e daí??? Todo mundo faz, de forma direta ou não, todo mundo faz.

    Então, se tiver interesse coloca um link para a home do meu blog no seu blogroll ou qualquer outro lugar que você ache interessante, eu uso o Wordpress e provavelmente vou ser notificado do seu link então vou e coloco um no meu e te mando um e-mail avisando para você ver que eu cumpri o combinado. Ta bom assim?

    Então vamos lá, veja-me como um parceiro pois acredite é assim que estou vendo você neste momento.

    Meu blog é http:www.xxxxxxxx, meu e-mail é xxxxxxxxx e meu MSN é: xxxxxxxxxx

    Me adiciona vamos aumentar nossa NetWork…

    Caso eu não retibua o link em dois dias entre em contato por um desses endereços e me informe o endereço do teu blog e local onde colocou o link.

    Amplexos,

    XXXXXXX.”

    Sei lá, quando li isto me deu um desânimo… Eu não me sinto uma blogueira igual a esse cara aí. Não quero apenas aumentar visitas e comentários e elevar meu pagerank ou minha classificação em ranks de blogs.

    Eu quero cultivar leitores que gostem do que eu escrevo. Quero deixar coisas legais para a posteridade na internet. Quero que me linkem porque gostam de mim e do meu blog.

    Se depender de coisas assim para eu subir em classificações eu vou ficar no fim de todas as listas.

    Eu já contei aqui que eu retribuo links com o maior prazer. Retribuo.

    Eu encaro tudo que faço como negócio e prazer. Tudo tem uma finalidade que pode me gerar ganhos, seja em dinheiro, fama, diversão, etc.. Tudo para mim é levado a sério e tem que me dar prazer de fazer. Meu trabalho do dia a dia e blog também. Blog para mim é negócio e prazer. Porém, mesmo nos negócios, nunca perco a perspectiva geral que rege minha vida. Posso ganhar menos agora mas no total me sinto melhor seguindo meus princípios. E lá na frente, sempre ganho mais a longo prazo.

    Mas cada um é cada um. Eu escolhi ser assim e agir desse jeito. E gosto do meu jeito.

    Eu acho que o mais importante é cada um ser fiel a si mesmo.

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    Liliana | Agora que eu sei disso, posso morrer em paz. | Wednesday, July 25th, 2007

    Fwd: O que achas das coisas?

    Daqui e Daqui

    Ser humano: pentelho

    Guerra: absurdo

    Mundo: legal

    Sexo: gostoso

    Homens: gostosos

    Mulheres: bonitas

    Filósofos: chatos

    Epitáfio: Fodam-se!

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  • Gigio e a Homeopatia

    Liliana | Aproveita que eu não vou cobrar a consulta, Bichos Incríveis | Wednesday, July 25th, 2007

    Eu também fiz especialização em Homeopatia há muitos anos atrás. Não sou homeopata fanática. Prefiro remédios alopáticos, e da homeopatia eu uso frequentemente sua filosofia que é muito interessante.

    A Homeopatia segue suas Leis de Cura:

    • A cura deve acontecer de dentro para fora
    • De cima para baixo
    • E os sintomas devem desaparecer na ordem inversa do seu aparecimento.

    Basicamente se uma doença não for curada dessa forma, ela pode não ter sido curada direito. E pode voltar de novo igual ou piorada.

    Eu observo essas Leis de Cura na prática constantemente e o último exemplo aconteceu agora mesmo com o meu querido Gigio.

    Há umas semanas ele ficou com uma ferida purulenta na bochecha direita. Tipo um empetigo. Como boa mãe desesperada, levei no veterinário que sanguinariamente raspou a ferida com um lâmina de barbear até sangrar, encheu o coitado de injeções de antibiótico e deu mais um monte de comprimidos para ele tomar por 15 dias. Obviamente a ferida sumiu com tal tratamento agressivo.

    Hoje, notei uma ferida igualzinha a anterior na bochecha esquerda. Igual. Idêntica. E meus instintos homeopáticos foram reavivados.

    Ôpa, pensei, a ferida voltou no mesmo lugar só que do outro lado. Vou tentar outro tratamento pois obviamente o primeiro não funcionou. (Para o leitor leigo pode parecer que a primeira ferida foi curada. Mas não. Homeopaticamente falando ela ficou só suprimida pelo primeiro tratamento.)

