Minha Experiência em Sites de Relacionamentos

Uma pessoa me falou que quem fazia perfil em site de relacionamento era loser.

Discordo.

Para quem, como eu, que mora em local pequeno, a única forma de encontrar novas pessoas é pela internet.

Eu já me inscrevi em site assim antes e de fato encontrei pessoas legais e muitos malucos também.

Para ter uma boa exeriência em sites assim, dou aqui meu depoimento.

Escolha um site com boa reputação.

Eu escolhi o ParPerfeito.com.br.

Faça um perfil sincero. Ou seja, coloque o quer e principalmente o que não quer e atenha-se as suas escolhas.

Explico: eu quero conhecer ateus. Assim, se um perfil diz que é cristão devoto, eu já passo reto.

Crie uma conta de email genérica, tipo hotmail. (ainda acho que o MSN só sobrevive por causa de sites de relacionamento.)

Faça uma conta de MSN, 99% só usam o MSN, com esse email genérico.

Daí, é só esperar para ver quem vê seu perfil e te manda mensagens.

Gente que eu não tenho a ver, nem respondo.

Gente que usa fotos de atores famosos!!! ou que não tem fotos eu nem respondo.

Gente que escreve que é “geralmente fiel” eu não respondo nem entendo. Visto que meu objetivo é encontrar alguém sério e não putaria. Nada contra putaria, mas não é a minha. Aliás, esses sites são ótmos para cair na farra, se é que vocês me entendem.

Eu sou uma pessoa muito seletiva e só passo para a próxima etapa, responder emails, quando vejo que o perfil tem a ver comigo e achei a foto do sujeito simpática.

Eu particularmente dou preferência a perfis escritos em inglês, que é uma forma de triagem.

Google translator, nem pensar.

Enfim, se o perfil é sincero, o seu e do outro, as chances de atingir seu objetivo, qualquer que seja ele, casar, namorar, sexo, são maiores.

Mas como saber se um perfil é sincero?

Preste atenção nos indícios. Escrever corretamente, fotos verdadeiras, emails padrões, inconsistências nas informações, você percebe logo de cara qual é a do outro.

Por exemplo, tem um sujeito me mandando emails com a foto do Mark Whalberg. Pelamor, né?

Outro botou foto do George Clooney!!! HAhahahahaha

Então, mesmo que não ache o seu parceiro(a) logo de cara, pelo menos você vai rir muito.

E as sugestões do site? É pra rir também. Parece que eles não levam em conta nada além da idade e local. Pontos importantíssimos são ignorados e acabo recebendo sugestões de gente nada a ver comigo.

Por uma única vez recebi uma sugestão de um homem que eu já conhecia fora da internet!! Quais as chances? Incrível!

E vale a pena pagar nesses sites?

Eu só respondo quem tem o mínimo de condição de pagar por um plano. Gente que não está disposta a investir uma grana para achar você, nem tem chance comigo.

Ah, mas são tantos detalhes…

Conform for me lembrando, eu vou colocando aqui.

Assim, vamos nos divertir juntos nesse mundo encontros virtuais.

PS- para quem entender a referência, Must Love Dogs, é minha catch frase no perfil. O cara que reconhecer a frase, tem grandes chances comigo ;)

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    Estou profundamente emocionada porque um rapaz mexicano que conheci no Twitter me fez uma canção.

    @Arbojo ou David R Valadez é um músico talentoso e eu desejo todo o sucessso que ele merece.

    Ele me disse que sou a Musa dele.

    Posso morrer feliz!

    :D

    Com vocês, Liliana, The Song:

    Liliana

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    Liliana | Minha Vida Na Praia,São Miguel do Gostoso | Thursday, February 9th, 2012

    Então que eu de repente resolvi vir morar na praia.

    De repente porque eu ia passar só alguns dias e falei para mim mesma: não volto para São Francisco Xavier.

    Lotei todas as malas que eu tinha com o que eu achava de mais precioso e fundamental e vim.

    Fomos eu e os spitz para uma casinha de pescador numa pousada até minha casa ficar pronta para nos receber. No entanto, eu não contava que a tal casinha era mal assombrada.

    Eu cheguei aqui sem fumar, com 12 dias de ex-fumante e a tal casinha era bem deprimente. Pessoas entendidas no assunto me disseram que era porque estava cheia de más energias e uns tais obsessores. Por conta desses fantasmas, voltei a fumar. E me tiraram correndo de lá.

    Fomos para nossa casa que na verdade é conhecida na cidade como “a clínica”. Para mim, é meu consultório, mas para o povo, é “a clínica”.

    Não gosto muito que chamem de clínica porque subentende mais recursos do que eu disponho. Mas… Vá lá.

    Estou ocupando uma das salas que transformei em quarto. Mobiliei a sala e aguardo o marceneiro com os outros móveis.

    A casa é gostosa e dá para ver o mar por cima do muro. Ele é verde.

    Ajudando aqui tenho dois irmãos: Mimi, que ajuda dentro de casa e Ednaldo, que ajuda do lado de fora no jardim. Tenho um gramado que está se recuperando do transplante e tem que ser regado o tempo todo.

    Mimi é linda, carinhosa e esperta. Ednaldo é um poeta e cantor com livro publicado. Gosto muito dos dois e estou bem satisfeita com minha pequena equipe.

    Zap adorou a casa. Guida está tristinha porque o tal pet shop de Touros a machucou e eu demorei para intervir e resgatá-la de lá. Ela está ferida e com muita dor. E eu me sinto culpada e isso me parte o coração.

    Se Guida estivesse bem, poderia dizer que estou feliz como há muito tempo não estava.

    E estou gorda. Oficialmente gorda com IMC de sobrepeso.

    O que engorda é tristeza e ansiedade. Correria engorda.

    Quando fico tranquila, eu não tenho fome e me alimento direito e emagreço.

    Meu gráfico de peso tem sido um zig zag.

    Fui na praia uma vez só. Não deu tempo de ir mais. Acho que é mal de quem mora na praia ir pouco à praia. Não sou só eu que reclamo disso.

    Minha loja preferida agora é a Água de Coco. Eu comprei vários biquinis e vestidinhos e shortinhos. Mas, para ficarem perfeitos preciso perder uns 3 quilos. Para isso, estou fechando a boca e já perdi 600g.

    Bem, acho que esse relatório já está grande. Outra hora eu escrevo mais.

    Beijos a todos!!

    Liliana em Gostoso.

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  • A História da Minha Vida – ou – O Cachorro Me Mordeu

    Eu gosto muito da palavra ” impressionante “.
    Então, impressionante!
    Tem o Jazz, o Yorkshire da pousada. Um cachorrinho já idoso e incompreendido.
    Ninguém dá bola para ele, não entende que ele é de guarda e está apenas fazendo o trabalho dele ao latir.
    Ele é escurraçado, desrespeitado, ignorado.
    Eu morro de dó.
    Pois a dona dele foi viajar e o deixou sozinho ao deus dará na pousada.
    Ele ficou perdido, sem referência, tadinho.
    E logo, logo ele estava me seguindo para todo lado e foi dormir comigo.
    Dormiu em cima da cama, encostadinho na minha perna todo enroladinho. Chegou até a dormir em cima do meu braço. Dormimos abraçadinhos.
    E eu conversei com ele, beijei, agradei, mimei.
    Daí, ele passa uma noite fatídica na casa da filha da dona dele com umas crianças e volta “estressado” segundo descrição do pessoal da pousada.
    O mesmo pessoal falou que ele sentiu falta de mim enquanto estava fora na reunião com o engenheiro.
    Assim, me preocupei mais ainda e quis garantir que ele estivesse bem e acompanhado, para não se sentir sozinho.
    E fomos dormir ontem.
    Ele foi para cama e se enrolou na caminha que eu fiz com a colcha.
    Fui dar um beijinho de boa noite na testa dele, como estava sempre fazendo e…. Tomei uma mordida no lábio inferior. Dois furinhos, muito sangue e uma boca de Angelina Jolie.
    Bem, agora vamos analisar rapidamente o ocorrido.
    O ser estava na pior.
    Ninguém queria saber dele ou o respeitava.
    Eu o acolhi e fiz de tudo para que ele se sentisse bem.
    O ser me morde, me machuca e basicamente caga para mim.
    E a pergunta que não quer calar: quantas vezes isso já me aconteceu?
    Um monte. Com pessoas, claro, porque com animais essa foi a primeira vez.
    Minha reação a isso no início era de incredulidade. E acabava dando nova chance para as pessoas me machucarem como se eu não tivesse entendido a mensagem.
    E acho que eu não tinha entendido mesmo.
    Tico e Teco não estavam conversando e eu realmente não percebia que aquele ser humano simplesmente não gostava de mim.
    Depois de muitas mordidas simbólicas, eu finalmente me toquei.
    E estava gastando vela boa com defunto ruim, para ser bem clichê.
    Quando você se toca disso, tem duas alternativas.
    A primeira, que eu tentei várias vezes, é querer mudar o outro para que ele passe a te tratar bem. Muitas vezes mudando a mim mesma para me adequar ao outro.
    Só digo isso: NÃO FUNCIONA!
    Puta roubada.
    Não façam isso.
    Essa atitude só te faz ser mais mordida. E ainda vai contra todo o seu ser. Você mesmo se machuca.
    A segunda alternativa, que é a que estou adotando de tempos para cá, é cortar laços com quem me trata mal, me morde, mesmo que venha querer assoprar depois.
    Disseram que essa minha atitude de cortar quem me faz mal iria me deixar só.
    Absurdo!
    Vejam só! Essas pessoas estavam me falando que era para eu continuar sendo mordida, por vontade própria! “Para não ficar sem ninguém!”
    “Que eu era radical!”
    Então eu sou radical mesmo!
    Não quero saber de quem me machuca, me maltrata e me desrespeita.
    E isso vale desde o cachorrinho até principalmente quem morava comigo.
    Impressionante é o que se agüenta para não ficar só.
    AGUENTAVA!
    Parece besteira e óbvio o que estou escrevendo. Mas ainda a maioria de pessoas que vejo por aí precisam ler isso.
    E eu bem que queria ter lido isso há uns anos atrás.
    E vocês, quantas mordidas já levaram ultimamente?