    Outra característica que eu também notei que funciona na homeopatia é que se o tratamento é bom, o doente não reclama. Ele até ajuda o médico. (Por isso, principalmente com crianças e animais, se o paciente aceita bem o tratamento, você está no caminho certo.)

    Então resolvi usar o melhor remédio para feridas que eu conheço: água e sabão. Peguei o Gigio, uma toalha limpa, um sabonete e uma vasilha de água e fui limpando com gentileza a ferida cheia de pus grudado. No começo ele não queria. Reclamou. Logo depois, ele ficou calmo, sentou e lambeu meu rosto. E eu fui limpando todo o pus, toda a casca da ferida até expor a pele com os pontos sangrando. Conforme eu encharcava a toalha ele dava umas voltinhas e eu chamava: vem Gigio, fazer curativo, e ele vinha e sentava ao meu lado. Daí eu tive certeza que estava fazendo o certo.

    Com a área bem limpa, peguei um chumaço de algodão e embebi em povidine, meu antisséptico preferido, o que a gente usava em cirurgias. E encostei na ferida. Ele chorou logicamente porque arde. Mas mantive o chumaço no lugar e logo ele se acalmou e relaxou enquanto eu fazia cafuné ainda com o chumaço posicionado.

    Não vi a necessidade de dar antibióticos. O Gigio é um cachorro forte e tem um sistema de defesas competente para dar cabo dessa infecção sozinho com minha ajuda se eu mantiver a ferida limpa.

    O que fez o Gigio ter essa ferida? Uma baixa de imunidade. Por que? Não sei. Teria que perguntar para ele.

    (E sim, ele já fez exame para diabetes e hipotireoidismo da outra vez que a ferida apareceu. Está tudo normal.)

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  • Fiz bobagem

    Fiz um post tão caprichado colocando os acidentes dos pilotos de F1 que eu gostava mas errei ao por os links para os videos.

    Já consertei.

    Se quiserem dar uma olhada, vale ver o que acontecia nas corridas antigamente.

    Desculpem nossa falha.

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    Eu adorava Fórmula 1. É claro que eu queria ser a primeira menina pilota de Fórmula 1 do mundo. Assim como eu queria ser a primeira mulher astronauta do mundo também. Eu assistia junto com meu pai todo domingo e entendia das corridas, dos carros, sabia tudo de cor. E era apaixonada como todas as meninas da época pelo lindo piloto francês François Cevert. Tinha poster e tudo. Imaginava que ele era meu namorado, essas coisas de menina.

    Um dia, eu vi isso na televisão:

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    Mas eu não desisti. Na temporada seguinte já tinha um novo ídolo. Um bonitão americano: Peter Revson. Até que ele morreu num teste para o Grande Prêmio da África do Sul.

    Eu confesso que balancei.

    Não queria mais torcer por ninguém. Eu achava que eu dava azar. E a dor da perda não valia a pena para mim eleger um novo ídolo na Fórmula 1.

    Os anos passaram e a idéia de eu dar azar foi ficando de lado e eu fui me interessando por um certo piloto loiro: Ronnie Peterson. Preciso dizer mais?

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    A gente não podia perder as largadas porque era a hora mais provável de acontecer os acidentes.

    Já em 1982, eu não era mais criança. Era uma jovem de 20 anos e resolvi voltar a ver as tão amadas corridas. Escolhi a dedo um piloto para eu torcer. Ele era bom e bonito: Gilles Villeneuve.

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    Agora me respondam: tenho vontade de ver corridas?

    Vocês querem que eu torça para o Massa?

    FRANCOIS CEVERT		29	  47	U.S. GRAND PRIX IN 1973
    PETER REVSON		35	  30   	TESTING AT SOUTH AFRICAN G.P. IN 1974
    RONNIE PETERSON		34	 124   	CRASH AT ITALIAN GRAND PRIX IN 1978
    GILLES VILLENEUVE	32	  67	PRACTICING FOR BELGIUM GRAND PRIX IN 1982

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    Eu não acompanho corridas de Fórmula 1 nem nenhuma outra corrida há anos. Eu sou de uma época que você torcia para um piloto e pumba. O cara morria na corrida seguinte. Assim, eu desisti de torcer lá pela terceira ou quarta morte do meu piloto favorito.