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  • O Mulo

    Um dos meus livros preferidos é Fundação, de Isaac Azimov.

    Basicamente é a história de uma civilização que ia ficar numa Era das Trevas por uns 10 mil anos, mas um psico-historiador antecipa cada etapa e consegue fazer um plano que encurta esse período de Idade Média por vários milhares de anos. Tipo um “guia” de como passar mais rápido pelos problemas com dicas que vêm de temos em tempos na hora necessária.

    A idéia é muito legal. Muito. O livro percorre uns mil anos de história. É fascinante.

    Porém, e sempre tem um porém, por mais que o psico-historiador tenha antecipado tudo, ele não conseguiu prever o aparecimento do elemento surpresa. O elemento que não dá para adivinhar antes. Não dá para se precaver. E esta variante indesejada e imprevisível no caso do livro foi O Mulo.

    O Mulo tem seu nome porque ele é um acidente genético. Aconteceu ao acaso. Um híbrido cujas regras normais não se aplicam. Um Mulo.

    Bem, para saber a história toda, vocês têm que ler o livro.

    No entanto, eu fiz essa introdução porque eu acredito que na vida da gente nós encontraremos nosso Mulo, mais cedo ou mais tarde.

    Você não está preparada, não tem defesas, não esperava e não sabe como agir ao se deparar com ele.

    E depois que ele vai embora, que a situação acaba, você tem que redefinir toda sua vida e se inserir de novo em você mesma.

    O Mulo de cada um pode variar. Para uns são pessoas que aparecem acidentalmente. Para outros pode ser uma situação, uma doença. Ou o Mulo pode ser uma combinação inusitada e matadora de todas as alternativas acima.

    Meu Mulo foi uma combinação de muitas coisas.

    Sabe quando você está levando sua vida na boa e de repente um monte de coisas acontecem? Pois é.

    Quando isso ocorre, aqueles planos que você tinha não valem mais. Igual no livro.

    E você tem que analisar a nova situação com outros olhos, porque se mantiver a mesma visão pré-mulo, você não vai achar saída. Você deve se transformar para poder enxergar tudo diferente e daí, achar o plano de ação.

    Depois de um bom tempo, consegui determinar novos planos e objetivos e já estou no novo caminho. Ainda bem!

    Mas o que sobra da Liliana Pré-Mulo? Basicamente a mesma pessoa que eu tanto senti falta enquanto estava vivendo a situação sui generis.

    Eu voltei a ser eu mas com a experiência da época do Mulo. Ou seja, uma versão melhorada de mim mesma.

    E isso remete ao final do meu texto.

    Não há culpa de se viver situações indesejadas para as quais não estávamos preparados e nem podíamos prever.

    Não há culpa de não saber o que fazer , nem de se perder de si mesmo.

    E quanto mais rápido você entender e aceitar que acidentes acontecem (Shit Happens), que não foi culpa de ninguém, muito menos sua, mais rápido você poderá aprender com a situação e transformá-la.

    Assim, você se livrará do seu Mulo o quanto antes e poderá viver uma nova Época de Ouro da sua civilização pessoal.

    E então? Seu Mulo já apareceu?

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  • Do sol, do mar e dos barquinhos

    Liliana | São Miguel do Gostoso | Sunday, June 5th, 2011

    Quando estou em São Miguel do Gostoso, eu gosto de tomar café da manhã vendo o mar.
    Eu procuro a mesa e a cadeira onde a visão é melhor, mesmo que seja por uma nesguinha no muro.
    A moça do restaurante, a da limpeza, a da recepção, todas sabem que eu quero achar o mar pela manhã e riem.
    Dependendo do sol eu mudo de mesa, ajeito a cadeira, troco xícaras e talheres e mudo o adoçante.
    E isso, todo dia.
    Todo dia a procura da melhor visão do mar.
    Hoje havia barquinhos também e eu fiquei tão feliz!
    Feliz a ponto de escrever pra vocês.
    E não deu para não pensar na vida.
    E não é que a vida é uma eterna busca pela melhor paisagem?
    Tem coisas que eu não queria ter visto, como a morte de minha querida companheira Graça e que me faz chorar até hoje.
    Mas essas coisas que a gente não quer aparecem do mesmo jeito. E apesar delas, eu ainda busco o melhor cantinho pra ver o sol, o mar e os barquinhos. E ser feliz.
    Todos os dias.

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  • A Bruxa

    Liliana | Filosofando | Sunday, March 13th, 2011

    Quando eu era criança eu adorava os contos de fadas com as princesas lindas, os príncipes garbosos e a indefectível bruxa que era a parte ruim da história e que fazia o impossível, com magia, para afastar a felicidade da princesa.

    Toda menina queria ser uma princesa. Toda.

    Até eu.

    Por anos os meus sonhos foram moldados para ser a princesa da vida real. Achar o príncipe era fundamental.

    Eu estava mais para Gata Borralheira porque meus pais não eram aqueles rei e rainha carinhosos e protetores.

    Mas os sonhos de princesa estavam lá.

    Eu tive meu dia de princesa vestida num longo branco, tiara e véu. O ápice do sonho da princesa e o final do conto de fadas porque daí eram felizes para sempre, sempre.

    Eu juro que eu tentei ser a princesa, embora sonhos nada de contos de fadas enchiam minha cabeça. E eu ia atrás dos sonhos e tentava ser princesa.

    Claro que não deu certo.

    Uma coisa excluía a outra.

    Hoje eu me assumo como A Bruxa.

    Não aquela bruxa que faz bruxarias e maldades.

    Eu sou a Bruxa do Maleus Maleficarum.

    Aquela mulher que vive sozinha na floresta, cercada de natureza e bichos, curando os outros.

    Aquela que não se encaixa nos padrões da sociedade da vilazinha local.

    Aquela que as pessoas procuram apenas quando têm problemas que só uma bruxa curandeira pode resolver mas que depois é esquecida até o próximo problema.

    Uma bruxa tipo Geni do Zepelin.

    Bruxa Geni.

    Hoje eu dormi muito bem como há muito tempo. E tive um sonho muito interessante que resumia minha vida. E no sonho, me comportei exatamente como fiz no decorrer dos anos: lutei, fui atrás dos meus sonhos verdadeiros (e não sonhos que me impunham) e acabei a Bruxa, sozinha incompreendida na floresta da vila.

    Essa é a vida de bruxa.

    Bruxa de verdade.

    Não vou acabar esse texto com um clichê tipo “quem nasceu para bruxa, não chega a princesa”.

    Vou dizer que eu tenho orgulho de ser Bruxa. Que se eu tivesse me assumido mais jovem teria sido feliz mais rápido.

    Que a liberdade que eu tenho como bruxa me faz voar mais alto que com uma vassoura.

    Que eu estou feliz. Estou em paz.

    E estou exercendo minha totalidade.

    Eu sou a Bruxa que as princesas queriam ser.

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  • Todo mundo é incompetente, inclusive você

    Há muitos anos atrás, um livro fez muito sucesso.
    A premissa dele era que todo mundo é incompetente.
    Um sujeito começa a trabalhar numa firma e é muito bom no que faz. Então ele vai sendo promovido até um cargo no qual ele não é bom o suficiente. Ou seja, se torna incompetente para aquele cargo. E fatalmente estaciona nele, não sendo mais promovido.
    Ultimamente tenho lembrado bem dessa idéia mas sendo aplicada na vida emocional.
    Como a gente entra em roubadas emocionais sendo tão competente emocionalmente?
    A resposta é simples.
    A gente não conhece nosso limite de competência até ultrapassá-lo.
    Então, determinadas situações e atitudes só vão se mostrar inadequadas para nós depois que a vivemos a primeira vez. Antes disso, a gente nem poderia imaginar o quão tal coisa nos faria mal sem antes experimentar.
    Assim, eu entendo relacionamentos abusivos que começam como quem não quer nada, amizades que te sugam sem a gente se dar conta.
    Mas eventualmente, a gente se toca e percebe nossa incompetência para lidar com a coisa/pessoa/situação.
    E quando nos tocamos…. Opa!
    Ou você aprende a lidar com o negócio, ou está fadado a ficar paralisado nessa situação. Como o cara da firma que chegou numa posição e se mantém incompetente para ela.
    Eu estou falando de competência emocional para lidar com fatos e pessoas.
    Tem gente que prefere ficar incompetente. Esses deveriam se restringir às situações
    que dominam para se ferir menos e causar menos estragos por onde andam.
    E, felizmente, tem aqueles que se superam.
    Percebem e reconhecem a incompetência e trabalham ativamente para melhorar e não ser mais incompetentes. Eu admiro essas pessoas e desprezo aqueles que não querem melhorar.
    E você? Já chegou no seu grau de incompetência?