    (Não estou falando do Senna, estou falando da época do Cevert, do Revson e de outros que nem lembro o nome. Sou velha, né?)

    Mas hoje vi no blog do Tas um exemplo de confronto maravilhoso. Pode ser notícia velha para vocês. Mas eu não sabia. O Felipe Massa trocou umas palavrinhas com o Alonso depois da corrida.

    Isso virou notícia mundial. Por que?

    Porque a maioria das pessoas escuta as coisas mais escabrosas e fica quietinha. Falando claramente: escuta merda e deixa passar como se nada tivesse acontecido.

    Noventa e nove por cento do mundo escuta merda e não faz nada. Quando alguém responde é notícia mundial. As pessoas costumam não responder às merdas justamente por não querer chamar a atenção para elas mesmas e daí viram repositórios de merdas ambulantes. Viram umas merdas.

    Para responder às merdas à altura, é só não se incomodar com ninguém. Pense só em você e que você não é uma merda para ficar ouvindo merda. E deixe isso bem claro para a pessoa que está tentando falar merda para você. É muito simples.

    O Massa foi muito direto. Mandou o Alonso cagar e o outro assistente tomar no cu. Fora outras coisinhas mais técnicas que tinham a ver com a corrida. Ele ficou com vergonha? Não. Preocupou-se com sua imagem? Nadinha. Mas que eu aposto que o Alonso vai pensar duas vezes antes de falar merda para ele de novo. Ah, vai.

    Para ver a cena do confronto, o link.

    YouTube Preview Image

    Update: Que pena. Acabaram de tirar o video do Youtube.

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  • Mão de vaca, eu?

    Liliana | Dinheiro: é bom e eu gosto. | Tuesday, July 24th, 2007

    O mundo atual está de um jeito que nos favorece a gastar cada vez mais em coisas e coisas. Coisas grandes e pequenas. De consumo rápido. Coisas que estragam logo, que saem da moda logo, que se tornam obsoletas logo. Tudo para girar uma economia de lucros e lucros e lucros.

    Se pararmos para pensar, estamos na parte da corda que só gasta. E na outra ponta estão os que usufruem os lucros.

    Como sou eu que ganho meu dinheiro. Ele não cai do céu. Eu escolhi não participar dessa economia rápida e desenfreada de consumo na velocidade que tentam me ditar.

    Eu dou minha velocidade de gastos. Eu escolho quando e como vou gastar meu dinheiro. Independente de moda, de tecnologia, de apelo publicitário.

    Meu critério de gastar dinheiro é a necessidade. O que eu estou precisando? E dentre as coisas que eu preciso, qual a que é a melhor para mim? Que vai me dar melhor custo/benefício?

    Se eu gasto mais agora numa coisa de melhor qualidade eu posso mantê-la por mais tempo ou, posso comprar algo mais barato e de qualidade inferior pois não vai interferir no resultado final de seu uso?

    Tudo depende da necessidade do bem de consumo. E de parar para pensar um pouquinho antes de abrir a carteira.

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    Liliana | Moda e Beleza, Tem de tudo nessa Internet maravilhosa | Tuesday, July 24th, 2007

    Vocês já viram ou ouviram falar daquele programa Esquadrão da Moda? O programa pega uma pessoa que se veste mal e dá um banho de loja, arruma o cabelo, faz maquigem e a pessoa renasce.

    Agora na TV está passando a versão americana mas o programa original começou com duas inglesas, na BBC e se chama What Not To Wear.

    Na série original elas davam regras para o participante as quais a pessoa tinha que seguir ao comprar as roupas. As apresentadoras antigas mudaram mas o site do programa continua e vocês podem imprimir suas próprias regras de como se vestir e tirar melhor proveito de seu corpo.

    Acesse o What Not To Wear e descubra que roupas te favorecem.

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    Liliana | PodCha | Monday, July 23rd, 2007

    Gente, estou precisando de pauta para o próximo Podcha.

    Aceito sugestões, de preferência assuntos que deixem todos de bom humor.

    Muito obrigada!

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