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  • Os Pastores do Vizinho

    Liliana | Bichos Incríveis | Saturday, January 8th, 2011

    Nós não somos propriamente vizinhos.

    A gente mora em cima do morro e eles lá do outro lado do rio, na baixada. Porém, entre nós apenas pastos.

    Os pastores do vizinho acharam a nossa casa e começaram a comer a ração que ficava no pote da varanda, à noite.

    Quem vinha era principalmente a pastora branca. Quem o Pepê perseguiu e espantou aqui de cima.

    Fiquei fascinada com os pastores: a fêmea branca e dois machos pretos enormes. Tanto que fui indagar na cidade sobre eles.

    Contaram que eram pastores do tal vizinho lá de baixo, do outro lado do rio e que eles eram muito maltratados. Passavam fome mesmo. Isso explicava o porque deles virem até aqui em cima a procura da ração da varanda.

    Mas meus cachorros são pequenos e ótimos cães de guarda, enfrentando os bichos muito maiores que eles para defender o sítio. Assim, os pastores do vizinho vêm até a cerca do pasto ao lado e latem para os meus. Os meus respondem. E fica essa latição a madrugada toda impossibilitando meu sono.

    Outra disputa é quem vai tocar as vacas do homem que aluga o pasto ao lado.

    Pepê, Joom La e Liliana Jr adoram tocar vacas. É tipo o exercício diário deles. E os pastores adoram tocar vacas também. Daí, enquanto um grupo tocas as mesmas vacas para um lado, o outro grupo reclama latindo muito querendo tocar as vacas para o lado oposto.

    Eu tenho p;ena dos pastores do vizinho porque são muito magros, maltratados e ficam pela cidade pedindo comida. Se eu pudesse, adoraria tê-los por aqui para tratá-los bem como merecem. Mas acho que isso não será possível. Estamos com a lotação esgotada de bichos.

    Assim, pelo jeito, vão ficar os pastores do vizinho de um lado e os meus latindo de outro por tempo indefinido.

    Boa noite!

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  • Da Raiva Interna

    Liliana | Admirável Mundo Velho | Monday, December 20th, 2010

    Liguei para minha médica dizendo que eu não estava muito bem. Os pulmões haviam melhorado mas estava “sei lá, né”.

    Para quem não entende, o estado “sei lá, né” denota um incômodo muito grande, indescritível.

    Fiz um breve apanhado da minha vida nos últimos tempos e o diagnóstico dela foi preciso: você está com muita raiva interna.

    Eu argumentei que minha raiva era externa mesmo. E que estava tomando todas as providências cabíveis para aplacar esta raiva tão grande.

    Ela rebateu dizendo que por mais que eu estivesse fazendo o possível para extravasar minha raiva externamente, a raiva interna ainda era muito grande.

    Tive que concordar.

    Por mais que eu estivesse tomando atitudes, nada poderia mitigar minha raiva que eu sentia de determinadas pessoas. Nada seria suficiente para que eu ficasse em paz. A não ser…

    Dez pessoas me deixaram com raiva. Muita raiva.

    Foi azar meu ter acontecido tudo junto e estar com raiva de dez pessoas ao mesmo tempo.

    Cinco delas vão ser ou estão sendo processadas.

    As outra cinco eu não posso fazer nada além de ficar com raiva.

    Claro que todo mundo tem desafetos, gente que a gente não gosta, despreza, whatever.

    Mas no caso da minha raiva, essas dez pessoas se encaixam na categoria “Ô, seu Bosta!”

    A pessoa “Ô, seu Bosta!” é aquela que quando a gente pensa nela, vem à cabeça: “é um Bosta”. Não dá vontade nem de falar o nome, só de chamar: “Ô, seu Bosta!” “Você é um Bosta!”

    Eu não posso dar nome às Bostas aqui, mas tenho certeza que elas sabem que são Bostas para mim.

    E, de fato essas pessoas são umas Bostas. Quer seja pelo que me fizeram, pelo comportamento habitual, e pela capacidade de grudar na sola do meu pé e feder.

    Não vejo a hora de limpar essas Bostas da minha vida.

    Seja atingindo a Justiça cabível, seja vendo elas se foderem de outras formas.

    Dizem por aí que a melhor vingança é ser feliz.

    Discordo.

    A melhor vingança é foder com quem te fodeu.

    Nem a morte da Bosta alivia a raiva. O que alivia é ver a Bosta sofrendo, muito, onde dói mais para ela e por bastante tempo.

    Só quando esses Bostas se foderem terei paz.

    E então? Estou trabalhando minha raiva?

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    Liliana | Minha Opinião Vale Ouro! | Saturday, December 18th, 2010

    Fui convidada para a ceia de Natal na casa da sogra da minha filha.

    Agora vamos analisar a frase acima.

    Há menos de uma ano eu não tinha filha, não tinha genro e não iria de jeito nenhum a uma ceia de Natal.

    O legal da história toda é aceitar mudanças. Ficar aberta para o que a vida oferece e não ter medo de abraçar coisas novas.

    Eu estou me divertindo muito com tudo isso.

    Ao mesmo tempo, não lembro de fase com mais problemas sérios que agora. Mas estou me divertindo.

    Para viver a gente precisa de coragem. Coragem de verdade.

    E muita força.

    Coragem, força e desprendimento deixam nossa vida especial.

    Eu já sabia disso, mas é muito legal ouvir de sua filha: “mãe, sua vida é um filme de aventuras!”

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  • Onde está sua lealdade?

    Liliana | Admirável Mundo Velho | Saturday, November 20th, 2010

    Quem acompanha ou já acompanhou novelas da Globo, vai perceber que a tônica da novela são relacionamentos complicados geralmente entre pessoas que se amam e se odeiam ao mesmo tempo.

    Vemos um fazer barbaridades com o outro e logo depois estão novamente conversando, interagindo, se encontrando em festas e acontecimentos familiares.

    E, por acontecer na televisão, as pessoas acham que o mesmo deve ocorrer na vida real.

    Discordo veementemente.

    A vida já é dura por si. Trabalhar, pagar contas, pensar no futuro já é complicado e difícil para qualquer um. A gente não precisa de drama de novela no nosso dia a dia.

    Na novela, os personagens são obrigados a conviver na trama. Mas na vida real, a gente não é obrigado a conviver com ninguém com quem a gente não queira.

    A gente não é obrigado a se relacionar com quem nos fere, nos sacaneia, nos faz mal, nos trai, nos agride.

    Em compensação, queremos conviver com quem nos ama, nos trata bem, se preocupa conosco e nos dá alegrias.

    Assim, as relações humanas vão se fortalecendo conforme as pessoas se sentem bem interagindo, independente se são família, amigos ou colegas de trabalho. Por conseguinte as relações ruins vão se deteriorando mesmo que seja entre parentes, irmãos, pais e filhos.

    Observo que, se baseamos em relações que nos fazem bem, não necessariamente é aquela que se iniciou por laços de sangue.

    O mesmo vale para relações profissionais.

    Eu contrato um profissional esperando que ele cumpra o que foi combinado visando o melhor para mim na sua especialidade. A gente não pode exercer todas as profissões, temos que indicar ao especialista o que não temos condições de resolver. E se o profissional lhe desaponta, não temos obrigação de continuar com ele.

    Essa postura de se afastar de quem nos faz mal ou joga contra nós parece ser simples. Não existiriam novelas e dramas se todos agissem dessa forma.

    Na prática é um pouco mais complicada porque exige que se tome uma atitude e se escolha um lado.

    E do lado de quem você vai ficar?

    Do seu, lógico. E também do lado de quem você ama, de quem te ama, de quem te ajuda, de quem se importa com você.

    Afastar-se de quem prejudica ou prejudicou quem você ama é o que eu chamo de lealdade.

    Não dá para ser amigo de todo mundo se são dois lados conflitantes.

    Relevar que alguém faça mal a uma pessoa que você ame é exatamente não amar aquela pessoa. Pois amar é apoiar, é ficar do lado, é escolher o lado de quem você ama no matter what.

    Mesmo que a pessoa em questão nunca tenha feito nada de ruim diretamente para você, o conceito de lealdade é isso mesmo: não fez para mim mas fez mal a quem eu amo.

    E se sua lealdade para determinada pessoa está confusa, cabe reavaliar seus sentimentos para aquela pessoa.

    Se você não ama, não consegue ser leal a ela, é melhor se afastar.

    Para mim, não existe o cinza em relacionamentos.

    Ou é branco ou é preto.

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    Liliana | Minha Opinião Vale Ouro!,Tecnologia para viver | Tuesday, September 28th, 2010

    Para mim, o uso de computadores se divide em duas Eras: a Era Pré-WiFi e a Era do WiFi.

    Antes do WiFi, usar o computador era algo estático, por isso a maioria das pessoas tinha um desktop num lugar especial da casa e provavelmente outro no trabalho. A interação com o computador tinha hora certa, lugar certo.

    Depois do WiFi, qualquer lugar da casa era lugar de computador, justificando então uma máquina portátil, o notebook.

    Filmes na cama, trabalho na mesa do café da manhã, navegar na internet na sala vendo televisão. Até no banheiro.

    Há quase 3 anos eu comprei meu Macbook. E a forma de eu interagir com um computador mudou pela incrível interface dele. Literalmente eu passei a carregá-lo a todo lugar da casa que eu ia, até na varanda. E passei a usar tudo que ele oferecia. Ele pesa um quilo e pouco e o seguro com uma mão. Já me acostumei com a tela de 13 polegadas e acho totalmente satisfatória e suficiente para eu ver filmes e faço meus trabalhos como nunca fiz. Até atendo pacientes nele no meu consultório aqui em casa.

    Eu o levei algumas vezes para o trabalho no posto pois ele tem uma enorme biblioteca médica além do acesso aos sites médicos que eu frequento. Não deu certo. Mesmo pesando pouco, era pesado para carregar até o trabalho e lá não tinha WiFi, apenas o Edge da Vivo que deixava tudo lento e impraticável. Também ele ocupava um espaço que eu não tinha na minha mesa já que eu trabalho com um desktop lá, numa intranet.

    Dai, em maio desse ano, veio o iPhone e todo meu atendimento médico mudou de uma forma que nunca poderia imaginar. Os aplicativos offline dele e a facilidade de entrar na internet, mesmo no Edge, disponibilizaram informações precisas, atuais e imediatas. Eu posso trabalhar perfeitamente só com o iPhone me dando cobertura. O problema do iPhone é que ele é muito pequeno para se trabalhar colocando dados nele. Eu podia acompanhar minha timeline nele sem problemas mas pensava duas vezes se iria escrever algo. Confesso que nunca vi nenhum filme no iPhone. A tela é pequena para isso na minha opinião. Só escutei músicas nele uma vez. Prefiro meu iPod Classic que tem efetivamente toda minha biblioteca musical. Assim, eu usava o iPhone como , pasmem, telefone e consultas de material médico.

    A história podia acabar por aqui e eu ainda viveria feliz para sempre com os dois. Porém, tive uma oportunidade de ter um iPad.

    Eu não estava sedenta por um iPad nem via necessidade de um. Mas…

    Há cerca de uma semana o iPad chegou.

    Minha sensação é que ele é um iPhonão sem ser telefone.

    Meu atendimento médico continuou exatamente igual com ele. Inclusive, hoje dei uma saída para um cigarro e estudar um caso e esqueci o iPad, fui só com o iPhone e estudei o caso normalmente. No meu caso, todos os aplicativos médicos do iPhone funcionam no iPad e vive versa.

    O iPad cabe na minha bolsa gigantesca. E o carrego com muita facilidade sendo perfeito para levar para qualquer lugar.

    Tentei ver filmes nele na cama, como faço toda noite e a imagem é linda, mas tenho que ficar de pernas dobradas para apoiá-lo. Então, voltei para o Macbook.

    Tentei trabalhar com ele na mesa da cozinha, como faço todas as manhãs mas a posição dele faz doer meu pescoço. Eu já encomendei uma capa com apoio lá no Dealextreme e assim que chegar acho que esse pequeno incomodo vai ser resolvido.

    Pontos positivos do iPad? Ele é maravilhosamente lindo. Uma peça incrível de tecnologia e eu sei com certeza ainda não estou totalmente familiarizada com todas as possibilidades e sua inovadora interface.

    Tudo num iPad é lindo.

    Lindo mesmo.

    Acredito que eu ainda nem arranhei a superfície de coisas legais dele.

    Eu sei que não é um iPhonão. Sei que a culpa de não aproveitá-lo totalmente é minha e sei que é só uma questão de tempo.

    Eu vejo o Cardoso com o iPad dele e parece que ele está usando outro aparelho que eu. Impressionante.

    Se eu recomendo o iPad?

    Um grande SIM! O iPad supre todas as deficiências do iPhone. E o iPhone volta a ser um telefone. Um telefone maravilhoso.

    E o Macbook? Continua sendo meu queridinho e centro nervoso de minha vida digital.

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    Liliana | Aproveita que eu não vou cobrar a consulta | Tuesday, September 28th, 2010

    Eu estou trabalhando muito.
    Venho atendendo muitos pacientes todos os dias e casos cada vez mais complicados.
    Semana passada fui no meu limite e sucumbi.
    Precisava descansar urgentemente porque estava dedicando toda minha energia para o trabalho e problemas da casa e não sobrava nada para mim mesma.
    Fui deixando de me cuidar, de fazer unhas, sobrancelhas, maquiagem, até escolher minhas roupas e minha dieta foram postas de lado.
    Na sexta-feira fui trabalhar de moletom, tênis e óculos. Até as lentes de contato eram demais para mim.
    O iPad chegou e eu estava cansada demais para ficar feliz.
    Então, entrei no modo “descanso”, fazendo só o essencial e procurando repousar o máximo possível.
    A gastrite, claro, voltou com tudo por causa da falta de cuidado ao me alimentar e engordei.
    Ainda não descansei tudo que preciso mas a semana começou sem se importar com isso.
    Me sinto melhor. Ainda não estou como quero mas me sinto melhor.
    Estou escrevendo isso porque quero contar para vocês o que me motiva sempre procurar o melhor para mim, o melhor cuidado comigo.
    A sensação de bem estar é muito grande quando estou bem de verdade e eu nunca desisto de perseguí-la.
    Por isso, não importa o quão mal eu me sinta, o quão cansada ou sem energia. Eu sempre quero o melhor para mim e estou sempre disposta a recomeçar o caminho do bem estar. Sempre disposta.
    E eu faço isso descansando, me poupando e aos poucos, conforme vou me sentindo melhor, reavendo minha vida como um todo, minha rotina e ações que me fazem sentir bem e melhor.
    O truque é nunca desistir de ficar bem. E saber a hora de agir e a hora de se poupar.
    Todo dia para mim é segunda-feira de começar regime.

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  • Sobre a Hepatite C

    Liliana | Aproveita que eu não vou cobrar a consulta | Tuesday, September 14th, 2010

    Eu trabalho como única clínica geral na UBS de minha cidade fazendo ambulatório diário. A cidade tem por volta de 6 mil habitantes e praticamente todos são meus pacientes.

    Meu dia a dia é tratar doenças ocasionais e principalmente fazer pesquisas e diagnósticos periódicos dessa população.

    Dependendo da idade do paciente, esses check ups podem ser anuais, semestrais ou bienais.

    As pessoas me procuram para “dar uma geral” e podem ou não ter sintomas. A maioria não se queixa de nada mas quer “fazer os exames”.

    Também dependendo da idade, eu peço uma bateria de exames que vai aumentando conforme o paciente vai envelhecendo.

    Meus pacientes têm de 14 a 93 anos e todos eles se submetem à uma dosagem de transaminases do fígado além de outros exames.

    De acordo com recomendações de Junho de 2010, a pesquisa de sorologia para o vírus da Hepatite C deve ser feita primariamente em pacientes de risco, ou seja, alcóolatras, usuários de drogas, pacientes transfundidos e pessoas com comportamento de risco inclusive sexual.

    As transaminases hepáticas – TGO e TGP – mostram se o fígado está sofrendo algum processo inflamatório, agudo ou crônico. E é através delas que eu descubro, em pacientes assintomáticos, se há algum problema hepático que necessita avaliação mais profunda.

    Transaminases alteradas, mesmo que por pouco, levam à pesquisa da causa de tal elevação.

    Sorologia para Hepatite A, B e C, ultrassom de abdome, bilirrubinas totais e frações, atividade e tempo de protrombina são os exames obrigatórios nesses pacientes.

    Com os resultados em mãos, minha prática diária encontra uma parcela desses pacientes positivos para hepatites virais.

    Os pacientes positivos para Hepatite C são encaminhados ao especialista onde se discutirá o tratamento com Interferon ou Ribavirin.

    Não é todo mundo que pode ser tratado. Algumas condições de saúde contra-indicam o uso desses medicamentos.

    O tratamento de Hepatite C é lento, demorado e requer dedicação do paciente. Além de controles da situação para o resto da vida, sendo então, uma doença crônica.

    Mas o que podemos fazer contra a Hepatite C?

    Em primeiro lugar cuidar de não ter comportamentos de risco tais como alcoolismo, uso de drogas ilegais e sexo sem proteção. Pessoas que participam desses grupos de risco devem procurar o médico e informá-lo para que se faça a pesquisa sorológica para Hepatite C independente de alteração de transaminases.

    Pessoas que não se encaixam no grupo de risco devem fazer seus exames periódicos anuais, ou conforme orientação médica.

    Quanto mais cedo se detecta a Hepatite C, mais chances de retardar seus danos ao fígado.

    Estima-se que 3 por cento da população mundial tem Hepatite C e a maioria não sabe disso.

    Faça sua parte se cuidando, se protegendo e tendo um diagnóstico precoce.

    Este post faz parte do Concurso Cultural Hepatite C, Sem Medo.

    Bibliografia: Management of Hepatitis C Reviewed

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